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Câncer de Rim: informação, diagnóstico precoce e tratamento

Neste mês de conscientização, saiba como identificar os fatores de risco, entender os sintomas e conhecer opções de tratamento para aumentar as chances de cura
Por: Rede D'Or
Mulher sentindo dor na parte lateral, região da costela.
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Junho marca o mês de conscientização do Câncer de Rim, o tipo de carcinoma mais comum em células renais. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura, principalmente quando o tumor é descoberto em estágio inicial.

  • Na fase inicial, o tumor costuma ser assintomático.
  • A descoberta acontece frequentemente por meio de exames de imagem.
  • O tratamento pode ser feito com cirurgia ou terapias focais e sistêmicas.
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Sinais e sintomas do Câncer de Rim

Nos estágios iniciais, o câncer de rim costuma ser silencioso, ou seja, o paciente não sente e só descobre que está com a doença ao fazer exames de imagem. Conforme o tumor cresce, os sintomas e sinais começam a aparecer. Os mais comuns são:

Hematúria: presença de sangue na urina e pode deixá-la na cor vermelho escura, rosada ou marrom.

Dores persistentes: podem ser na região lombar, na parte inferior das costas abaixo das costelas ou na lateral do abdômen, que não passam com o tempo.

Massa abdominal: sensação de um inchaço lateral ou nódulo na parte inferior do abdômen ou das costas.

Inchaços: persistente nos tornozelos e pernas.

Sintomas sistêmicos: fadiga intensa, perda de peso sem causa aparente, febre recorrente não associada a infecções ou pressão alta.

Fatores de risco que merecem atenção

Fatores genéticos e histórico familiar podem elevar as chances de ter a doença. Outros pontos que merecem atenção são:

Diagnóstico envolve diversos exames

O diagnóstico do câncer de rim é feito por exames de imagem, já que em estágio inicial a doença costuma ser silenciosa e geralmente é descoberta em exames de rotina.

O processo de investigação envolve:

Exames de imagem

Ultrassom de abdômen que permite identificar nódulos e cistos. A tomografia computadorizada com contraste é outro exame importante que ajuda a fechar o diagnóstico. Com ela, é possível ver com detalhes o tamanho, a vascularização e a localização do tumor.

A ressonância magnética pode ser solicitada quando a tomografia não pode ser feita ou para uma avaliação detalhada sobre a extensão do tumor para as veias.

Exames de sangue e urina

Permitem avaliar a função renal e hematúria (presença de sangue na urina), além do médico verificar alterações renais, por exemplo, a anemia.

Biópsia renal

Diferente de outros tipos de câncer, a biópsia nem sempre é necessária. Como as imagens de tomografia e ressonância são altamente precisas, a biópsia costuma ser reservada para casos específicos, como tumores pequenos em que a cirurgia não é a primeira opção para o tratamento.

Tratamento pode ser feito em conjunto

O principal especialista para diagnosticar e tratar o câncer de rim é o urologista, com especialização em uro-oncologia. Nos casos de terapias sistêmicas, o tratamento é feito em conjunto com o oncologista clínico.

O nefrologista também pode atuar no cuidado clínico e avaliação da função renal antes e depois dos procedimentos.

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