{"id":2387,"date":"2021-05-26T20:10:22","date_gmt":"2021-05-26T23:10:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/\/estudo-do-idor-revela-que-contacao-de-historias-reduz-estresse-e-aumenta-producao-de-ocitocina-em-criancas-hospitalizadas\/"},"modified":"2021-12-11T16:41:30","modified_gmt":"2021-12-11T19:41:30","slug":"estudo-do-idor-revela-que-contacao-de-historias-reduz-estresse-e-aumenta-producao-de-ocitocina-em-criancas-hospitalizadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/estudo-do-idor-revela-que-contacao-de-historias-reduz-estresse-e-aumenta-producao-de-ocitocina-em-criancas-hospitalizadas\/","title":{"rendered":"Estudo do IDOR revela que conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias reduz estresse e aumenta produ\u00e7\u00e3o de ocitocina em crian\u00e7as hospitalizadas"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_24521\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-24521\" class=\"wp-image-24521 size-large\" src=\"http:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/thumbnail_vera-1024x682.jpeg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"682\" \/><p id=\"caption-attachment-24521\" class=\"wp-caption-text\">Volunt\u00e1ria do Viva e Deixe Viver l\u00ea hist\u00f3ria para crian\u00e7a hospitalizada. Foto: Ana Fl\u00e1via Coutinho\/ Viva e Deixe Viver<\/p><\/div>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\"><i>Pesquisa in\u00e9dita mostra que atividade aumenta a qualidade de vida de crian\u00e7as internadas em UTIs com evid\u00eancias robustas de impactos fisiol\u00f3gicos e psicol\u00f3gicos positivos<\/i><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Um novo estudo com participa\u00e7\u00e3o do Instituto D&#8217;Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal do ABC (UFABC), em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Viva e Deixe Viver (Viva), acaba de evidenciar, pela primeira vez, que o ato de contar hist\u00f3rias \u00e9 capaz de trazer benef\u00edcios fisiol\u00f3gicos e emocionais para crian\u00e7as que se encontram em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A descoberta foi publicada esta semana no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/content\/pnas\/118\/22\/e2018409118.full.pdf\"><b><i>Proceedings of the National Academy of Sciences<\/i><\/b><\/a>, peri\u00f3dico cient\u00edfico da Academia Nacional de Ci\u00eancias dos Estados Unidos, e foi liderada pelos pesquisadores Dr. Guilherme Brockington, da UFABC e pesquisador associado do IDOR, e Dr. Jorge Moll Neto, do IDOR.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 \u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\"><i>&#8220;Durante a conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias acontece algo que chamamos de &#8216;transporte da Narrativa&#8217;, ou seja, a crian\u00e7a, por meio da fantasia, pode experimentar sensa\u00e7\u00f5es e pensamentos que a transportam, momentaneamente, para outro mundo, outro lugar, diferente do quarto do hospital e, portanto, longe das condi\u00e7\u00f5es aversivas de uma interna\u00e7\u00e3o&#8221;<\/i> informa Dr. Guilherme Brockington, primeiro autor do estudo.<\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">A Associa\u00e7\u00e3o Viva e Deixe Viver j\u00e1 atua com conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias em hospitais h\u00e1 24 anos, levando para estes ambientes esta pr\u00e1tica imemorial da humanidade. Lendas, religi\u00f5es e valores sociais atravessaram mil\u00eanios por meio da oralidade e da escrita. Este movimento, conduzido pelo pensamento, pode criar empatia por eventos e personagens que oscilam de acordo com a interpreta\u00e7\u00e3o de cada receptor.<\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\"><i>\u201cAt\u00e9 ent\u00e3o, a evid\u00eancia positiva do ato de se contar hist\u00f3rias era baseada em \u2018bom senso\u2019, em que a intera\u00e7\u00e3o com a crian\u00e7a poderia distrair, entreter, aliviar um pouco o sofrimento. Mas faltava um embasamento cient\u00edfico s\u00f3lido, principalmente no que tange a mecanismos fisiol\u00f3gicos subjacentes.\u201d<\/i>, explica Dr. Jorge Moll Neto.<\/span><\/p>\n<p class=\"p6\"><span class=\"s1\"><i>\u201cQual \u00e9 o poder da conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias e do l\u00fadico criativo em crian\u00e7as hospitalizadas e em UTI\u2019s? E como essas hist\u00f3rias efetivamente melhoram a sa\u00fade e as circunst\u00e2ncias f\u00edsicas, emocionais<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>e mentais dessas crian\u00e7as? A Viva se dedica em demonstrar essas respostas em tantos patamares quanto poss\u00edvel: na imagina\u00e7\u00e3o pura, estimulando o tempo do brincar e do era uma vez; no emocional, levando afeto, empatia, di\u00e1logo e compreens\u00e3o, e no corpo f\u00edsico, quando pesquisas demonstram efeitos org\u00e2nicos e hormonais contribuindo para o bem-estar, recupera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida, diminui\u00e7\u00e3o de medicamentos, entre outros\u201d, <\/i>comenta o fundador da Viva, Valdir Cimino.<\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Foi considerando os processos psicol\u00f3gicos e biol\u00f3gicos que ocorrem antes, durante e depois de ouvir uma hist\u00f3ria, que os pesquisadores do estudo tiveram a ideia de buscar evid\u00eancias cient\u00edficas acerca dos principais benef\u00edcios das narrativas para crian\u00e7as hospitalizadas em caso cr\u00edtico. <\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Foram selecionadas, ao todo, 81 crian\u00e7as, com idades entre 2 e 7 anos e que apresentavam condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas similares e problemas respirat\u00f3rios como asma, bronquite e pneumonia. Internadas em UTI no Hospital S\u00e3o Luiz Jabaquara, da Rede D\u00b4Or, em S\u00e3o Paulo. As crian\u00e7as foram divididas em dois grupos de forma aleat\u00f3ria: 41 delas participaram de um grupo no qual contadores de hist\u00f3ria volunt\u00e1rios da Associa\u00e7\u00e3o Viva e deixe Viver liam<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>hist\u00f3rias infantis durante 25 a 30 minutos, enquanto em um grupo controle, 40 crian\u00e7as eram engajadas em perguntas de enigmas e adivinha\u00e7\u00f5es propostas pelos mesmos profissionais e durante o mesmo intervalo de tempo. <\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Para comparar os efeitos das duas interven\u00e7\u00f5es, foram coletadas amostras de saliva de cada participante com o objetivo de analisar as oscila\u00e7\u00f5es de cortisol e ocitocina \u2013 subst\u00e2ncias relacionadas ao estresse e \u00e0 empatia, respectivamente \u2013, antes e depois de cada sess\u00e3o. Al\u00e9m disso, as crian\u00e7as tamb\u00e9m realizaram um teste subjetivo sobre o n\u00edvel de dor que estavam sentindo antes e depois de experimentarem as atividades, bem como realizavam uma tarefa de associa\u00e7\u00e3o livre de palavras ao verem 7 cartas com ilustra\u00e7\u00f5es de elementos do contexto hospitalar (Enfermeira, M\u00e9dica, Hospital, Rem\u00e9dio, Doente, Dor e Livro). <\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Os desfechos foram positivos para os dois grupos, j\u00e1 que ambas interven\u00e7\u00f5es reduziram o n\u00edvel de cortisol e aumentaram a produ\u00e7\u00e3o de ocitocina em todas as crian\u00e7as analisadas, enquanto a sensa\u00e7\u00e3o de dor e desconforto tamb\u00e9m foi amenizada, segundo a avalia\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias crian\u00e7as. A \u00fanica e significativa diferen\u00e7a \u00e9 que <b>os resultados do grupo que participou da conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias foram duas vezes melhores do que o grupo das adivinha\u00e7\u00f5es,<\/b> o que levou os pesquisadores \u00e0 conclus\u00e3o de que este contraste s\u00f3 poderia se dar em fun\u00e7\u00e3o da atividade narrativa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"p6\"><span class=\"s2\"><i>\u201cOutro destaque deste estudo \u00e9 que ele n\u00e3o foi realizado em ambiente artificial, e sim dentro do cotidiano da UTI pedi\u00e1trica. A conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias era feita de forma individualizada, a crian\u00e7a escolhia qual seria a hist\u00f3ria a ser contada. Entre os livros oferecidos, n\u00f3s escolhemos t\u00edtulos dispon\u00edveis em livrarias comuns e sem vi\u00e9s emocional pr\u00e9-definido, para a hist\u00f3ria n\u00e3o influenciar tanto a rea\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a depois da atividade\u201d<\/i>, destaca Dr. Guilherme Brockington.<\/span><\/p>\n<p class=\"p6\"><span class=\"s1\"><i>\u201cOs volunt\u00e1rios da Associa\u00e7\u00e3o, verdadeiros agentes transformadores na sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, sabem que a palavra cura e t\u00eam um vasto repert\u00f3rio l\u00e9xico-medicinal para fazer crian\u00e7as mais felizes\u201d,<\/i> enfatiza Valdir Cimino.<\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">O estudo comenta que outras pesquisas j\u00e1 evidenciaram os efeitos das narrativas no c\u00e9rebro humano. Por exemplo, apenas ao ler sobre a descri\u00e7\u00e3o de um som numa hist\u00f3ria, as \u00e1reas do c\u00f3rtex relacionadas \u00e0 audi\u00e7\u00e3o s\u00e3o ativadas, mesmo que n\u00e3o haja fonte sonora no local. Contudo, e apesar da pr\u00e1tica j\u00e1 ser adotada em muitos hospitais infantis, <b>esta \u00e9 a primeira vez que s\u00e3o apresentadas evid\u00eancias robustas de seus impactos fisiol\u00f3gicos e psicol\u00f3gicos, contribuindo para que a conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias seja pensada como m\u00e9todo terap\u00eautico eficaz e de baixo custo, que pode fazer toda a diferen\u00e7a na qualidade de vida das crian\u00e7as em unidades de terapia intensiva. <\/b><\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\"><i>\u201cConsidero este estudo um dos mais importantes dos quais participei, pela sua simplicidade, rigor, e potencial impacto direto em pr\u00e1ticas do ambiente hospitalar, visando o al\u00edvio do sofrimento. Por ser uma interven\u00e7\u00e3o de baixo custo e alta seguran\u00e7a, potencialmente pode ser implementada em todo o sistema p\u00fablico, assim que estudos de maior escala verifiquem sua reprodutibilidade e efic\u00e1cia. Pretendemos estender e replic\u00e1-lo em outros locais e grupos e apoiar o voluntariado que se dedica a esta nobre atividade de conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias, agora com uma evid\u00eancia cient\u00edfica mais s\u00f3lida\u201d, <\/i>ressalta Dr<i>. <\/i>Jorge Moll Neto<i>. <\/i><\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Os impactos emocionais da conta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foram revelados nos resultados do teste de associa\u00e7\u00e3o livre de palavras, feito ao final de cada interven\u00e7\u00e3o.<b> As crian\u00e7as do grupo que passou pela sess\u00e3o de conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias relataram muito mais emo\u00e7\u00f5es positivas do que o grupo controle, justamente para os est\u00edmulos referentes a Hospital, Enfermeira e M\u00e9dica.<\/b> Por exemplo, as crian\u00e7as do grupo controle quando viam a carta com o desenho de um Hospital diziam: \u201cesse \u00e9 o lugar que as pessoas v\u00e3o quando est\u00e3o doentes\u201d. J\u00e1 as crian\u00e7as do grupo conta\u00e7\u00e3o relataram para a mesma carta: \u201cesse \u00e9 o lugar que as pessoas v\u00e3o para ficarem melhor\u201d. Para enfermeira e m\u00e9dica, foram observados o mesmo padr\u00e3o. Crian\u00e7as do grupo controle diziam \u201c\u00c9 a mo\u00e7a m\u00e1 que vem me espetar com a inje\u00e7\u00e3o\u201d, enquanto as que ouviram as hist\u00f3rias diziam frases como: \u201c\u00c9 a mo\u00e7a que vem me curar\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Apesar da pesquisa ter contado com o apoio de profissionais contadores de hist\u00f3ria da associa\u00e7\u00e3o Viva e Deixe Viver, os autores afirmam que a conta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma atividade que pode ser praticada de forma igualmente ben\u00e9fica por pais e educadores, dando espa\u00e7o para as crian\u00e7as participarem da escolha e da intera\u00e7\u00e3o com a hist\u00f3ria. Al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o de ansiedade e estresse, a atividade possibilita estreitar la\u00e7os entre a crian\u00e7a, o narrador e as outras pessoas presentes na pr\u00e1tica.<\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Os autores do estudo chamam a aten\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m, para aplica\u00e7\u00f5es potenciais adicionais da conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias, e seus resultados positivos, em crian\u00e7as que experimentam diferentes tipos de estresse em seu meio, tal qual o observado pela pandemia de Covid-19. <\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\"><i>\u201cAinda que tenhamos realizado nossa pesquisa dentro de um hospital, o ambiente da UTI pode guardar bastante similaridades com a realidade que muitas crian\u00e7as podem estar vivenciando agora com a pandemia da COVID-19: o isolamento social que as mant\u00e9m distantes dos amigos e pessoas queridas; os graus de stress e tens\u00e3o causados por uma doen\u00e7a; o t\u00e9dio de estar no mesmo ambiente por muito tempo; as emo\u00e7\u00f5es negativas como medo, tristeza e raiva que surgem em ambos os casos. Assim, a pr\u00e1tica da conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias por pais, parentes e amigos pode ser uma maneira simples e efetiva de melhorar o bem-estar da crian\u00e7a e \u00e9 uma atividade acess\u00edvel para todas as fam\u00edlias\u201d<\/i>, finaliza Dr. Guilherme Brockington<\/span><\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s1\"><b>Sobre o Instituto D\u2019Or de Pesquisa e Ensino<\/b><\/span><\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s1\">Fundado em 2010, o Instituto D\u2019Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos, que tem por objetivo promover o avan\u00e7o cient\u00edfico, qualifica\u00e7\u00e3o, dissemina\u00e7\u00e3o do saber e a inova\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de sa\u00fade.<\/span><\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s1\">O IDOR vem desenvolvendo pesquisas de fronteira voltadas tanto para ci\u00eancia aplicada, ou seja, com impacto cl\u00ednico direto a curto prazo, quanto para a ci\u00eancia fundamental, que busca o conhecimento mais profundo sobre os mecanismos biol\u00f3gicos, fisiol\u00f3gicos e patol\u00f3gicos.<\/span><\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s1\">A import\u00e2ncia de aproximar a ci\u00eancia b\u00e1sica da cl\u00ednica foi evidenciada nas pesquisas envolvendo o v\u00edrus Zika, nas quais os pesquisadores do IDOR desempenharam um papel fundamental na comprova\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre o v\u00edrus e a microcefalia. Os resultados tiveram grande alcance internacional e foram publicados na\u00a0<i>Science<\/i>, uma das mais conceituadas revistas cient\u00edficas da atualidade.<\/span><\/p>\n<p class=\"p6\"><span class=\"s1\"><b>Sobre a Associa\u00e7\u00e3o Viva e Deixe Viver<\/b><\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associa\u00e7\u00e3o Viva e Deixe Viver (<a href=\"http:\/\/www.vivaedeixeviver.org.br\"><span class=\"s3\">www.vivaedeixeviver.org.br<\/span><\/a>) \u00e9 uma Organiza\u00e7\u00e3o da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e pol\u00edticas p\u00fablicas. Por meio da arte de contar hist\u00f3rias, forma cidad\u00e3os conscientes da import\u00e2ncia do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, \u00e9tica e afeto.\u00a0 A entidade tamb\u00e9m \u00e9 refer\u00eancia em educa\u00e7\u00e3o e cultura, por meio da promo\u00e7\u00e3o de atividades de ensino continuado.<\/span><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s1\">Nesse sentido, conta com o canal Viva Eduque (<a href=\"https:\/\/www.vivaedeixeviver.org.br\/o-que-e\/\"><span class=\"s3\">https:\/\/www.vivaedeixeviver.org.br\/o-que-e\/<\/span><\/a>), espa\u00e7o criado para a difus\u00e3o cultural, educacional e gest\u00e3o do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, al\u00e9m dos 1.357 fazedores e contadores de hist\u00f3rias volunt\u00e1rios, que visitam regularmente 85 hospitais em todo o Brasil, a Associa\u00e7\u00e3o conta com o apoio das empresas Pfizer, Volvo, Cremer, UOL, Safran, Santa Massa e Instituto Helena Florisbal.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Escrito por Maria Eduarda Ledo de Abreu e Mayara Benatti.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa in\u00e9dita mostra que atividade aumenta a qualidade de vida de crian\u00e7as internadas em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3236,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[11,61,64],"tags":[],"class_list":["post-2387","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-research","category-novidades","category-saude-mental"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2387","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2387"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2387\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5085,"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2387\/revisions\/5085"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3236"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2387"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2387"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2387"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}