{"id":8686,"date":"2023-01-03T21:31:27","date_gmt":"2023-01-04T00:31:27","guid":{"rendered":"https:\/\/ptbr.idor.org\/uma-nova-esperanca-no-enfrentamento-da-doenca-de-alzheimer\/"},"modified":"2023-01-03T21:31:27","modified_gmt":"2023-01-04T00:31:27","slug":"uma-nova-esperanca-no-enfrentamento-da-doenca-de-alzheimer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rededorsaoluiz.com.br\/instituto\/idor\/uma-nova-esperanca-no-enfrentamento-da-doenca-de-alzheimer\/","title":{"rendered":"Reprograma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica para produ\u00e7\u00e3o de anticorpos mostra-se promissora no enfrentamento da Doen\u00e7a de Alzheimer"},"content":{"rendered":"<p><em>Pesquisa com participa\u00e7\u00e3o do IDOR utiliza modifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de neur\u00f4nios para produ\u00e7\u00e3o de anticorpos capazes de reduzir d\u00e9ficit cognitivo em camundongos com dem\u00eancia<\/em><\/p>\n<p>Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, a Doen\u00e7a de Alzheimer (DA) \u00e9 o tipo mais comum de dem\u00eancia, sendo diagnosticada em 70 a 80% dos casos. No Brasil, dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade indicam cerca de 1,2 milh\u00f5es de pessoas t\u00eam a condi\u00e7\u00e3o, e que 100 mil novos casos s\u00e3o diagnosticados todos os anos. Apesar dos n\u00fameros espantosos e de mais de um s\u00e9culo desde a descoberta da doen\u00e7a, ela ainda n\u00e3o \u00e9 completamente compreendida e n\u00e3o h\u00e1 terapias eficazes para seu controle ou cura. Por\u00e9m, um recente estudo pode estar pavimentando um novo caminho no tratamento da doen\u00e7a, renovando as esperan\u00e7as de milh\u00f5es de pacientes e familiares que convivem com o problema mundo afora.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/36369741\/\">Publicada recentemente<\/a> no peri\u00f3dico cient\u00edfico internacional, <i>Molecular Therapy<\/i>, a pesquisa utilizou camundongos para avaliar a a\u00e7\u00e3o de um anticorpo desenvolvido em laborat\u00f3rio, o NUsc1, na inibi\u00e7\u00e3o de aglomerados de mol\u00e9culas que prejudicam as conex\u00f5es cerebrais na doen\u00e7a de Alzheimer. O estudo teve colabora\u00e7\u00e3o do Instituto D\u2019Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) \u2013 Ribeir\u00e3o Preto, al\u00e9m de diversas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa nos Estados Unidos, Argentina, Canad\u00e1 e Fran\u00e7a. Mas, para entendermos a relev\u00e2ncia dessa pesquisa, \u00e9 preciso antes adentrar um pouco no que a literatura cient\u00edfica acredita ser a causa da doen\u00e7a de Alzheimer.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>A beta-amiloide \u00e9 uma prote\u00edna respons\u00e1vel por processos importantes no funcionamento do c\u00e9rebro quando est\u00e1 presente como mol\u00e9culas isoladas (mon\u00f4meros) e em pequenas quantidades. Em alguns casos, quando sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 excessiva ou sua remo\u00e7\u00e3o do ambiente cerebral n\u00e3o \u00e9 devidamente executada, essas mol\u00e9culas come\u00e7am a aglomerar, formando olig\u00f4meros, com 2 a 12 mon\u00f4meros, e at\u00e9 fibras ou placas de beta-amiloide, que possuem milhares dessas prote\u00ednas. A quantidade de mol\u00e9culas de beta-amiloide no l\u00edquor (fluido presente no c\u00e9rebro e na medula espinhal) \u00e9 um dos principais marcadores precoces da DA, e aglomera\u00e7\u00f5es dessa prote\u00edna criam barreiras que interferem nas conex\u00f5es neurais, as sinapses.\u00a0Os poucos tratamentos recentes endere\u00e7ados \u00e0 doen\u00e7a s\u00e3o de imunoterapia com anticorpos monoclonais, que s\u00e3o aplicados via intravenosa para agir em um alvo-espec\u00edfico. No caso da DA, o alvo desses medicamentos s\u00e3o as placas de beta-amiloide (confira o Bloco <i>Saiba Mais<\/i>), contudo, nenhum deles possui efeito de retardar de forma importante o avan\u00e7o da doen\u00e7a e ainda est\u00e3o associados a muitos efeitos adversos, como a inflama\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro, que acaba sendo prejudicial para a doen\u00e7a.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAlgumas pessoas acreditam que as placas tamb\u00e9m causam problema de mem\u00f3ria, mas essa hip\u00f3tese j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 muito v\u00e1lida, pois sabemos que existem pessoas que t\u00eam muitas placas no c\u00e9rebro e possuem boa mem\u00f3ria, e pessoas que t\u00eam problemas de mem\u00f3ria importantes e apresentam poucas placas em seus c\u00e9rebros, de forma que a correla\u00e7\u00e3o entre perda de mem\u00f3ria e placas n\u00e3o \u00e9 clara. A quest\u00e3o das sinapses relacionadas aos olig\u00f4meros \u00e9 mais relevante\u201d, explica o Dr. S\u00e9rgio Ferreira, coordenador do estudo, professor dos Institutos de Biof\u00edsica e de Bioqu\u00edmica M\u00e9dica da UFRJ e pesquisador associado ao IDOR.\u00a0<strong>Aducanumabe<\/strong> \u2013 Em junho de 2021, a FDA (\u00f3rg\u00e3o equivalente \u00e0 Anvisa, nos Estados Unidos) aprovou o primeiro medicamento para Alzheimer em 20 anos, da empresa Biogen. O aducanumabe \u00e9 um anticorpo monoclonal destinado a reduzir as placas de beta-amiloide que se acumulam em pessoas com a doen\u00e7a. Sua aprova\u00e7\u00e3o foi controversa e questionada pela comunidade cient\u00edfica, pois o medicamento oferecia riscos consider\u00e1veis e a sua capacidade de diminuir as placas n\u00e3o se mostrou relevante para a doen\u00e7a.<br \/>\n<strong>Lecanemabe<\/strong> \u2013 Apresentado em dezembro de 2022 em um congresso internacional sobre Alzheimer, o medicamento, tamb\u00e9m da Biogen em parceria com a Eisai, apresentou em seus primeiros resultados a capacidade de agir nas placas de prote\u00edna beta-amiloide e reduzir o decl\u00ednio cognitivo e da mem\u00f3ria em pacientes com sintomas leves. Apesar de ser uma descoberta importante, essa redu\u00e7\u00e3o parece ainda muito pequena para ser clinicamente relevante no desenvolvimento da doen\u00e7a, e o medicamento tamb\u00e9m pode causar neuroinflama\u00e7\u00e3o.O Dr. S\u00e9rgio lidera h\u00e1 mais de 20 anos um grupo de pesquisas voltado para a investiga\u00e7\u00e3o do papel dos olig\u00f4meros de beta-amiloide na DA. \u201cDesde que foram descritos como poss\u00edveis toxinas no Alzheimer, h\u00e1 24 anos, mais de 5 mil artigos cient\u00edficos mostram os poss\u00edveis impactos negativos desses olig\u00f4meros no funcionamento das sinapses e do c\u00e9rebro, inclusive muitos estudos do nosso grupo. Desde o come\u00e7o dos anos 2000 n\u00f3s estudamos esse tema\u201d, informa. Ele explica que as placas de beta-amiloide podem n\u00e3o ser t\u00e3o importantes para o Alzheimer porque elas ficam acumuladas em \u00e1reas espec\u00edficas, enquanto os olig\u00f4meros s\u00e3o sol\u00faveis, circulam pelo l\u00edquor e, por serem menores, se ligam aos neur\u00f4nios, prejudicando as sinapses em v\u00e1rias partes do c\u00e9rebro, o que causaria maior perda de mem\u00f3ria e confus\u00e3o mental.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAcredita-se hoje que as placas s\u00e3o como uma esp\u00e9cie de dep\u00f3sito de lixo, um lugar em que o c\u00e9rebro vai amontoando aquela prote\u00edna t\u00f3xica para minimizar o problema. Na borda desse \u2018lix\u00e3o\u2019 voc\u00ea vai ter problemas, mas n\u00e3o longe dele. J\u00e1 os olig\u00f4meros seriam como os sacos de lixo pequenos, s\u00e3o sol\u00faveis e se dissolvem no l\u00edquor, e ficam passeando pelo c\u00e9rebro atacando as sinapses. Por exemplo, \u00e9 como se as placas fossem um aterro sanit\u00e1rio e os olig\u00f4meros o lixo espalhado nas ruas, e esses \u00faltimos, sim, v\u00e3o tapar bueiros e causar inunda\u00e7\u00f5es\u201d, facilita o cientista.\u00a0<\/p>\n<p>Interessados em uma forma de agir isoladamente nesses olig\u00f4meros, os autores do artigo utilizaram um mini-anticorpo artificial, que foi desenvolvido em 2017 a partir da colabora\u00e7\u00e3o do grupo em outro estudo. \u201cIsso se iniciou anos atr\u00e1s, com o Adriano Sebollela, em uma colabora\u00e7\u00e3o da Northwestern University, nos EUA, com a USP Ribeir\u00e3o Preto e a UFRJ. Ele identificou anticorpos naturais que se ligam preferencialmente aos olig\u00f4meros. A partir da\u00ed, ele sequenciou o DNA que d\u00e1 origem ao anticorpo e n\u00f3s pegamos o pedacinho da sequ\u00eancia gen\u00e9tica que era respons\u00e1vel pelo reconhecimento desse olig\u00f4mero, e a utilizamos para criar o anticorpo artificial, o NUsc1\u201d, relembra. <\/p>\n<p>Mas a forma de aplicar esses anticorpos n\u00e3o favorecia seu uso cl\u00ednico, pois seria necess\u00e1rio realizar inje\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas no l\u00edquor dos pacientes. \u201cFoi a\u00ed que pensamos, \u2018E se a gente conseguir ensinar os nossos neur\u00f4nios a produzir essa mol\u00e9cula?\u2019. Ent\u00e3o, colocamos a sequ\u00eancia gen\u00e9tica de DNA do NUsc1 em um vetor viral atenuado capaz de infectar neur\u00f4nios, mas que, em vez de causar doen\u00e7a, faz com que o neur\u00f4nio passe a produzir aquela mol\u00e9cula. \u00c9 uma terapia g\u00eanica, estamos modificando a gen\u00e9tica da c\u00e9lula para que ela produza algo que n\u00e3o produzia antes. No caso, estamos ensinando o neur\u00f4nio a produzir um anticorpo artificial e pequeno, incapaz de causar inflama\u00e7\u00e3o neural\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>O estudo foi realizado em camundongos com DA. O vetor viral foi injetado apenas uma vez e foi observado que os neur\u00f4nios dos roedores passaram a produzir o NUsc1. Os resultados tamb\u00e9m foram os esperados: a prolifera\u00e7\u00e3o dos anticorpos reduziu o comprometimento da mem\u00f3ria induzido pelos olig\u00f4meros de beta-amiloide e, notavelmente, reverteu os d\u00e9ficits de mem\u00f3ria nos camundongos, um resultado de potencial relev\u00e2ncia para a comunidade cient\u00edfica e para as pessoas afetadas pela DA.\u00a0<\/p>\n<p>Ao ser perguntado pelo futuro do estudo, o Dr. S\u00e9rgio se mostra esperan\u00e7oso, contudo, informa que ainda existem muitas pesquisas e testes a serem feitos. \u201cUm pr\u00f3ximo passo importante seria conseguir parcerias na ind\u00fastria biofarmac\u00eautica para desenvolver a ferramenta que criamos e aplicar em um futuro ensaio cl\u00ednico. Iniciamos essa pesquisa h\u00e1 mais de sete anos, e na \u00e9poca esse vetor viral era o melhor que t\u00ednhamos. Hoje j\u00e1 existem vetores melhores. Em vez de injetar o v\u00edrus no c\u00e9rebro do paciente, quem sabe a gente poderia fazer isso pelo sangue, o que seria menos invasivo e o v\u00edrus chegaria ao c\u00e9rebro pela barreira hematoencef\u00e1lica. Mas, antes mesmo de pensar em ensaios com pessoas, precisar\u00edamos testar em modelos animais mais pr\u00f3ximos ao humano, como outros primatas, para entender melhor a seguran\u00e7a. Seria um pulo grande partir dos efeitos observados em c\u00e9rebros de camundongos direto para pesquisas em seres humanos\u201d, esclarece o pesquisador.\u00a0<\/p>\n<p>Mesmo que ainda muito incipiente para ser considerada uma futura terapia, a nova descoberta \u00e9, no m\u00ednimo, otimista para as pessoas diagnosticadas, seus familiares e cuidadores que convivem com a DA, principalmente quando h\u00e1 mais de 100 anos permanece a car\u00eancia de medicamentos eficientes e com poucos riscos adversos aos pacientes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Escrito por Maria Eduarda Ledo de Abreu<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, a Doen\u00e7a de Alzheimer (DA) \u00e9 o tipo mais comum de dem\u00eancia, sendo diagnosticada em 70 a 80% dos casos.<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":8687,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[191,190],"tags":[],"class_list":["post-8686","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-novidades","category-pesquisa"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - 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