{"id":10138,"date":"2024-01-10T19:09:42","date_gmt":"2024-01-10T22:09:42","guid":{"rendered":"https:\/\/ptbr.idor.org\/aumentam-os-casos-de-doencas-inflamatorias-intestinais-no-brasil\/"},"modified":"2024-01-10T19:09:42","modified_gmt":"2024-01-10T22:09:42","slug":"aumentam-os-casos-de-doencas-inflamatorias-intestinais-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/aumentam-os-casos-de-doencas-inflamatorias-intestinais-no-brasil\/","title":{"rendered":"Aumentam os casos de Doen\u00e7as Inflamat\u00f3rias Intestinais no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><em>Marcadores pouco invasivos, novos tratamentos e reconhecimento das caracter\u00edsticas demogr\u00e1ficas da doen\u00e7a s\u00e3o as principais apostas da pesquisa em Gastroenterologia do IDOR<\/em><\/p>\n<p>As Doen\u00e7as Inflamat\u00f3rias Intestinais (DII) s\u00e3o doen\u00e7as autoimunes caracterizadas por inflama\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas no trato gastrointestinal. Os principais sintomas s\u00e3o dores abdominais, c\u00f3licas, diarreia, sangramento pelo \u00e2nus, urg\u00eancia para evacuar e fadiga. A doen\u00e7a pode acometer pessoas de qualquer sexo ou idade, mas n\u00e3o \u00e9 incomum que se desenvolva antes dos 30 anos.<\/p>\n<p>No IDOR, as DII motivam diversas pesquisas da \u00e1rea de Gastroenterologia, sejam elas sobre marcadores da doen\u00e7a, testagem de novos medicamentos ou caracter\u00edsticas de sua distribui\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica. No momento, ainda n\u00e3o h\u00e1 conclus\u00f5es sobre a origem das DII, mas evid\u00eancias sugerem que predisposi\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas podem desencadear rea\u00e7\u00f5es imunol\u00f3gicas nocivas \u00e0 flora intestinal dos pacientes, tamb\u00e9m conhecida como a microbiota intestinal.<\/p>\n<h6><strong>Em busca de marcadores da DII no sangue<\/strong><\/h6>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/maio-roxo-mes-de-conscientizacao-sobre-doencas-inflamatorias-do-intestino\/\">investiga\u00e7\u00e3o das DII<\/a> \u00e9 o principal foco de pesquisa do Dr. Heitor Siffert de Souza, cientista do IDOR e docente do Programa de Doutorado do Instituto, al\u00e9m de pesquisador e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).<\/p>\n<p>Em uma de suas linhas investigativas, ele tem como objetivo encontrar biomarcadores menos invasivos para a DII e para o c\u00e2ncer colorretal, isto \u00e9, identificar essas doen\u00e7as atrav\u00e9s de exames simples e n\u00e3o-invasivos. Segundo o pesquisador, os procedimentos tradicionais para o diagn\u00f3stico da DII \u2013 a endoscopia e a colonoscopia \u2013 geralmente requerem seda\u00e7\u00e3o dos pacientes. Al\u00e9m de desconfort\u00e1veis, esses exames s\u00e3o menos acess\u00edveis por seu custo e complexidade, o que pode dificultar um diagn\u00f3stico precoce da doen\u00e7a em popula\u00e7\u00f5es mais pobres.<\/p>\n<p>Nessa linha de pesquisa, que desenvolve pelo IDOR em parceria com o Instituto Nacional do C\u00e2ncer (Inca), a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e a UFRJ, o Dr. Siffert de Souza realiza coletas de sangue de pacientes diagnosticados com DII com a inten\u00e7\u00e3o de identificar altera\u00e7\u00f5es sangu\u00edneas que caracterizem a doen\u00e7a. A pesquisa, que est\u00e1 no fim o processo de coleta, conta com amostras de mais de 500 pacientes com DII que o m\u00e9dico atende no hospital universit\u00e1rio da UFRJ. Ele comenta que muitos de seus pacientes s\u00f3 buscam atendimento quando a doen\u00e7a est\u00e1 agravada, e identificar o problema de forma precoce atrav\u00e9s de exames de rotina poderia ser de grande relev\u00e2ncia para toda a popula\u00e7\u00e3o, principalmente a grande parcela que utiliza o Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n<h6><strong>Em busca de marcadores demogr\u00e1ficos da DII<\/strong><\/h6>\n<p>Al\u00e9m de buscar preditores da DII atrav\u00e9s de pequenos marcadores no sangue, Dr. Heitor Siffert de Souza tamb\u00e9m investiga a doen\u00e7a atrav\u00e9s de grandes bancos de dados, fornecidos principalmente pelo Data SUS e pelo IBGE, em um recorte que considera os casos registrados no Brasil nos \u00faltimos 12 anos. Nessa linha, seu interesse \u00e9 identificar padr\u00f5es demogr\u00e1ficos que ajudem a entender as principais popula\u00e7\u00f5es afetadas pela doen\u00e7a.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico informa que h\u00e1 um aumento de casos das DII em todo o ocidente, principalmente nos grandes centros urbanos, mas seu foco \u00e9 estudar o Brasil e a distribui\u00e7\u00e3o irregular dos diagn\u00f3sticos no pa\u00eds. \u201cO mapeamento mostra que os casos de DII est\u00e3o chegando no interior do pa\u00eds, n\u00e3o est\u00e3o s\u00f3 nas grandes cidades, o que mostra que a doen\u00e7a n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o apenas com a polui\u00e7\u00e3o ou industrializa\u00e7\u00e3o desses lugares. Temos menos casos na Amaz\u00f4nia do que no Sudeste e no Sul do pa\u00eds, mas o Sul n\u00e3o \u00e9 altamente povoado, o que revela tamb\u00e9m que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria uma grande densidade populacional para o problema ser incidente. O Esp\u00edrito Santo tem mais casos que o Rio de Janeiro, que possui uma popula\u00e7\u00e3o bem maior. \u00c9 interessante estudar essas diferen\u00e7as geogr\u00e1ficas e sociais no pr\u00f3prio Brasil\u201d, compartilha o pesquisador, que acredita que esses dados podem ser interessantes para o desenvolvimento de interven\u00e7\u00f5es de sa\u00fade personalizadas para diferentes grupos populacionais.<\/p>\n<h6><strong>Atendimento padronizado facilita diagn\u00f3stico e tratamento precoces na DII<\/strong><\/h6>\n<p>A DII n\u00e3o \u00e9 apenas tema de pesquisas no IDOR como \u00e9 tamb\u00e9m foco assistencial para muitos de seus pesquisadores, que atuam como m\u00e9dicos na Rede D\u2019Or. Dentre eles, est\u00e1 o Dr. Ant\u00f4nio Carlos Moraes, pesquisador do Instituto e chefe do Servi\u00e7o de Cl\u00ednica M\u00e9dica do Hospital Copa D\u2019Or, no Rio de Janeiro. Moraes \u00e9 o idealizador de um projeto ambicioso para a padroniza\u00e7\u00e3o do atendimento nos hospitais da Rede, o Gastro D\u2019Or, que tem como um dos seus principais objetivos a identifica\u00e7\u00e3o precoce e o tratamento de doen\u00e7as gastrointestinais.<\/p>\n<p>O gastroenterologista, que tamb\u00e9m \u00e9 membro titular da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Gastroenterologia, informa que uma das linhas de cuidado do Gastro D\u2019Or \u00e9 inteiramente dedicada \u00e0s DII, \u201cO tempo m\u00e9dio para o diagn\u00f3stico da DII \u00e9 longo, cerca de tr\u00eas anos e meio, e nesse tempo o paciente costuma ter cinco passagens pela emerg\u00eancia. Nosso objetivo \u00e9 diminuir esses n\u00fameros\u201d, esclarece.<\/p>\n<p>O pesquisador detalha que o Gastro D\u2019Or possui representantes na maioria dos hospitais da Rede D\u2019Or e que o protocolo de atendimento \u00e9 padronizado desde a primeira consulta do paciente, onde s\u00e3o feitas perguntas que buscam identificar a possibilidade de desenvolvimento da DII. Essa padroniza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ocorre atrav\u00e9s do treinamento das equipes de emerg\u00eancia para reconhecimento de caracter\u00edsticas que podem ser sinais da doen\u00e7a, e todos esses sintomas s\u00e3o avaliados e encaminhados a um especialista, facilitando o diagn\u00f3stico precoce.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;Os exames n\u00e3o ficam de fora do protocolo: todos os procedimentos de diagn\u00f3stico, como a endoscopia, a radiologia e a an\u00e1lise patol\u00f3gica seguem o mesmo modelo em todos os hospitais. M\u00e9dicos de diferentes estados s\u00e3o instru\u00eddos a alinhar a linguagem em seus laudos, direcionamento que \u00e9 v\u00e1lido n\u00e3o apenas para os gastroenterologistas, como para radiologistas e hepatologistas. \u201cN\u00e3o tem como olhar retrospectivamente um doente se o colega do Maranh\u00e3o lauda de determinada maneira e o colega de S\u00e3o Paulo de outra. As palavras e classifica\u00e7\u00f5es devem ser as mesmas em todos os hospitais para que tenhamos padroniza\u00e7\u00e3o de laudo\u201d, defende Moraes.<\/p>\n<p>Tendo implementado o Gastro D\u2019Or em abril de 2021, o pesquisador segue como l\u00edder nacional da iniciativa at\u00e9 os dias atuais, mostrando-se orgulhoso dos resultados de sua equipe. \u201cO Gastro D\u2019Or j\u00e1 est\u00e1 bem maduro e estabelecido na Rede D\u2019Or. J\u00e1 somamos mais de 500 mil consultas, 146 mil exames e quase 4 mil cirurgias. Temos ainda reuni\u00f5es mensais, onde discutimos quadros cl\u00ednicos com equipes multidisciplinares\u201d, adiciona, revelando que o projeto prev\u00ea expans\u00e3o para mais hospitais da Rede D\u2019Or nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>A qualidade e a uniformiza\u00e7\u00e3o dos procedimentos beneficiam os pacientes n\u00e3o apenas em diagn\u00f3sticos precoces, como tamb\u00e9m no desenvolvimento de novas terapias para a DII, que ocorre atrav\u00e9s de pesquisas que o IDOR realizada em parceria com a ind\u00fastria farmac\u00eautica. Outros estudos sobre DII tamb\u00e9m podem ser demandados pelos membros da Gastro D\u2019Or ou por alunos de mestrado e doutorado do Instituto. \u201cUm exemplo \u00e9 o estudo Fada do Dente, um projeto de pesquisa em que visamos analisar os dentes de leite de pessoas com DII. Os dentes de leite guardados por m\u00e3es ou pelos pr\u00f3prios pacientes podem ser avaliados mineralmente, e queremos verificar se em determinadas popula\u00e7\u00f5es \u00e9 poss\u00edvel identificar o perfil inflamat\u00f3rio j\u00e1 na inf\u00e2ncia. O Comit\u00ea de \u00c9tica em Pesquisa do IDOR valida a capta\u00e7\u00e3o de pacientes na Rede D\u2019Or para estudos como esse\u201d, complementa o pesquisador.<\/p>\n<h6>Compreendendo o impacto das DII<\/h6>\n<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), as DII afetam mais de 5 milh\u00f5es de pessoas no mundo. No Brasil os casos est\u00e3o em ascens\u00e3o, atingindo 100 a cada 100 mil habitantes, com maiores concentra\u00e7\u00f5es no Sul e no Sudeste do pa\u00eds.<\/p>\n<p>As DII mais comuns s\u00e3o a doen\u00e7a de Crohn, onde ocorrem inflama\u00e7\u00f5es em todo o revestimento intestinal da boca ao \u00e2nus, e a colite ulcerativa, identificada por inflama\u00e7\u00f5es e \u00falceras no reto e intestino grosso. As DII n\u00e3o deve ser confundida com a S\u00edndrome do Intestino Irrit\u00e1vel (SII), que \u00e9 um dist\u00farbio gastrointestinal funcional de sintomas semelhantes, como dores intestinais, diarreia e constipa\u00e7\u00e3o, mas que n\u00e3o prejudica as paredes do intestino e n\u00e3o evolui para quadros cl\u00ednicos mais graves.<\/p>\n<p>Diferente do que ocorre com a SII, os pacientes com DII podem se deparar com complica\u00e7\u00f5es graves e at\u00e9 necessidades cir\u00fargicas. Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Brasileira da Doen\u00e7a Crohn e Colite, eles tamb\u00e9m possuem risco aumentado para o desenvolvimento de c\u00e2ncer colorretal de acordo com o tempo de conv\u00edvio com a doen\u00e7a, sendo esse risco de 2% ap\u00f3s 10 anos do diagn\u00f3stico e de at\u00e9 20% ap\u00f3s 3 d\u00e9cadas com a DII. Esse risco serve para alertar os pacientes sobre a import\u00e2ncia de uma monitora\u00e7\u00e3o regular, que pode impedir o desenvolvimento da doen\u00e7a ou favorecer interven\u00e7\u00f5es precoces e mais efetivas em caso de um diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>Como \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica, a DII n\u00e3o possui cura, mas conta com tratamentos que controlam os sintomas e o desenvolvimento de complica\u00e7\u00f5es, permitindo uma vida normal para a maioria de seus portadores.<\/p>\n<h6><strong>O papel da microbiota na DII<\/strong><\/h6>\n<p>Enquanto o atendimento aos pacientes com DII se mostra bem estruturado, a compreens\u00e3o sobre o aumento progressivo dos casos da doen\u00e7a ainda parece distante. Para o Dr. Heitor Siffert de Souza, isso pode ser um indicativo de que n\u00e3o existe uma \u00fanica causa para o problema, que pode estar resultando de mudan\u00e7as multifatoriais no ambiente e no estilo de vida das pessoas.<\/p>\n<p>Embora o cientista valorize e invista na busca por marcadores espec\u00edficos para a doen\u00e7a, ele salienta que os seres humanos n\u00e3o podem ser entendidos como desconectados do ambiente em que vivem. \u201cAs DII s\u00e3o doen\u00e7as complexas, n\u00e3o t\u00eam causa \u00fanica. Podem ser respostas a agentes ambientais, como alimenta\u00e7\u00e3o, estilo de vida, polui\u00e7\u00e3o etc. E nesse mundo de agentes externos, inclu\u00edmos tamb\u00e9m a microbiota, que ocupa a import\u00e2ncia de um \u00f3rg\u00e3o humano, com fun\u00e7\u00f5es essenciais na digest\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o de nutrientes e controle de bact\u00e9rias patog\u00eanicas. N\u00e3o vivemos sem ela\u201d, comenta o pesquisador.Siffert acredita na hip\u00f3tese cient\u00edfica de que a microbiota reflete muito do ambiente em que vivemos, e \u00e9 tamb\u00e9m alterada por esse meio. Excesso de antibi\u00f3ticos, solo contaminado, polui\u00e7\u00e3o nas \u00e1guas, alimentos alterados por horm\u00f4nios e pesticidas podem estar causando mudan\u00e7as nesse microecossistema. \u201cA gente queria que acabasse como essa hist\u00f3ria? Dizer que temos que nos exercitar, evitar a\u00e7\u00facar, bebidas alc\u00f3olicas e tabagismo \u00e9 o \u00f3bvio, mas n\u00e3o \u00e9 o suficiente. Temos que fazer a pergunta certa: Por que estamos sedent\u00e1rios? Por que n\u00e3o temos uma alimenta\u00e7\u00e3o balanceada? A polui\u00e7\u00e3o, o estresse, s\u00e3o todos fatores de um conjunto. O intestino \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o interessante porque ele \u00e9 um grande reflexo do ambiente\u201d, explica o pesquisador, que entende a microbiota como um reflexo importante das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o, e considera que a conten\u00e7\u00e3o de casos da DII pode estar al\u00e9m do atendimento m\u00e9dico, necessitando de interven\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Em uma terceira linha de pesquisa, Siffert est\u00e1 desenvolvendo ainda estudos em parceria com a \u00e1rea de Pediatria do IDOR, onde seu objetivo \u00e9 investigar o desenvolvimento da microbiota humana a partir da fase fetal. \u201cOs fetos t\u00eam intestino atr\u00f3fico, n\u00e3o desenvolvem inflama\u00e7\u00e3o. Na medida em que esse intestino \u00e9 exposto ao meio ambiente, ele \u00e9 povoado por bact\u00e9rias e come\u00e7a a crescer, aumentando seu potencial regenerativo, mas aumentando tamb\u00e9m o ex\u00e9rcito de c\u00e9lulas inflamat\u00f3rias que v\u00e3o conviver ali com trilh\u00f5es de bact\u00e9rias, fungos e at\u00e9 mesmo v\u00edrus na microbiota. Ali\u00e1s, o maior ex\u00e9rcito de c\u00e9lulas imunit\u00e1rias do corpo fica no intestino, n\u00e3o \u00e9 nos linfonodos, nem na medula \u00f3ssea, e acredito que a imunologia est\u00e1 muito ligada \u00e0 microbiota. Tanto que os tratamentos para a DII t\u00eam como base a imunossupress\u00e3o, e essas doen\u00e7as tamb\u00e9m est\u00e3o comumente caracterizadas por uma disbiose, um desequil\u00edbrio na microbiota que provoca rea\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias frequentes\u201d, aposta o pesquisador.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o de problemas emergentes de sa\u00fade p\u00fablica \u00e9 uma grande marca da pesquisa no IDOR, que busca fomentar o avan\u00e7o cient\u00edfico aliado ao aumento da qualidade de vida para a popula\u00e7\u00e3o. Incluindo frentes que englobam pesquisas cl\u00ednicas, laboratoriais e an\u00e1lises demogr\u00e1ficas, os estudos em andamento na \u00e1rea de Gastroenterologia do IDOR prometem fornecer informa\u00e7\u00f5es relevantes para o entendimento das DII, contribuindo tanto para o corpo cient\u00edfico internacional como para o embasamento de interven\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, que possam ser endere\u00e7adas a cen\u00e1rios epidemiol\u00f3gicos heterog\u00eaneos, como o que encontramos no Brasil.<\/p>\n<p>Escrito por Maria Eduarda Ledo de Abreu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marcadores pouco invasivos, novos tratamentos e reconhecimento das caracter\u00edsticas demogr\u00e1ficas da doen\u00e7a s\u00e3o as principais apostas da pesquisa em Gastroenterologia do IDOR.<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":10139,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[191,190],"tags":[],"class_list":["post-10138","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-novidades","category-pesquisa"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - 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