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Amamentação: quando procurar ajuda especializada

Nossos especialistas estão a sua disposição para orientar e apoiar sempre que precisar
Por: Rede D'Or
mulher amamenta seu bebê em uma sala ensolarada
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Dores que persistem durante toda a mamada, machucados nos seios, pouco ganho de peso do bebê são alguns dos sinais para buscar acompanhamento.

Receio, entusiasmo, ansiedade. Assim como os nove meses de gestação e o parto geram uma série de expectativas na mulher, o próximo grande marco que promove este mix de sentimentos é a amamentação.

E mesmo sabendo da extensa lista de benefícios do aleitamento para a mãe e para o bebê, nem sempre o processo é tão intuitivo e pode não fluir na primeira tentativa – ou mesmo ser impedido por questões fisiológicas ou culturais – e quando isto acontece, tudo bem também. O importante é acolher e não julgar.

Seja qual for a situação, geralmente a mulher tem consciência de que em caso de dificuldade é possível recorrer à consultora de amamentação, por já ter ouvido falar sobre a especialidade em alguma pesquisa durante a gravidez ou na própria consulta com o obstetra. Mesmo assim, saber o momento certo de procurar esta profissional é algo que ainda gera dúvida.

Afinal, quando procurar uma consultora de amamentação?

A resposta é bem pessoal, já que também depende da disponibilidade da mulher em fazer o acompanhamento. Porém, de forma geral, a recomendação de Marcia Regina da Silva, consultora de amamentação do São Luiz Itaim, da Rede D`Or São Luiz, é que a mãe busque ajuda quando estiver enfrentando qualquer dificuldade relacionada ao aleitamento, em que sozinha e nem com o suporte de pessoas próximas está sendo possível resolver.

Outro grande ponto de atenção é a dor. “A dor sinaliza que há algo errado, que precisa de uma intervenção. É lógico que um certo desconforto no começo é possível, seja porque a mulher nunca amamentou e há uma sensibilidade nas mamas – ou porque o bebê está aprendendo e pode errar… Esse desconforto que passa conforme vai dando de mamar é absolutamente normal. Agora, aquela dor que persiste durante a mamada inteira ou até depois dela, precisa ser investigado”, alerta Marcia.

Leia a matéria completa no site “Bebê” da Abril.

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