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Governos devem começar a pensar em estratégias para fim do confinamento

Governos devem começar a pensar em estratégias para fim do confinamento

Países consideram fatores que podem influenciar na volta à circulação de pessoas.

 

Desde dezembro do ano passado, a pandemia vem atingindo seu pico de contágio em diversos países e em diferentes períodos. Devido a fatores ainda desconhecidos, o vírus apresenta maior letalidade em alguns países do que em outros, mas especialistas supõem que este fato é resultado de aspectos que envolvem a imunidade da população no momento do contágio, questões genéticas e a própria virulência do SARS-CoV-2, que é a capacidade que o vírus tem de se multiplicar dentro do hospedeiro e de causar uma doença.

Embora países ainda estejam em uma curva ascendente de casos e mortes por COVID-19, cientistas e governos se voltam para pensar como e quando será o fim do confinamento. O plano de saída não é simples, pelo contrário, seu sucesso será complexo de se executar, pois milhões de pessoas seguirão vulneráveis à contaminação e uma possível vacina está longe de ser desenvolvida, no entanto, a população não pode permanecer confinada indeterminadamente.

Enquanto países como China e Coreia do Sul planejaram suas testagens e confinamentos de maneira eficiente, o Brasil e os EUA falharam em antecipar a logística e o abastecimento de testes em alta escala, além de não comprarem aparatos o suficiente para proteção de seus agentes de saúde, afetando diretamente a mão de obra mais essencial para contenção da pandemia. 

Nesta semana, a revista Nature publicou um texto que propõe uma estratégia responsável de saída do bloqueio, considerando todas as dificuldades políticas, econômicas e sociais que os países enfrentam atualmente. Primeiro, o distanciamento social segue fundamental para que achatemos a curva de contágio e para que não haja sobrecarga hospitalar. Segundo, a testagem deve ser aumentada quantitativamente, o que irá contribuir para a identificação das pessoas infectadas e daquelas que já estão recuperadas e, por isso, potencialmente imunes.

A publicação também defende que a testagem auxilia a encontrar a proporção populacional que contribui para o chamado efeito rebanho, ou imunidade de grupo.  Este efeito ocorre quando grande parte da população se torna imune a certo contágio, fazendo com que o restante desta mesma população torne-se imune por tabela. Com essa identificação, pode-se organizar quem fica em casa e quem pode voltar à rotina e ao trabalho.

Um terceiro ponto do texto afirma que o planejamento de testes deve focar, inicialmente, na testagem de pessoas que prestam serviços essenciais, como os profissionais relacionados à saúde, à segurança e à alimentação, para que assim o isolamento e a quarentena sejam assertivos. O ideal é que pessoas contaminadas sigam em quarentena enquanto as outras retornam às suas rotina de trabalho. Ao poucos, poderia-se testar outras áreas da população, e assim teríamos uma volta gradativa das atividades econômicas e sociais.

Por fim, as estratégias citadas poderiam incentivar nações a trocar do distanciamento social massivo pela testagem de pessoas sintomáticas e dos indivíduos que com elas tiveram contato, coordenando esta ação com a liberação das pessoas imunes. É evidente que a adesão da população nesse processo ainda se configura em um plano hesitoso, principalmente em países como o Brasil, onde não há capacidade econômica disponível para o investimento em testagens massivas. Nesse caso, o planejamento de testagens por amostra e o cálculo de infectados na população ainda é uma ação primordial, e só a partir desta ações estratégias de liberação poderão ser pensadas.

Escrito por Luiza Mugnol Ugarte.

20.04.2020

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