A prova de função tubária é um exame que avalia o funcionamento da tuba de Eustáquio no ouvido médio. Entenda o que é, para que serve, como é feita, preparo, resultados e riscos.
A prova de função tubária é um conjunto de exames do ouvido médio que avalia como a tuba auditiva, também chamada de trompa de Eustáquio, está funcionando.
Esse exame costuma ser pedido quando há sensação de ouvido tampado, estalos, pressão no ouvido ou mudança na audição, complementando a avaliação clínica feita pelo otorrinolaringologista.
Os resultados podem mostrar se a tuba está funcionando bem, se está mais fechada do que o normal ou se abre demais, guiando o médico ao cuidado adequado.
A prova de função tubária é indicada para investigar alterações no ouvido médio, que podem causar sintomas como:
Geralmente, o exame é indicado quando a pessoa apresenta esses sinais de forma persistente ou recorrente.
Também pode ser usado antes de procedimentos médicos ou cirurgias, ou para monitorar a resposta aos tratamentos.
A tuba de Eustáquio tem como função principal equilibrar a pressão entre o ouvido médio e o ambiente externo, além de permitir a ventilação da região, drenar secreções e proteger o ouvido contra a entrada de microrganismos.
Esse equilíbrio é essencial para o bom funcionamento da audição e para evitar sintomas como ouvido tampado e desconforto em mudanças de pressão.
Antes de realizar o teste, o médico realiza um exame de otoscopia, com um aparelho para visualizar o canal auditivo e descartar outras condições que causam sintomas semelhantes.
No dia do exame, é recomendado que a pessoa esteja com o nariz o mais limpo possível, sem excesso de secreção, pois isso pode interferir no resultado.
Além disso, deve-se informar se fez cirurgia recente no ouvido.
Não. O exame é indolor, podendo causar apenas leve desconforto ou sensação de pressão no ouvido.
Não é o ideal. A congestão nasal pode interferir no resultado.
A prova de função tubária é feita com diferentes testes, que incluem:
A timpanometria é feita colocando um pequeno aparelho no ouvido para registrar as mudanças de pressão dentro do ouvido enquanto a pessoa engole ou faz movimentos simples.
Esse teste avalia a mobilidade do tímpano e a pressão do ouvido médio, podendo sugerir disfunção tubária.
A tubanometria mede mudanças de pressão na trompa de Eustáquio durante a deglutição ou manobras de Valsalva.
Esse método pode ajudar quando o quadro não fica claro só com sintomas e timpanometria.
A sonotubometria detecta a abertura da trompa emitindo um som na nasofaringe e medindo a transmissão desse som até o canal auditivo externo durante a deglutição (ato de engolir).
Em alguns casos, esse teste ajuda a complementar a investigação quando os sinais clínicos isolados não são suficientes. A interpretação costuma ser feita junto com outros achados.
A impedanciometria contínua mede, em tempo real, como a pressão do ouvido muda enquanto a pessoa realiza movimentos como engolir ou respirar. Isso ajuda a avaliar a função da tuba de Eustáquio.
Durante o exame, um pequeno aparelho é colocado no ouvido para registrar as variações de pressão continuamente. Assim, é possível identificar se a tuba abre e fecha de forma adequada.
O teste dos nove passos avalia como a pressão do ouvido médio muda após uma série de manobras feitas pela pessoa, ajudando a analisar a eficiência da tuba de Eustáquio.
Durante o exame, são aplicadas pequenas variações de pressão no ouvido, seguidas de ações como engolir. As respostas mostram se a tuba consegue equilibrar a pressão corretamente.
A prova de função tubária pode auxiliar na identificação ou suspeita de:
Apesar disso, o exame não fecha diagnóstico sozinho, sendo parte da avaliação clínica completa.
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A prova de função tubária não diagnostica surdez diretamente, mas ajuda a identificar causas relacionadas ao ouvido médio.
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Na maioria das vezes, não há cuidados complexos depois da prova de função tubária. A pessoa pode retomar a rotina normal logo após o teste, salvo orientação diferente do serviço.
A prova de função tubária é considerada um exame de baixo risco. Os métodos usados são geralmente não invasivos e bem tolerados.
Em alguns casos, pode causar leve pressão no ouvido, incômodo ao engolir durante o teste ou sensação passageira de ouvido cheio.
A prova de função tubária pode ser contraindicada nas seguintes situações:
Nesses casos, a avaliação médica é essencial antes de realizar o exame.
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