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IDOR contribui para ensaio clínico que avaliou o uso de inibidor de quinase no tratamento do Câncer de Tireoide com Mutação RET

IDOR contribui para ensaio clínico que avaliou o uso de inibidor de quinase no tratamento do Câncer de Tireoide com Mutação RET

Novo medicamento melhora resultados e reduz eventos adversos como primeira linha de tratamento para a doença

Um recente estudo clínico internacional apresentou resultados promissores no uso de Selpercatinibe para o tratamento do câncer medular de tireoide com mutação de RET. O medicamento demonstrou eficácia superior aos inibidores multiquinases comumente utilizados no tratamento da doença, Cabozantinibe e Vandetanibe. O estudo foi publicado no New England Journal of Medicine, e contou com a participação de pesquisadores do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Oncologia D’Or, entre eles Dra. Ana Hoff, apresentada entre os autores do estudo.

Carcinoma medular de tireoide com mutação RET

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, o câncer de tireoide é o tumor endocrinológico mais comum e afeta cinco vezes mais as mulheres do que os homens. Dentre suas expressões mais graves está o carcinoma medular de tireoide (CMT) com mutação de RET, um diagnóstico considerado raro, mas que é responsável por um grande número de mortes em portadores da doença.

O gene RET é de suma importância para a regulação do crescimento e desenvolvimento das células da tireoide e de outras partes do corpo. No entanto, quando há uma mutação em sua sequência, pode ocorrer um crescimento descontrolado das células da tireoide, ocasionando muitas vezes o desenvolvimento do CMT. O problema geralmente tem origem hereditária, mas também pode ocorrer em casos esporádicos da doença.

Inibidores multiquinase e inibidores de quinase RET

O estudo envolveu 291 pacientes com CMT com mutação RET, que foram recrutados em centros clínicos de 19 países. Desses participantes, 193 foram selecionados para utilizar Selpercatinibe no tratamento, enquanto os outros 98 compuseram o grupo controle e foram tratados com Cabozantinibe (73) ou Vandetanibe (25).

É importante destacar que Cabozantinibe e Vandetanibe são inibidores multiquinase, ou seja, medicamentos que têm como alvo diferentes proteínas quinase além do RET, o que pode levar a maiores efeitos colaterais. O Selpercatinibe, por sua vez, é um inibidor de quinase RET, sendo altamente específico para o gene RET mutado ou hiperativado, o que permite a redução de impacto em outras proteínas quinases e por consequência menos efeitos colaterais relacionados à medicação.

Resultados do tratamento com Selpercatinibe

Após 12 meses de acompanhamento, o resultado dos pacientes em tratamento com Selpercatinibe atingiu impressionantes 86,8% de sobrevida livre de progressão, que se refere ao período desde o início do tratamento até observar-se uma progressão da doença. O grupo controle apresentou uma taxa bem mais baixa, de 65,7%, e após a progressão da doença os pacientes do grupo controle tiveram suas medicações trocadas pelo Selpercatinibe.

Eventos adversos no tratamento ocorreram em mais de 77% dos casos no grupo com inibidores multiquinase, enquanto no grupo com Selpercatinibe os resultados foram menores que 39%. Essa diferença também se refletiu na taxa de descontinuação dos medicamentos, onde o grupo controle contou com 26,8% de descontinuações, enquanto os pacientes com Selpercatinibe não atingiram sequer 5% nessa métrica.

Em conclusão, a pesquisa indicou que o Selpercatinibe alcançou 69,4% de resposta global, enquanto os medicamentos utilizados pelo grupo controle atingiram apenas 38,8% na avalição final da eficácia no tratamento do CMT com mutação de RET.

Esses achados ressaltam que a inibição seletiva do RET é uma estratégia mais eficaz e que traz menos efeitos adversos no tratamento desses pacientes, e neste cenário o Selpercatinibe se destaca como uma opção promissora e segura para se estabelecer como tratamento de primeira linha para a doença.

Escrito por Maria Eduarda Ledo de Abreu.

03.04.2024

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