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Calendário de Vacinação 2026: o que mudou para bebês e gestantes?

Veja o que mudou para bebês e gestantes, novas vacinas, atualizações e como manter a proteção em dia.

Cuidar da saúde dos filhos começa muito antes do nascimento. E uma das formas mais seguras e eficazes de proteção continua sendo a imunização.

O Calendário de Vacinação 2026 trouxe atualizações importantes para bebês, crianças e gestantes, com a inclusão de novas estratégias de prevenção contra doenças respiratórias e infecciosas que podem ser graves nos primeiros meses de vida. Seguir as recomendações ajuda a reduzir internações, complicações e até mortes evitáveis.

Com tanta informação circulando por aí, é normal surgirem dúvidas. Por isso, organizamos tudo de forma simples para você entender o que é essencial em cada fase.

Vacinas do bebê: proteção desde o primeiro dia

O sistema imunológico do recém-nascido ainda está em desenvolvimento. Por isso, as vacinas funcionam como uma espécie de “treinamento” para o organismo aprender a se defender de vírus e bactérias.

As doses começam já na maternidade e seguem um cronograma até os 4 anos de idade.

No nascimento

Logo nas primeiras horas de vida, o bebê já recebe proteção contra doenças importantes:

  • BCG, que previne formas graves de tuberculose
  • Hepatite B, aplicada ainda nas primeiras 12 horas
  • Proteção contra o VSR, com o anticorpo monoclonal (nirsevimabe), especialmente quando a mãe não foi vacinada durante a gestação

Essa proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é uma das principais novidades recentes, já que o vírus é uma das maiores causas de bronquiolite e pneumonia em bebês pequenos.

Calendário dos primeiros meses

Entre 2 e 6 meses, o calendário concentra várias doses importantes, incluindo vacinas que protegem contra:

  • Coqueluche, difteria, tétano, hepatite B e meningites (pentavalente)
  • Poliomielite
  • Rotavírus
  • Pneumococo (pneumonia, meningite e otite)
  • Meningococo
  • Gripe
  • Covid-19

Essas etapas são fundamentais porque é justamente nessa fase que o bebê está mais vulnerável a infecções.

Dos 9 meses até 4 anos

Outras vacinas entram no calendário para reforçar a proteção:

  • Febre amarela
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
  • Tetra viral (inclui catapora)
  • Hepatite A
  • Reforços de DTP e pólio
  • Vacina contra dengue (conforme indicação pediátrica)

Mesmo quando a criança parece saudável, manter o cronograma em dia evita doenças que podem trazer complicações sérias.

Se alguma dose atrasar, não é preciso recomeçar: basta procurar o posto de saúde para atualizar a caderneta.

Vacinação na gestação: cuidado que protege dois

Muita gente não sabe, mas a vacinação durante a gravidez protege não só a mãe, como também o bebê ainda na barriga.

Os anticorpos produzidos pela gestante passam para o bebê pela placenta, oferecendo defesa nos primeiros meses de vida — justamente quando ele ainda não pode tomar todas as vacinas.

Calendário de vacinas recomendadas na gravidez

De modo geral, são indicadas em todas as gestações:

  • dTpa (difteria, tétano e coqueluche) – preferencialmente a partir da 20ª semana
  • Influenza (gripe) – em qualquer fase da gestação, todos os anos
  • Hepatite B – para quem ainda não completou o esquema
  • Covid-19 – conforme orientação atual do calendário
  • Vacina contra o VSR – uma das novidades mais importantes, ajudando a proteger o recém-nascido contra infecções respiratórias graves.

Essa proteção contra o VSR pode reduzir significativamente o risco de hospitalizações por bronquiolite nos primeiros meses de vida.

Outras vacinas podem ser indicadas de acordo com histórico de saúde, viagens ou situações específicas, sempre com avaliação médica.

A excelência da nossa equipe de especialistas ao seu alcance.

Marcação de consultas e exames médicos em hospitais e clínicas da Rede D'Or em 9 estados do Brasil.Gestante sendo atendida por uma médica

Por que manter a caderneta atualizada é tão importante?

Nos últimos anos, a queda na cobertura vacinal trouxe de volta doenças que já estavam controladas no Brasil. Por isso, manter as vacinas em dia é uma atitude individual que também protege toda a comunidade.

Vacinas salvam vidas, reduzem internações, evitam complicações graves, são seguras e amplamente estudadas. A maioria delas está disponível gratuitamente no SUS. Acompanhar o calendário, guardar a caderneta e conversar com o pediatra são passos que garantem mais tranquilidade para a família, hoje e no futuro.

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