A reserva ovariana é um termo usado para descrever a quantidade e qualidade dos óvulos que uma mulher possui em seus ovários. Ela é um dos principais indicadores da fertilidade feminina, pois influencia diretamente a chance de engravidar, seja de forma natural ou por meio de tratamentos de reprodução assistida.
Muitas mulheres só descobrem a importância da reserva ovariana quando começam a tentar engravidar e percebem alguma dificuldade. Entender o que é, como avaliar e como cuidar da reserva é essencial para quem deseja planejar a gestação de forma consciente.
Como é feito o exame de reserva ovariana?
O exame de reserva ovariana geralmente envolve uma combinação de testes laboratoriais e ultrassonográficos. Entre os mais utilizados estão a dosagem do hormônio antimülleriano (AMH), que indica a quantidade de óvulos disponíveis, e a contagem de folículos antrais via ultrassom, realizada nos primeiros dias do ciclo menstrual. Outros hormônios, como FSH, LH e estradiol, podem ser avaliados para complementar a análise.
O exame é simples, rápido e seguro, permitindo que o médico tenha uma visão clara da fertilidade da mulher. Com os resultados, é possível identificar se a reserva ovariana está dentro do esperado para a idade ou se existem sinais de diminuição que exigem atenção.
Sinais e sintomas de baixa reserva ovariana
Embora a baixa reserva ovariana nem sempre apresente sintomas visíveis, algumas alterações podem indicar que os ovários estão produzindo menos óvulos do que o esperado. Ciclos menstruais irregulares, diminuição da fertilidade ou dificuldade para engravidar são sinais que devem ser investigados. Em alguns casos, alterações hormonais podem provocar mudanças no ciclo menstrual, porém, muitas mulheres só descobrem a baixa reserva ao realizar os exames específicos.
É importante ressaltar que a idade é um fator determinante na reserva ovariana. A quantidade e qualidade dos óvulos tendem a diminuir naturalmente com o tempo, especialmente após os 35 anos, tornando o acompanhamento médico fundamental para quem deseja engravidar.
O que fazer em caso de baixa reserva ovariana?
Quando o exame indica baixa reserva ovariana, existem estratégias que podem ser adotadas para aumentar as chances de concepção. Entre elas, ajustes no estilo de vida, como manter uma alimentação equilibrada, controlar o estresse, praticar exercícios físicos regularmente e evitar tabaco e álcool, podem ajudar a preservar a saúde ovariana.
Em alguns casos, a reprodução assistida, como a fertilização in vitro, pode ser recomendada para otimizar as chances de gravidez. A suplementação com vitaminas, antioxidantes e outros nutrientes também pode ser indicada pelo médico, sempre de forma personalizada, levando em consideração o histórico de saúde de cada paciente.
Como aumentar a reserva ovariana?
Embora a quantidade de óvulos seja limitada e influenciada pela idade, algumas medidas ajudam a preservar e melhorar a qualidade dos óvulos disponíveis. Hábitos de vida saudáveis, alimentação rica em antioxidantes, prática de exercícios moderados e acompanhamento médico regular são fundamentais.
Além disso, técnicas de preservação da fertilidade, como o congelamento de óvulos, podem ser consideradas, especialmente para mulheres que desejam adiar a gravidez. Esse procedimento permite manter a fertilidade em boas condições, oferecendo mais segurança e planejamento no momento de engravidar.
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Importância do acompanhamento médico para tentantes
Para mulheres que desejam engravidar, conhecer e monitorar a reserva ovariana é um passo essencial no planejamento da gestação. O acompanhamento médico possibilita identificar alterações precocemente, adotar estratégias para aumentar as chances de concepção e tomar decisões informadas sobre o momento ideal para engravidar.
Ao unir exames confiáveis, hábitos saudáveis e orientação profissional, a tentante consegue cuidar da fertilidade de forma completa, aumentando a segurança e reduzindo a ansiedade durante o processo de planejamento da gravidez.

