Estágio em Medicina Intensiva proporciona acesso a conhecimentos pouco explorados na faculdade

Os seis anos de faculdade de Medicina dão ao aluno uma visão abrangente e geral da profissão, mas nem sempre o currículo acadêmico traz oportunidade para que o futuro médico possa se aprofundar em determinadas áreas de seu interesse. O mesmo ocorre em relação às atividades práticas – que se espalham por diversas especialidades sem se concentrar em uma específica.  

O que então o estudante pode fazer para buscar se aprofundar durante o processo acadêmico, mesmo antes da fase de Residência Médica? Uma boa solução para isso é a opção pelo Estágio Acadêmico.  

Foi o que fez, por exemplo, o estudante Bernardo Pires de Freitas, que cursa o último período na Escola de Medicina Souza Marques, no Rio de Janeiro. Bernardo é, desde 2020, um dos alunos do Estágio Acadêmico em Medicina Intensiva oferecido pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR).  

Quando o IDOR abriu as inscrições para o processo seletivo, em 2019, cerca de mil alunos se inscreveram – e ele foi um dos 100 selecionados para o curso. “Eu queria ir além do aprendizado que a faculdade me oferecia”, conta Bernardo. “Assim que soube da possibilidade de estagiar em uma das unidades hospitalares da Rede D’Or, não pensei duas vezes. As faculdades de Medicina, em geral, não possuem uma grade curricular robusta que dedique atenção à área de terapia intensiva. O estágio tem sido uma excelente oportunidade para conhecer o dia a dia do médico intensivista.”  

 

Objetivos do Estágio Acadêmico 

Com carga horária de 18 horas semanais, divididas em 12 horas práticas e seis horas teóricas, o estágio extracurricular tem como objetivo inserir os estudantes de Medicina nas rotinas de emergência médica e tratamento intensivo de pacientes. Contribui, assim, para a formação e o amadurecimento do futuro médico, que pode se familiarizar com o uso de equipamentos de última geração e tratamentos modernos. 

Bernardo teve a oportunidade de conhecer de perto essa realidade. Ele pôde escolher, entre as unidades hospitalares da Rede D’Or São Luiz, em qual delas realizaria seu estágio. Sua opção foi pela Clínica São Vicente, localizada na Gávea, por ser, segundo ele, uma instituição de saúde bastante tradicional no Rio de Janeiro. 

 

Duração do Estágio Acadêmico 

O período de estágio compreende um ano, com possibilidade de renovação por mais um ano, totalizando assim 24 meses de ensino teórico e prático.  

No caso de Bernardo, que iniciou o estágio no 9º período da faculdade, foram dois anos de aprendizado, que se encerram no final de 2021.  

 

Diferenciais do Estágio Acadêmico da Rede D’Or 

Entre os diferenciais oferecidos pelo Estágio Acadêmico da Rede D’Or, Bernardo aponta o nome reconhecido que a instituição tem na área de saúde. “Esse estágio, certamente, foi um dos principais pontos da minha formação, porque me proporcionou um conhecimento prático importante. Com ele, pude ter acesso a um aprendizado nessa área que eu não teria na faculdade, pois nosso contato com a terapia intensiva é muito limitado.” 

Além disso, ele destaca a possibilidade de atuar em uma instituição de saúde que conta com o que há de mais moderno, em termos de tecnologia e equipamentos, e com profissionais altamente capacitados e reconhecidos em suas áreas de atuação.  

Fundada em 1977, a Rede D’Or São Luiz é a maior rede integrada de cuidados em saúde no Brasil, com presença em dez estados e no Distrito Federal. Com foco no atendimento humanizado, na qualificação da equipe, na adoção de novas tecnologias e na expansão do atendimento, a Rede D’Or São Luiz é referência em qualidade técnica e conta com 59 hospitais e 50 clínicas oncológicas, além de atuar em serviços complementares, como banco de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades. 

Por meio do IDOR, criado em 2010, a Rede D’Or São Luiz também investe em inovação, pesquisa clínica e na formação do profissional de saúde. 

“Esses diferenciais agregam conhecimento ao estagiário. Quando temos uma dúvida ou queremos discutir um caso, por exemplo, sempre podemos contar com um profissional capacitado e experiente para nos auxiliar”, afirma Bernardo. 

 

Teoria e prática integradas  

Outro ponto que ele ressalta é a possibilidade de estar em contato, em um Centro de Tratamento Intensivo (CTI), com as mais diversas especialidades médicas, o que representa outro ganho em sua formação. “Além da terapia intensiva, que é o foco do estágio, tenho contato com muitas outras áreas. Ou seja, é bem mais do que um estágio em Medicina Intensiva.” 

Apesar de o estágio na Rede D’Or ter como foco principal o aprendizado prático, Bernardo conta que o conhecimento teórico não é deixado de lado. “Na São Vicente, temos sessões clínicas on-line, uma vez por semana, com o nosso preceptor acadêmico e, em algumas situações, com convidados externos ou do próprio hospital. A cada encontro discutimos um tema diferente para que assim possamos ter um ganho teórico sintonizado com aquilo que vemos na prática. Como estudantes, não temos muita experiência e conhecimento técnico, e essas sessões suprem essa lacuna.”   

Ao mesmo tempo que recebem formação teórica e prática, os estudantes dos Estágios Acadêmicos do IDOR têm condições de estar de fato próximos ao paciente, sempre com supervisão e acompanhamento dos profissionais. “Por mais que estejamos em uma instituição particular, onde há certos limites na conduta com o paciente, na São Vicente temos autonomia no trato com cada um deles. Posso examiná-los e sugerir a prescrição de medicamentos e procedimentos. Claro que sempre sob supervisão do médico plantonista ou do médico da rotina. A sensação que eu tenho, depois de quase dois anos, é que estou capacitado para ser médico no sentido amplo da Medicina.” 

Ao terminar a faculdade, Bernardo pretende fazer Residência Médica em Clínica Médica e, em seguida, Pneumologia. E acredita que o estágio em Medicina Intensiva com certeza será um diferencial.  

 

Gincana de acadêmicos 

Neste ano de 2021, Bernardo conquistou mais um feito que certamente contribuirá para o seu futuro como médico. Ele foi o ganhador individual da Gincana de Acadêmicos, competição que reúne, desde 2019, os estagiários de Medicina Intensiva e Medicina de Emergência dos hospitais da Rede D’Or São Luiz, no Rio de Janeiro.  

Trata-se de uma atividade lúdica que testa os estudantes acerca dos conhecimentos adquiridos durante o estágio. A gincana tem duas premiações: individual e em grupo, por hospital. Neste último caso, o vencedor deste ano foi a equipe de acadêmicos que representava o Copa D’Or, que levou um troféu. Cada estagiário ganhou, ainda, uma assinatura digital de um mês de uma plataforma de ensino médico, o Medstream. Bernardo, como ganhador individual, recebeu uma assinatura dessa mesma plataforma válida por seis meses.  

 

Inscreva-se para os Estágios Acadêmicos do IDOR  

Além de Medicina Intensiva, o IDOR oferece estágios acadêmicos em Cardiologia e Medicina de Emergência 

As três especialidades estão com inscrições abertas e as vagas são limitadas. Aproveite para viver a prática da sua futura profissão no maior grupo hospitalar do Brasil.  

Para Medicina de Emergência, podem se inscrever estudantes cursando entre o 8° e 11° período. Para Cardiologia e Medicina Intensiva, são aceitos estudantes do 9° ao 11° período. 

Os selecionados receberão bolsa mensal, auxílio-alimentação, vale-transporte municipal e seguro de vida. 

As inscrições podem ser feitas on-line no site do IDOR até o dia 8 de dezembro.  

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Saiba mais sobre o Estágio Acadêmico em Medicina Intensiva do IDOR 

  • Quantidade de vagas oferecidas: 108. 
  • Duração do estágio: um ano, renovável por mais um ano (total de dois anos). 
  • Unidades em que o estágio é oferecido: hospitais Barra D’Or, Caxias D’Or, Copa D’Or, Copa Star, Glória D’Or, Niterói D’Or, Norte D’Or, Quinta D’Or, Rio Mar, Rios D’Or, São Vicente e Oeste D’Or, no Rio de Janeiro. 
  • Prazo de inscrição: 8/12/2021. 

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