A Clínica da Dor avalia e trata dores agudas e crônicas de forma individualizada e multidisciplinar, utilizando medicamentos, terapias físicas, intervenções e suporte emocional.
A Clínica da Dor é uma especialidade médica voltada para a avaliação, diagnóstico e tratamento de dores agudas e crônicas. O profissional responsável identifica a origem da dor e define a melhor abordagem terapêutica, que pode incluir medicamentos, procedimentos intervencionistas e terapias complementares.
Além disso, essa especialidade atua de forma multidisciplinar, reunindo médicos, fisioterapeutas, psicólogos e outros profissionais para oferecer um tratamento integral e individualizado.
A Clínica da Dor serve para melhorar a qualidade de vida de pacientes que convivem com dores persistentes ou recorrentes, muitas vezes incapacitantes. Seu objetivo é reduzir a intensidade da dor, controlar os sintomas associados e restabelecer a funcionalidade física e emocional do paciente.
Também tem papel essencial na prevenção da dor crônica e no acompanhamento de casos em que outras especialidades não conseguiram resultados satisfatórios.
Entre os problemas mais frequentemente acompanhados por essa especialidade estão:
Essas condições podem afetar de forma significativa o bem-estar físico e psicológico do paciente, exigindo uma abordagem específica e contínua. O tratamento adequado ajuda a restaurar a autonomia e minimizar o sofrimento causado pela dor prolongada.
O repouso é um dos métodos usados para o alívio de incômodos e doenças, porém a prática de atividades físicas também é mais do que bem-vinda para o tratamento de determinados problemas, inclusive dores crônicas.
O tratamento da dor crônica pode variar de acordo com cada pessoa, principalmente quando o assunto é intensidade, repetições e cargas dos exercícios. “Nem sempre o tratamento da dor deve ser generalizado, e sim orientado de acordo com as necessidades de cada pessoa. Isso inclui uso de medicamentos, mudança do estilo de vida, prática esportiva, entre outras coisas”, ressalta Thiago Bernardo de Carvalho Almeida, médico do esporte do Hospital IFOR, da Rede D’Or, de São Paulo (SP).
Doenças como a lombalgia, cefaleia, artropatias e osteomusculares relacionadas ao trabalho também podem ser combatidas com a atividade física regular. Já no caso da osteoporose, é importante se exercitar tanto na prevenção quanto no tratamento. No caso da fibromialgia, na maioria dos casos, o tratamento medicamentoso não surte efeito se não estiver associado à atividade física.
Por isso, vale a pena que cada paciente se dedique a modalidades indicadas e que sejam agradáveis para cada um.
Outros tratamentos podem ser indicados, entre eles: