Todas as vacinas autorizadas para uso na população passam por rigorosos processos de pesquisa, desenvolvimento e controle de qualidade. Isso garante que sejam seguras, eficazes e capazes de proteger contra diversas doenças infecciosas.
Algumas vacinas conferem imunidade por toda a vida, enquanto outras exigem doses de reforço ao longo do tempo. Essa diferença depende do tipo de microrganismo e da tecnologia utilizada no desenvolvimento da vacina.
Atualmente, as vacinas podem ser classificadas em três gerações, de acordo com a forma como são produzidas e como estimulam o sistema imunológico.
1ª Geração – Vacinas com o microrganismo inteiro
Essas vacinas utilizam o próprio agente causador da doença e podem ser de dois tipos:
- Inativadas: quando o microrganismo está morto;
- Atenuadas: quando o microrganismo está vivo, porém enfraquecido e incapaz de causar a doença.
De forma geral, vacinas inativadas costumam exigir doses de reforço para manter a proteção, enquanto as atenuadas tendem a gerar uma resposta imunológica com proteção mais duradoura. São tecnologias tradicionais, utilizadas há décadas e amplamente presentes nos calendários vacinais.
Exemplos de vacinas atenuadas incluem: tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), varicela (catapora), BCG, febre amarela, dengue e rotavírus.
2ª Geração – Vacinas de subunidades
Nesse grupo, são utilizadas apenas partes específicas do microrganismo, como proteínas ou fragmentos, suficientes para estimular o sistema imunológico.
Essas vacinas apresentam um excelente perfil de segurança e já têm uso consolidado na prática clínica, provenientes de estudos desde a década de 70.
Essa tecnologia é a base da criação das vacinas recombinantes, nos quais o gene de uma determinada proteína é introduzido em um microrganismo capaz de produzir muitas cópias dele, que é purificado e usado para produção do imunizante em larga escala.
Fazem parte dessa categoria as vacinas contra: hepatite B, influenza (gripe), HPV, pneumonias e meningites.
3ª Geração – Vacinas genéticas
Representam um importante avanço na biotecnologia. São feitas a partir de fragmentos do material genético (DNA ou RNA) do microrganismo, que servem como um “molde” para que o próprio organismo produza proteínas capazes de gerar a resposta imunológica.
Essas vacinas podem ser baseadas em vetores virais ou em RNA mensageiro (mRNA).
Além de muito seguras, têm a vantagem de permitir uma produção mais rápida, já que não é necessário cultivar o microrganismo inteiro em laboratório. Elas ganharam destaque durante a pandemia de COVID-19, mas essa tecnologia já vinha sendo estudada há vários anos e segue com grande potencial para o desenvolvimento de novas vacinas no futuro.
Independentemente da tecnologia utilizada, todas as vacinas têm o mesmo objetivo: proteger a saúde e prevenir doenças. Manter a vacinação em dia é uma das formas mais eficazes de cuidado, em todas as fases da vida.

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