{"id":7760,"date":"2018-10-04T03:00:00","date_gmt":"2018-10-04T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ptbr.idor.org\/delirium-e-seus-desafios\/"},"modified":"2018-10-04T03:00:00","modified_gmt":"2018-10-04T06:00:00","slug":"delirium-e-seus-desafios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/delirium-e-seus-desafios\/","title":{"rendered":"Delirium e seus desafios"},"content":{"rendered":"<p><em>S\u00edndrome acomete cerca de 40% dos pacientes cr\u00edticos e est\u00e1 associada \u00e0 maior taxa de mortalidade. No Instituto D\u2019Or, cientistas exploram alternativas para preven\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico e tratamento do problema.<\/em><\/p>\n<p>Frequentemente observado em pacientes graves, o <em>delirium<\/em> \u00e9 um comprometimento tempor\u00e1rio do funcionamento cerebral que prolonga o tempo de interna\u00e7\u00e3o, aumenta seu custo e pode levar \u00e0 morte. Por isso, m\u00e9dicos intensivistas do Instituto D\u2019Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), em colabora\u00e7\u00e3o com pesquisadores internacionais, v\u00eam explorando alternativas capazes de reduzir o impacto do problema e melhorar a qualidade do tratamento oferecido ao paciente cr\u00edtico. Coroando anos de pesquisa nessa linha, o l\u00edder do projeto, Jorge Salluh, publicou, com o italiano Nicola Latronico, da Universidade de Brescia, um guia pr\u00e1tico para a assist\u00eancia a pacientes com <em>delirium<\/em>. <a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s00134-018-5310-x\" data-rt-link-type=\"external\">O artigo foi publicado na sess\u00e3o \u201cO que h\u00e1 de novo em terapia intensiva\u201d, do peri\u00f3dico especializado Intensive Care Medicine.<\/a><\/p>\n<p>Caracterizado por flutua\u00e7\u00f5es do<em> status <\/em>mental, falta de aten\u00e7\u00e3o, n\u00edveis alterados de consci\u00eancia e pensamento desordenado, o <em>delirium<\/em> \u2013 palavra latina que n\u00e3o possui tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas \u2013 est\u00e1 presente na rotina de unidades de terapia intensiva (UTIs), onde cerca de 40% dos pacientes apresentam o quadro. O \u00edndice sobe para at\u00e9 80% entre pacientes que respiram com ajuda de aparelhos. Pesquisas sobre o tema desenvolvidas pelo IDOR apontaram <a href=\"https:\/\/www.bmj.com\/content\/bmj\/350\/bmj.h2538.full.pdf\" data-rt-link-type=\"external\">que pacientes com delirium possuem risco de morte duas vezes maior que os demais<\/a>, al\u00e9m de poderem apresentar sequelas cognitivas de longo prazo.<\/p>\n<p>Perguntado sobre o que pode ser feito para mudar essa situa\u00e7\u00e3o, Salluh \u00e9 categ\u00f3rico: \u201cexiste muito a ser explorado\u201d, afirma, referindo-se \u00e0 melhoria do manejo do paciente com <em>delirium<\/em>. De acordo com o pesquisador, o conhecimento m\u00e9dico sobre o fen\u00f4meno ainda \u00e9 baixo, e os instrumentos utilizados para seu diagn\u00f3stico n\u00e3o s\u00e3o adequados. Um <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/profile\/Yoanna_Skrobik\/publication\/318923930_Worldwide_Survey_of_the_Assessing_Pain_Both_Spontaneous_Awakening_and_Breathing_Trials_Choice_of_Drugs_Delirium_MonitoringManagement_Early_ExerciseMobility_and_Family_Empowerment_ABCDEF_Bundle\/links\/59912f8baca2721d9b72e530\/Worldwide-Survey-of-the-Assessing-Pain-Both-Spontaneous-Awakening-and-Breathing-Trials-Choice-of-Drugs-Delirium-Monitoring-Management-Early-Exercise-Mobility-and-Family-Empowerment-ABCDEF-Bundle.pdf\" data-rt-link-type=\"external\">levantamento realizado em UTIs de 47 pa\u00edses<\/a> mostrou que, embora as unidades realizem monitoramento rotineiro de <em>delirium<\/em>, apenas 42% delas utilizam ferramentas de diagn\u00f3stico validadas pela comunidade cient\u00edfica internacional.<\/p>\n<p>No caso de pacientes neurocr\u00edticos, isto \u00e9, que apresentam les\u00f5es cerebrais, como um acidente vascular cerebral (AVC) ou traumatismo cranioencef\u00e1lico, o diagn\u00f3stico \u00e9 particularmente desafiador, pois h\u00e1 fatores confundidores: como ter certeza de que as altera\u00e7\u00f5es cognitivas observadas, t\u00edpicas do <em>delirium<\/em>, n\u00e3o est\u00e3o sendo produzidas pelas les\u00f5es diretas no c\u00e9rebro?<\/p>\n<p>A dificuldade em separar as duas coisas faz com que grande parte dos estudos sobre delirium acabe excluindo os pacientes neurocr\u00edticos de suas amostras. No entanto, <a href=\"https:\/\/journals.lww.com\/ccmjournal\/Abstract\/onlinefirst\/Delirium_Monitoring_in_Neurocritically_Ill.96161.aspx\" data-rt-link-type=\"external\">Salluh e colaboradores tamb\u00e9m mostraram que a avalia\u00e7\u00e3o e o monitoramento de <em>delirium<\/em> em pacientes neurocr\u00edticos pode ser realizada com sucesso<\/a>, da mesma forma como \u00e9 feita em outros tipos de pacientes. \u201cEsperamos, com esses resultados, estimular que mais estudos sobre <em>delirium<\/em> sejam conduzidos em pacientes com les\u00e3o cerebral\u201d, aponta o pesquisador.<\/p>\n<p><strong>Tratamento e preven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Numa <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0883944115001501\" data-rt-link-type=\"external\">revis\u00e3o de literatura<\/a> que incluiu mais de 30 anos de pesquisa sobre<em> delirium<\/em>, Salluh e sua equipe reuniram evid\u00eancias de que o tratamento farmacol\u00f3gico \u00e9, muitas vezes, ineficaz para contornar o problema, reduzir o tempo de interna\u00e7\u00e3o em UTIs ou diminuir a mortalidade dos pacientes. Por isso, a decis\u00e3o entre medicar ou n\u00e3o pessoas com <em>delirium<\/em> \u00e9 complicada. \u201cEsse \u00e9 um dilema do dia a dia de um intensivista\u201d, explica o pesquisador. Foi pensando em auxiliar a tomada de decis\u00e3o m\u00e9dica que Salluh e Latronico decidiram publicar um guia para o atendimento de pacientes que apresentam esse quadro.<\/p>\n<p>Por outro lado, abordagens n\u00e3o farmacol\u00f3gicas, como mobilidade precoce e melhora do ambiente de UTI, podem trazer benef\u00edcios para os pacientes com <em>delirium<\/em> e devem, por isso, ser estimuladas. Uma interven\u00e7\u00e3o n\u00e3o medicamentosa de comprovado sucesso \u00e9 a aproxima\u00e7\u00e3o de familiares ao leito da UTI. Em 2017, <a href=\"http:\/\/www.hret-hiin.org\/Resources\/iatrogenic_delirium\/17\/effectiveness-and-safety-of-an-extended-icu.pdf\" data-rt-link-type=\"external\">os pesquisadores exploraram os efeitos da pol\u00edtica de visita\u00e7\u00e3o de uma UTI sobre o delirium em 286 pacientes<\/a>. Ao dobrar-se o per\u00edodo de visita\u00e7\u00e3o de duas para quatro horas di\u00e1rias, houve 50% de redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de pacientes com <em>delirium<\/em>, al\u00e9m da diminui\u00e7\u00e3o da dura\u00e7\u00e3o do quadro e do tempo de interna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Finalmente, os resultados das pesquisas parecem indicar tamb\u00e9m que a preven\u00e7\u00e3o do aparecimento do fen\u00f4meno \u00e9 a melhor estrat\u00e9gia para combater o <em>delirium<\/em>. O uso profil\u00e1tico de medicamentos antipsic\u00f3ticos pode ter efeitos positivos, reduzindo o n\u00famero de casos. Al\u00e9m disso, o monitoramento de dor, agita\u00e7\u00e3o e seda\u00e7\u00e3o e o aumento do engajamento familiar tamb\u00e9m v\u00eam sendo associados \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do <em>delirium<\/em> e do tempo que o paciente passa em ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica.<\/p>\n<p>Para Salluh, \u00e9 importante que o conhecimento cient\u00edfico gerado por esses e outros estudos chegue at\u00e9 as equipes de intensivistas. \u201cAssim eles poder\u00e3o oferecer as abordagens mais eficientes frente ao <em>delirium<\/em>, aumentando a sobrevida dos pacientes e diminuindo o impacto do problema sobre o sistema de sa\u00fade\u201d, conclui.<\/p>\n<p>?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00edndrome acomete cerca de 40% dos pacientes cr\u00edticos e est\u00e1 associada \u00e0 maior taxa de mortalidade. No Instituto D\u2019Or, cientistas exploram alternativas para preven\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico e tratamento do problema. 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