A densitometria óssea de fêmur mede a densidade do quadril, ajuda a identificar osteoporose e avaliar risco de fraturas. Veja para que serve, quando é inidcada e como entender o resultado.
A densitometria óssea de fêmur é um exame de imagem que mede a densidade do osso do quadril, perto do fêmur, ajudando a identificar perda óssea e risco de fraturas.
O exame é indicado principalmente para pessoas com histórico familiar de osteoporose, mulheres na menopausa ou idosos que apresentam fragilidade óssea.
O resultado mostra números como T-score e, em alguns casos, Z-score. Em geral, quanto menor a densidade óssea, maior o risco de fratura.
A densitometria óssea de fêmur serve para:
A densitometria do fêmur (colo do fêmur e fêmur total) é o melhor exame que avalia o risco de fratura de quadril, que é a complicação mais grave da osteoporose.
A densitometria óssea de fêmur é indicada para mulheres na pós-menopausa (65 anos ou mais, ou antes se houver fatores de risco), homens após os 70 ou pessoas que tiveram fratura óssea após trauma mínimo.
Também é indicado para pessoas que usam medicamentos que afetam a densidade óssea ou que tenham condições de saúde, como hiperparatireoidismo, artrite reumatoide ou doença celíaca, que podem provocar osteoporose.
Para se preparar para a densitometria óssea de fêmur, é recomendado:
Esses cuidados ajudam a garantir imagens mais nítidas e resultados confiáveis.
O exame pode ser limitado ou ajustado. Informe sempre o médico sobre próteses.
Para realizar o exame, o médico deve seguir alguns passos, que são:
A densitometria óssea de fêmur usa raios-X em baixa dose para medir a densidade do osso. O exame é rápido e não costuma doer.
A densitometria óssea de fêmur geralmente dura cerca de 10 a 20 minutos. Não exige internação e permite retorno imediato às atividades.
O aparelho de densitometria usa uma tecnologia chamada DXA ou DEXA (dupla emissão de raios-X), com radiação em baixa dose para medir a densidade do osso.
Diferente de raios-X comuns, a radiação é mínima e o exame é considerado seguro para adultos.
A densitometria óssea de fêmur fornece números que indicam se os ossos estão fortes ou com risco de enfraquecimento. Os principais indicadores são T-score e Z-score:
| Indicador | O que significa | Interpretação |
| T-score | Compara a densidade óssea com a de um adulto jovem saudável | – Acima de -1: normal; – Entre -1 e -2,5: osteopenia (perda óssea leve); – Abaixo de -2,5: osteoporose (perda óssea significativa). |
| Z-score | Compara a densidade óssea com pessoas da mesma idade e sexo | Ajuda a identificar causas incomuns de perda óssea. Resultados fora do esperado podem indicar necessidade de investigação médica. |
Os resultados devem sempre ser avaliados por um médico, junto com o histórico de saúde.
Valores abaixo do normal não indicam fratura imediata, mas apontam a necessidade de cuidados e acompanhamento médico.
Dúvidas no seu exame? Consulte um especialista da Rede D’Or próximo a você.
Depende do risco individual. Geralmente, médicos recomendam repetir a cada 1 a 2 anos para monitoramento.
Você pode realizar sua densitometria óssea de fêmur em unidades da Rede D’Or, que contam com equipamentos modernos e profissionais qualificados para interpretar os resultados.
A principal contraindicação é a gravidez, por causa do uso de raios-X, mesmo em dose baixa.
Em alguns casos, também pode haver limitação técnica se a pessoa não conseguir se posicionar adequadamente na maca ou se houver problemas que impeçam a leitura correta da região do fêmur e do quadril.
Manter os ossos fortes é essencial para uma vida ativa e independente. Não espere sentir dor ou sofrer uma queda para descobrir como está sua saúde óssea. O diagnóstico precoce ajuda a prevenir complicações graves.
Agende sua consulta com um especialista da rede D’Or e receba uma avaliação cuidadosa, com orientação adequada para o seu caso.
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