O exercício físico como parte do tratamento oncológico foi um dos temas difundidos durante o XI Congresso Internacional de Oncologia – Onco in Rio. A Dra. Marina Rondinelli, anestesiologista e especialista em medicina da dor, defende que o exercício precisa ser prescrito e que 75% dos pacientes em quimioterapia relatam comprometimento cognitivo.
De acordo com o estudo publicado no British Journal os Sports Medicine, o exercício físico regular durante o tratamento reduz significativamente a toxicidade cardíaca, o comprometimento cognitivo e a neuropatia.
Para o Dr. Paulo Hoff, presidente da Oncologia D’Or, o exercício físico melhora a estrutura do paciente, a musculatura e diminui a inflamação. “A prescrição da atividade física ainda não é capilarizada na medicina oncológica, é uma conclusão que ganhou evidências fortes nos últimos anos. Mas agora precisa ser disseminada”, afirma o oncologista.


