A Oncologia é a especialidade médica voltada ao estudo, diagnóstico e tratamento dos diferentes tipos de câncer. Ela reúne ciência, tecnologia e cuidado humanizado para oferecer terapias personalizadas que ampliam a qualidade e a expectativa de vida das pessoas com neoplasias.
A oncologia é a especialidade médica cuja missão é coordenar o diagnóstico e o tratamento do câncer em suas diferentes apresentações. Sendo assim, sempre que possível, o oncologista deve participar de todas as decisões relacionadas ao tratamento nos casos de câncer já diagnosticados. Além disso, pode contribuir no diagnóstico e na prevenção da doença.
Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam a ocorrência de aproximadamente 14 milhões de novos casos de câncer em todo o mundo, número que deve chegar a 21 milhões de novos casos em 2030.
O crescimento destes números pode ser explicado pela maior expectativa de vida da população no mundo todo e pela adoção de hábitos relacionados ao desenvolvimento do câncer, como o sedentarismo, o tabagismo e a maior ingestão de alimentos industrializados.
A oncologia trata uma ampla gama de tumores malignos que podem afetar diferentes órgãos e sistemas do corpo, entre eles:
A especialidade também abrange condições com alto risco de desenvolver câncer, como lesões pré-cancerígenas e determinadas síndromes genéticas.
Muitas pessoas se perguntam: “Oncologista é médico de quê?” ou “Quando procurar um oncologista?”. Para esta questão, a resposta pode variar em cada caso, mas geralmente é indicado consultar esse especialista em situações como:
Em quadros de câncer, o acompanhamento precoce com um oncologista aumenta significativamente as chances de sucesso no tratamento.
A oncologia abrange uma variedade de exames para diagnóstico, estadiamento e acompanhamento do câncer. Alguns dos principais incluem:
Os principais recursos para tratamento do câncer são cirurgia, quimioterapia, imunoterapia, terapia-alvo, radioterapia e hormonioterapia, que podem ser utilizados em combinação ou isoladamente. Essas abordagens podem ser direcionadas para fins curativos, de remissão ou paliativos.
A terapia curativa visa a cura total e completa do paciente. Se isso não for possível, o médico oncologista e o paciente trabalham juntos para alcançar a remissão, o estágio em que a doença já não afeta mais a qualidade de vida do paciente, mas não é possível dizer que a cura já foi alcançada.
Já os cuidados paliativos em oncologia são aplicados aos casos em que não é possível almejar a remissão. Eles consistem em uma série de medidas e procedimentos realizados para melhorar a qualidade de vida do paciente por meio do alívio dos sintomas. O objetivo é controlar a doença.
O médico oncologista passa por um processo longo de formação. Após os seis anos do curso de medicina, o profissional realiza uma residência médica em clínica médica (2 anos) e, depois, outra em oncologia clínica (mais 3 anos). Já os cirurgiões oncológicos fazem residência em cirurgia geral antes da especialização.
Além disso, existem áreas de atuação mais específicas dentro dessa especialidade, como a oncologia pediátrica, oncologia cutânea e oncologia molecular.
Para pacientes com diagnóstico ou suspeita de câncer, contar com o acompanhamento de um oncologista pode oferecer inúmeros benefícios, entre eles:
Além disso, o oncologista orienta sobre medidas preventivas e exames de rastreamento, inclusive para pessoas com histórico familiar de câncer.
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