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Tumor primário tem cura? Saiba o que influencia no tratamento

Um tumor primário é aquele que se forma no local onde as células começam a se multiplicar de maneira descontrolada pela primeira vez. Ele pode surgir em qualquer órgão ou tecido do corpo e se desenvolver de duas formas: de maneira benigna, com crescimento geralmente lento e restrito ao local de origem, ou de forma maligna, caracterizando o câncer, com capacidade de invadir tecidos vizinhos e se disseminar para outras regiões do organismo.

É fundamental diferenciar o tumor primário das metástases, que são formações secundárias resultantes da disseminação de células cancerígenas do tumor original para outros órgãos ou tecidos. Enquanto o tumor primário representa o ponto inicial da doença, a presença de metástases indica que o câncer ultrapassou sua área de origem, o que costuma tornar o tratamento mais complexo.

O tipo de tumor primário, o estágio em que é diagnosticado e o local onde ele se desenvolve influenciam diretamente as opções terapêuticas e as chances de cura. Continue a leitura para entender melhor esses fatores.

O que define um tumor primário?

O termo tumor primário refere-se à formação inicial de um tumor, que se desenvolve no local onde as células passam a se multiplicar de forma anormal. Essa origem é um dos principais critérios utilizados na classificação dos tumores.

Cada tipo de tumor primário recebe o nome do órgão ou tecido em que teve início. Por exemplo, um câncer que começa nos pulmões é denominado câncer de pulmão, mesmo que, ao longo do tempo, ele se espalhe para outros órgãos.

A principal característica que define um tumor primário é a sua origem celular. No caso do câncer, as células malignas preservam características do tecido de onde se originaram, o que auxilia os médicos na identificação do tipo de tumor e no planejamento do tratamento mais adequado. Isso difere da metástase, na qual células do tumor primário migram para outras partes do corpo e formam tumores secundários.

Por exemplo, se um câncer de mama se dissemina para o fígado, o tumor presente no fígado continua sendo composto por células de câncer de mama. Portanto, trata-se de uma metástase de câncer de mama no fígado, e não de um câncer primário hepático.

Tumor primário tem cura?

Sim, o tumor primário pode ter cura, especialmente quando é diagnosticado em fases iniciais e tratado de forma adequada. No entanto, a possibilidade de cura depende de diversos fatores, como o tipo do tumor, a sua localização, o grau de agressividade das células, o estágio da doença no momento do diagnóstico e as condições gerais de saúde do paciente.

Alguns tumores apresentam crescimento lento e baixa capacidade de disseminação, sendo considerados menos agressivos e com altas taxas de cura, sobretudo quando identificados precocemente. Em contrapartida, existem tumores primários mais agressivos, que crescem rapidamente e possuem maior potencial de invadir tecidos vizinhos ou se espalhar para outras partes do organismo.

Mesmo em situações mais avançadas, o tumor primário pode, em muitos casos, ser controlado por longos períodos, proporcionando melhora dos sintomas e da qualidade de vida. Quando a cura não é possível, os tratamentos disponíveis atualmente conseguem reduzir o tamanho da lesão, controlar a progressão da doença e aumentar a sobrevida do paciente.

Quais são os tratamentos disponíveis?

Com os avanços da medicina, existem atualmente diversas opções terapêuticas capazes de aumentar as chances de cura ou de controle do tumor primário. De modo geral, a cirurgia é uma das principais formas de tratamento, com o objetivo de remover o tumor. Quando a lesão está localizada e não houve disseminação, o tratamento cirúrgico pode resultar em cura. Em casos mais avançados, a cirurgia pode ser indicada para reduzir o volume tumoral e aliviar sintomas.

Além da cirurgia, outros tratamentos podem ser utilizados de forma isolada ou combinada, conforme as características da doença e do paciente. Entre as principais opções estão:

No caso de tumores benignos, muitas vezes o tratamento imediato não é necessário. Quando não há risco de complicações ou comprometimento da função dos órgãos, a conduta pode ser apenas o acompanhamento médico regular, com exames periódicos para monitorar o crescimento e possíveis mudanças na lesão. Ainda assim, a remoção cirúrgica pode ser indicada por precaução ou por motivos funcionais e estéticos.

A escolha do tratamento é sempre individualizada e baseada em uma avaliação completa do quadro clínico do paciente e das características do tumor, realizada por uma equipe multidisciplinar. O acompanhamento contínuo é essencial para avaliar a resposta ao tratamento e realizar ajustes sempre que necessário

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A Oncologia D’Or transforma o cuidado com o câncer por meio de uma rede integrada de clínicas e centros de tratamento presentes em diversos estados do país. Com um corpo clínico especializado e equipes multidisciplinares dedicadas, proporcionamos uma jornada de atendimento que une tecnologia avançada, diagnóstico ágil e tratamentos personalizados.

Como parte da Rede D’Or, a maior rede de saúde da América Latina, garantimos acesso às estruturas hospitalares mais modernas e aos avanços científicos que fazem a diferença na vida dos pacientes.

Nosso compromisso é oferecer excelência, conforto e segurança em todas as etapas do tratamento oncológico, promovendo saúde e qualidade de vida.

Revisor científico
Dra. Fernanda Frozoni Antonacio
Oncologista Clínica
Rede D’or – Hospital Vila Nova Star e Hospital São Luiz Itaim

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