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Dengue e Síndrome de Guillain Barré

Condição neurodegenerativa pode avançar de forma progressiva e exige acompanhamento especializado desde os primeiros sinais
Por: Rede D'Or
Publicado em • Atualizado em

A dengue costuma ser associada a febre e dores no corpo, mas pode evoluir para além dos sintomas mais conhecidos. Estudos indicam que a infecção pode aumentar significativamente o risco de complicações neurológicas, como a Síndrome de Guillain Barré.

  • O risco de alterações neurológicas pode ser até 17 vezes maior após a infecção.
  • Essas complicações podem surgir mesmo semanas depois da fase inicial da doença.
  • Sintomas como fraqueza, formigamento ou dificuldade de locomoção exigem avaliação médica imediata.
  • A vacinação e a prevenção são fundamentais para reduzir o risco de infecção e possíveis complicações.
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Dengue vai além dos sintomas “clássicos”

A dengue é uma infecção viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e costuma causar sintomas como febre alta, dor no corpo e mal-estar.

No entanto, evidências recentes mostram que a doença pode desencadear complicações mais graves, mesmo após a fase inicial.

Segundo estudo divulgado pela Fiocruz, a dengue pode aumentar em até 17 vezes o risco de desenvolvimento da Síndrome de Guillain Barré, uma condição neurológica rara.

O que é a Síndrome de Guillain Barré

A Síndrome de Guillain Barré é uma condição em que o sistema imunológico passa a atacar os próprios nervos.

Isso pode causar:

  • fraqueza muscular progressiva
  • formigamento nos membros
  • dificuldade de locomoção
  • em casos mais graves, comprometimento da respiração

Embora seja considerada rara, a associação com infecções virais reforça a importância de atenção após quadros de dengue.

Por que essa relação preocupa

Mesmo sendo uma complicação rara, o risco pode aumentar significativamente após a doença, especialmente nas primeiras semanas.Em um cenário de alta circulação do vírus no Brasil, isso significa que mais pessoas podem evoluir com quadros neurológicos que exigem internação e cuidados intensivos.

Além disso, a síndrome pode levar à perda de mobilidade e, em casos mais graves, comprometer a respiração. Por isso, reconhecer sinais precoces e investir na prevenção da dengue se tornam ainda mais importantes.

Quando procurar atendimento

Mesmo sendo uma complicação rara, o risco pode aumentar significativamente após a doença, especialmente nas primeiras semanas.Em um cenário de alta circulação do vírus no Brasil, isso significa que mais pessoas podem evoluir com quadros neurológicos que exigem internação e cuidados intensivos.

Além disso, a síndrome pode levar à perda de mobilidade e, em casos mais graves, comprometer a respiração. Por isso, reconhecer sinais precoces e investir na prevenção da dengue se tornam ainda mais importantes.

A importância da prevenção

Evitar a infecção continua sendo a forma mais eficaz de reduzir riscos.

Além das medidas conhecidas combate ao mosquito, como eliminar água parada, a vacinação surge como uma estratégia importante de proteção.

A imunização ajuda a reduzir as chances de infecção e, consequentemente, o risco de complicações associadas.

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