Alopecia androgenética: entenda os sinais, causas e tratamentos

Um cabelo bonito, forte e saudável é um desejo de muitas pessoas. A queda de cabelo é algo normal, mas alguns sinais de alerta podem indicar que a queda está excessiva e que pode ser um quadro de alopecia.
- Existem diferentes tipos de alopecia.
- A alopecia androgenética é também conhecida como calvície.
- A avaliação e diagnóstico são feitos pelo dermatologista.
O que é alopecia androgenética?
A alopecia androgenética é considerada o tipo mais comum de queda de cabelo. De origem genética, pode acometer homens e mulheres. Nos homens, causa a rarefação no topo da cabeça e as famosas entradas; já nas mulheres, causa um afinamento difuso nos fios.
Principais sinais
Afinamento: os fios vão perdendo espessura ao longo do tempo, resultando em menos volume.
Evolução: a queda pode iniciar na puberdade e se intensificar após a menopausa.
Risca mais larga: o couro cabeludo fica cada vez mais visível no topo da cabeça e na linha que divide o cabelo, que fica mais espaçada.
Causas da alopecia androgenética
As principais causas são ligadas a fatores genéticos e hormonais. Em geral, a doença começa a aparecer após os 40 ou 50 anos, mas há casos em que se manifesta mais cedo. A combinação de predisposição genética e ação de hormônios masculinos contribui para o surgimento deste tipo de alopecia androgenética.
O processo pode ocorrer por fatores:
Ação hormonal: o hormônio testosterona é convertido no couro cabeludo em uma substância potente chamada diidrotestosterona (DHT).
Genéticos: pessoas com condição herdaram folículos capilares, ou seja, a raiz do cabelo geneticamente mais sensível aos andrógenos.
Afinamento: nos folículos sensíveis, o DHT é o responsável por encurtar a fase de crescimento dos fios, fazendo os cabelos ficarem mais finos e curtos (miniaturização), fazendo-os desaparecer.
O quadro é progressivo, podendo se manifestar em homens e mulheres. Por isso, o acompanhamento médico com dermatologista é essencial para cuidar da saúde.
Tratamentos que ajudam no controle da alopecia androgenética
A alopecia androgenética não possui cura, já que se trata de uma condição genética, mas possui tratamento. O acompanhamento contínuo é uma maneira de impedir a queda frequente, permitindo o engrossamento dos fios existentes e, em alguns casos, recuperar os fios perdidos.
Os tratamentos mais comuns envolvem:
- Loções e shampoos específicos;
- Medicamentos orais;
- Bloqueadores hormonais;
- Procedimentos em consultórios;
- Transplante capilar.
Para que um protocolo personalizado se adapte ao seu caso, procure o seu dermatologista.
Em alguns casos, dependendo da origem da queda, o dermatologista pode atuar em conjunto com um endocrinologista, profissional que pode investigar fatores hormonais e ajudar no equilíbrio desta parte.