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Estudos com mini órgãos nos ajudam a entender como o novo coronavírus afeta o corpo

Estudos com mini órgãos nos ajudam a entender como o novo coronavírus afeta o corpo

Sars-CoV-2 pode danificar diferentes tecidos, e os estudos com organoides nos ajudam a entender tal processo, que inclui complicações graves em pessoas com Covid-19.

Organoides cerebrais: laboratório Stevens Rehen

O estudo em laboratório dos tecidos afetados pelo novo coronavírus Sars-CoV-2 ajuda cada vez mais a comunidade científica a entender os efeitos da infecção em órgãos humanos. Nessa linha, aglomerados de células chamados de organoides permitem investigar o processo de invasão e destruição em órgãos como fígado e rins, além dos pulmões. Estes órgãos em miniatura também podem ser estudados para verificar se as terapias de combate ao vírus são eficazes. Foi sobre este tema que o jornalista científico Smriti Mallapaty escreveu em artigo publicado pela Revista Nature.

No texto, é convincente a lógica de se investir no estudo com organoides, os quais se assemelham à morfologia dos tecidos, pois podem ser cultivados para que desenvolvam diferentes tipos de células, o que torna mais fácil o entendimento dos danos causados pelo vírus. Por exemplo, pode-se diferenciar danos causados pela infecção diretamente daqueles decorrentes de complicações da infecção. Ademais, esse estudo torna-se mais barato do que os que usam modelos animais, somando-se ao fato de que dispensam preocupações éticas.

Um grupo da Universidade de Kyoto no Japão desenvolveu organoides brônquicos – os brônquios fazem parte do aparelho respiratório, junto às fossas nasais, à faringe, à laringe, à traqueia e aos pulmões – com quatro tipos de células distintas. Os resultados, publicados no bioRxiv, mostraram que o vírus tem como alvo principal células-tronco que reabastecem células no epitélio conhecido como células basais, mas não entram facilmente nas células protetoras e secretoras. Outro estudo mostrou que algumas células morrem após a infecção e isso pode desencadear uma resposta imunológica grave, como a bem estabelecida tempestade de citocinas. Porém ainda não se sabe como tais células morrem.

A partir dos pulmões o vírus pode se espalhar para outros órgãos, e a maneira como esse espalhamento acontece foi publicado recentemente na Revista Cell. No estudo com organoides, os pesquisadores mostraram que o Sars-CoV-2 pode infectar o endotélio – as células que revestem os vasos sanguíneos – o que permite que partículas virais circulem pelo corpo, pois uma vez que o vírus está na corrente sanguínea este pode infectar diversos órgãos. Entre os tantos órgãos afetados estão fígado e intestinos delgado e grosso.

Há pesquisas acontecendo que buscam entender como remédios já utilizados para tratar outras patologias podem ser usados em possíveis terapias.Assim, diferentes grupos de pesquisa estão testando remédios existentes já aplicados no tratamento de outras patologias em organoides. “Organoides criados a partir de células reprogramadas combinam a praticidade do cultivo em laboratório à complexidade de tecidos humanos, o que agiliza a compreensão de processos biológicos e identificação de novos medicamentos” diz Stevens Rehen, cientista do Instituto D’Or e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.  Sua equipe tem utilizado organoides cerebrais para estudar a infecção pelos vírus zika e Sars-Cov-2. 

Por fim, embora todas as descobertas citadas sejam esclarecedoras, o uso de organoides para estudar a interação vírus-hospedeiro está no início, como afirma Bart Haagmans, virologista da Erasmus MC em Rotterdam, Países Baixos. Assim, sistemas organoides mais complexos são necessários para entendermos como o vírus interage com o sistema imunológico do corpo para causar danos. Ademais, tais estudos com têm algumas limitações, uma delas é que não se pode estudar o efeito das interações entre os órgãos de um sistema infectado. Para que tais interações sejam melhor entendidas, após os resultados profícuos em organoides, os experimentos devem ser feitos em modelo animal.

por Luiza Mugnol Ugarte

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12.08.2020

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