{"id":7932,"date":"2018-04-10T03:00:00","date_gmt":"2018-04-10T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ptbr.idor.org\/neurobiologia-do-toque\/"},"modified":"2018-04-10T03:00:00","modified_gmt":"2018-04-10T06:00:00","slug":"neurobiologia-do-toque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/neurobiologia-do-toque\/","title":{"rendered":"Neurobiologia do toque"},"content":{"rendered":"<p>Prazer, c\u00f3cegas, dor: um toque pode despertar muitas<br \/>\nsensa\u00e7\u00f5es diferentes, dependendo da forma e do contexto em que ele acontece. E,<br \/>\nembora a maioria das pessoas costume dizer que \u201csente na pele\u201d o contato<br \/>\nf\u00edsico, o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por processar essas sensa\u00e7\u00f5es \u00e9 o c\u00e9rebro. Entender<br \/>\ncomo o sistema nervoso central reage a diversos tipos de toque \u00e9 o objeto de<br \/>\nestudo do neurocientista alem\u00e3o Michael Brecht, pesquisador da Universidade<br \/>\nHumboldt e coordenador do Centro de Neuroci\u00eancia Computacional Bernstein, ambos<br \/>\nem Berlim. No dia 26 de abril, ele estar\u00e1 no Instituto D\u2019Or de Pesquisa e<br \/>\nEnsino, no Rio de Janeiro, para compartilhar os resultados de suas pesquisas. <\/p>\n<p>Em experimentos com ratos, Brecht procura avaliar como<br \/>\neles reagem ao toque social. \u201cN\u00f3s tocamos os animais e gravamos suas<br \/>\nvocaliza\u00e7\u00f5es, o que nos d\u00e1 uma indica\u00e7\u00e3o de sua resposta emocional\u201d, explica. A<br \/>\nregi\u00e3o cerebral envolvida nessa resposta \u00e9 o c\u00f3rtex somatossensorial,<br \/>\nrespons\u00e1vel por processar as sensa\u00e7\u00f5es provenientes de diferentes partes do corpo.\n<\/p>\n<p>Embora<br \/>\nmuitos estudos avaliem a resposta cerebral ao toque em experimentos onde o<br \/>\nest\u00edmulo \u00e9 pr\u00e9-determinado e controlado pelo observador, pouco se sabe sobre as<br \/>\nrespostas do c\u00f3rtex geradas a partir de intera\u00e7\u00f5es sociais complexas. Os<br \/>\nresultados obtidos por Brecht d\u00e3o algumas pistas. Por exemplo, seus<br \/>\nexperimentos mostraram que o toque social gera respostas mais fortes do que<br \/>\nsitua\u00e7\u00f5es de toque por objetos. \u201cO toque social<br \/>\ncarrega muito significado para o sujeito. De fato, nossos resultados apontam<br \/>\nque a atividade neural gerada por esse tipo de est\u00edmulo \u00e9 fortemente afetada<br \/>\npelas expectativas que se tem\u201d, conta o pesquisador.<\/p>\n<p>Outro resultado importante obtido pelo cientista foi que<br \/>\nmachos e f\u00eameas apresentam respostas diferentes ao toque. Esse dado \u00e9<br \/>\nsurpreendente porque, embora tenham a anatomia das genit\u00e1lias muito diferente,<br \/>\nmachos e f\u00eameas t\u00eam o c\u00e9rebro muito parecido. \u201cApesar do marcante dimorfismo<br \/>\nsexual externo, observamos impressionante similaridade nos mapas corticais que<br \/>\nrepresentam clit\u00f3ris e p\u00eanis\u201d, aponta Brecht. Por outro lado, a atividade<br \/>\ncerebral das f\u00eameas parece ser fortemente influenciada pelas varia\u00e7\u00f5es nos<br \/>\nn\u00edveis de estrog\u00eanio ao longo do seu ciclo hormonal.<\/p>\n<p>O envolvimento do c\u00f3rtex somatossensorial na rea\u00e7\u00e3o \u00e0s c\u00f3cegas tamb\u00e9m<br \/>\nser\u00e1 abordado na palestra de Brecht. \u201cEm nossos experimentos, habituamos os<br \/>\nratos a receberem c\u00f3cegas e descobrimos que os animais respondem a esse<br \/>\nest\u00edmulo com vocaliza\u00e7\u00f5es\u201d, conta o pesquisador. \u201cOs ratos parecem gostar das<br \/>\nc\u00f3cegas e buscam esse tipo de contato\u201d. Fisiologicamente, o que se observa \u00e9<br \/>\nque muitas c\u00e9lulas nervosas s\u00e3o inibidas ou excitadas pelas c\u00f3cegas, e que<br \/>\nessas respostas neuronais equivalem aos padr\u00f5es cerebrais observados durante<br \/>\nmomentos de brincadeiras. <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Trajet\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Prof. Dr. Michael Brecht (cr\u00e9ditos da imagem: DFG\/David Ausserhofer)<\/p>\n<p>Os<br \/>\nfundamentos neurais do brincar e das brincadeiras s\u00e3o o atual tema de pesquisa<br \/>\nde Brecht, um apaixonado pela rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e comportamento. Na sua<br \/>\nvis\u00e3o, os experimentos com ratos podem dar pistas de como o sistema nervoso<br \/>\ncentral humano funciona. \u201cRatos s\u00e3o animais experimentais fant\u00e1sticos e t\u00eam uma<br \/>\nvida social muito rica&#8221;, defende.<\/p>\n<p>Em<br \/>\n2012, o pesquisador recebeu o pr\u00eamio Leibniz, um dos mais prestigiosos da<br \/>\nAlemanha, por desenvolver um modelo inovador para estudar a atividade neuronal<br \/>\nem animais vivos, enquanto se movimentam livremente. O segredo est\u00e1 na capta\u00e7\u00e3o<br \/>\nde sinais emitidos pelas c\u00e9lulas nervosas. \u201cAs grava\u00e7\u00f5es celulares <em>in vivo<\/em> s\u00e3o um tipo especial de registro<br \/>\nintracelular\u201d, explica Brecht.<\/p>\n<p>Com<br \/>\nesse m\u00e9todo, o cientista demonstrou que mesmo a estimula\u00e7\u00e3o de uma \u00fanica c\u00e9lula<br \/>\nnervosa pode disparar comportamentos motores, o que permite medir de forma<br \/>\nmuito precisa como a codifica\u00e7\u00e3o neural funciona. O conhecimento obtido em<br \/>\npesquisas como essas pode levar, no futuro, ao desenvolvimento de pr\u00f3teses<br \/>\nneurais para pacientes que tiveram as fun\u00e7\u00f5es cerebrais prejudicadas por<br \/>\nacidentes ou doen\u00e7as.<\/p>\n<p>Em sua visita ao<br \/>\nBrasil, o pesquisador falar\u00e1 ao p\u00fablico e conversar\u00e1 com outros cientistas da<br \/>\n\u00e1rea, o que pode abrir caminhos para futuras parcerias. \u201cA neuroci\u00eancia moderna<br \/>\n\u00e9 totalmente internacional e se desdobra como um esfor\u00e7o global para compreender<br \/>\no c\u00e9rebro\u201d, aposta. A confer\u00eancia com o pesquisador, no formato <em>Leibniz Lecture<\/em>, \u00e9 uma estrat\u00e9gia da<br \/>\nSociedade Alem\u00e3 de Amparo \u00e0 Pesquisa (DFG) para estimular o di\u00e1logo entre os<br \/>\nvencedores do pr\u00eamio Leibniz e a comunidade cient\u00edfica ao redor do mundo.\u00a0<br \/>\nAs atividades de Brecht no Rio ser\u00e3o organizadas pelo escrit\u00f3rio da DFG para a<br \/>\nAm\u00e9rica Latina, estabelecido em S\u00e3o Paulo, cujo objetivo \u00e9 estimular a<br \/>\ncoopera\u00e7\u00e3o entre pesquisadores alem\u00e3es e latino-americanos. <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Leibniz Lecture: Prof. Dr. Michael Brecht<\/strong><\/p>\n<p>Tema: \u201cSex,<br \/>\nTouch &amp; Tickle &#8211; the Cortical Neurobiology of Physical Contact\u201d<\/p>\n<p>Dia 26 de abril de 2018, \u00e0s 18h.<\/p>\n<p>Local: Audit\u00f3rio do Instituto D\u2019Or de Pesquisa e Ensino<\/p>\n<p>Rua Diniz Cordeiro, 30, 3\u00ba andar \u2013 Botafogo, Rio de Janeiro<\/p>\n<p>Evento gratuito. H\u00e1 limite de vagas.<\/p>\n<p>Inscri\u00e7\u00f5es pelo link <a href=\"https:\/\/tms.aloom.de\/dfg-leibniz-lecture\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/tms.aloom.de\/dfg-leibniz-lecture\/<\/a><\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre a DFG: <a href=\"http:\/\/www.dfg.de\/pt\/index.jsp\" data-rt-link-type=\"external\">http:\/\/www.dfg.de\/pt\/index.jsp<\/a><\/p>\n<p>?<\/p>\n<p>?<\/p>\n<h6>(cr\u00e9dito da imagem: Jason Snyder\/Flickr: CC BY 2.0)<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prazer, c\u00f3cegas, dor: um toque pode despertar muitas sensa\u00e7\u00f5es diferentes, dependendo da forma e do contexto em que ele acontece. E, embora a maioria das pessoas costume dizer que \u201csente na pele\u201d o contato f\u00edsico, o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por processar essas sensa\u00e7\u00f5es \u00e9 o c\u00e9rebro. 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