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Estudo com participação do IDOR muda consenso científico no entendimento do papel de macrófagos no câncer de mama

Estudo com participação do IDOR muda consenso científico no entendimento do papel de macrófagos no câncer de mama

Pesquisa aponta que macrófagos, antes associados a um mau prognóstico oncológico, podem ser chave para ativação precoce do sistema imunológico dos pacientes

Publicado no mês passado na revista científica Cell, novo estudo realizado por pesquisador do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e do Institut Curie, da França, aponta que alguns subtipos de macrófagos, até então não especificados e geralmente associados a um pior prognóstico oncológico, podem na realidade ajudar a obter uma melhor resposta ao câncer de mama.

Os macrófagos, células de defesa presentes no tecido conjuntivo do corpo humano, geralmente são um marcador negativo quando assumem a forma de uma infiltração, sendo uma característica dos cânceres sólidos que está relacionada a uma maior gravidade da doença e portanto menor sobrevida dos pacientes. Isso era um consenso até o recente estudo. Considerando que os macrófagos associados ao tumor são heterogêneos entre si, os cientistas envolvidos na publicação buscaram caracterizar essas células, seus subtipos moleculares e entender suas particularidades.

Utilizando técnicas sofisticadas compostas principalmente pela análise de célula única — método que permite determinar a expressão de genes e quantificar cada célula de uma amostra, aumentando a resolução das análises —, somada a outras metodologias como imunofluorescência multiespectral, sequenciamento de RNA, modelos murinos e citometria de fluxo multi-paramétrica, os pesquisadores estudaram os macrófagos presentes nos tumores de pacientes com câncer de mama luminal (o mais comum), que não foram tratados anteriormente, para conseguir diferenciar as células em subpopulações distintas.

“Até meados de 2014 não tínhamos muita clareza da distinção subcelular em tumores. É como se tivéssemos uma salada de frutas, mas não conseguíssemos diferenciar de modo preciso quais frutas estavam na composição. Nesse caso, a análise de células únicas permitiu que as células do microambiente tumoral fossem caracterizadas uma a uma. Então reportamos que existem macrófagos bons e ruins”, comenta o primeiro autor do estudo, Dr. Rodrigo Nalio Ramos, pesquisador do IDOR e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa foi realizada no Instituto Curie durante o seu pós-doutorado.

Uma dessas subpopulações de macrófagos encontradas no estudo de Nalio realmente estaria associada a um prognóstico ruim; a segunda, porém, formada por macrófagos que se encontram na periferia da área afetada pelo câncer, marcados pelo receptor de folato-2 (FOLR2+), emprega a correlação oposta: aponta melhores chances de sobrevida e uma grande descoberta para a comunidade científica, que até então não sabia dessa distinção!

“Esses macrófagos, que são derivados da fase embriogênica e já existem nos tecidos antes do tumor, mudam de comportamento com o câncer, e hipotetizamos que sejam uma das primeiras células a poder iniciar a resposta imune percebendo o crescimento tumoral. Os macrófagos FOLR2+ poderiam atrair e ativar a resposta das células T”, complementa o pesquisador, explicando que as células T, ou linfócitos T, são responsáveis por combater patógenos e tumores, seja através da produção de citocinas e fatores líticos ou eliminando ativamente as células infectadas ou tumorais.

No vídeo oferecido pelo pesquisador é mostrada a interação entre macrófagos (em vermelho) e linfócitos T (em verde). Imagens feitas em amostras de pacientes com câncer de mama.

Os próximos passos do projeto serão avaliar a função do macrófago em outros tipos tumorais, como o câncer colorretal e os cânceres hematológicos, e compreender qual a relação entre os macrófagos e as células tumorais no início da carcinogênese. Antes dessas novas descobertas poderem ser efetivamente aplicadas no tratamento de pacientes com câncer de mama, o Dr. Rodrigo salienta que ainda existem algumas etapas de desenvolvimento.

“A primeira etapa é entender o papel desses macrófagos no controle tumoral, pois isso ainda está em aberto. Depois, [entender] se essas células poderiam ser usadas como biomarcadores de um bom ou mau prognóstico para os pacientes de outros tipos tumorais. E uma terceira etapa seria modular a função desses macrófagos no tecido, aplicando técnicas de imunoterapia, terapia celular, terapia gênica etc.”, informa.

Escrito por Maria Eduarda Ledo de Abreu.

29.04.2022

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