Medicina Nuclear e Cintilografia

Os tratamentos e diagnósticos de doenças como isquemias, inflamações e alguns tipos de câncer têm ganhado um importante aliado: a medicina nuclear. Ao contrário das técnicas de imagens convencionais, como a radiografia e o ultrassom, por exemplo, a medicina nuclear analisa, principalmente, as funções dos órgãos, isso de forma segura e nem um pouco invasiva. Utilizando o método conhecido como cintilografia, por meio de quantidades mínimas de radiação, é possível examinar e localizar tumores, progressão das doenças e metástases.

Conhecidos como radiofármacos, os medicamentos radioativos variam de tipo de acordo com o objetivo e atuam no organismo como um sinalizador, apontando que há algo de errado ali. A administração do medicamento pode ser feita por via oral, venosa ou por inalação e, mesmo se tratando de doses mínimas de radiação, é preciso que seja feita em ambientes isolados e propícios para a cintilografia.

Os exames de cintilografia são procedimentos de medicina avançada e, para realizá-los, o paciente precisa de uma estrutura de ponta, além de uma preparação que vai desde evitar uma reação alérgica grave, à orientação de uma alimentação específica algumas horas antes do exames, visando a melhor visibilidade do medicamento nas imagens.

Inaugurada em 2018, a Cintilografia do Hospital e Maternidade São Luiz Unidade Anália Franco é um setor exclusivo destinado a realização de 42 procedimentos voltados para a medicina nuclear, incluindo a cintilografia miocárdica de repouso e sob estresse, cintilografia de corpo inteiro, ossos, além de outras modalidades e segmentos corporais. Com isso, a unidade aumenta a capacidade de estratificação não invasiva de doenças, oferecendo aos pacientes mais uma ferramenta de diagnóstico de diversas patologias, em um local seguro e com tecnologia de ponta.