Dentre as opções de Tratamento do Hipertireoidismo causado pelo Plummer, encontra-se o tratamento com iodo radioativo, considerado o tratamento definitivo para a patologia citada, assim como a tireoidectomia.
É uma abordagem terapêutica indicada para pacientes com hipertireoidismo causado por um tipo específico de distúrbio da tireoide conhecido como adenoma tóxico ou bócio nodular tóxico.
Esta condição foi descrita em 1913 por Henry Stanley Plummer, médico que identificou que certos nódulos na glândula tireoide podiam se tornar autônomos e produzir hormônios em excesso, mesmo sem estímulo do organismo.
Nesses casos, o hipertireoidismo não é generalizado em toda a glândula, mas causado por um ou mais nódulos hiperfuncionantes. O tratamento busca controlar a produção hormonal excessiva, aliviar os sintomas e prevenir complicações.
O seu principal objetivo é normalizar os níveis dos hormônios tireoidianos (T3 e T4) que estão elevados devido à atividade excessiva dos nódulos tóxicos. Ao controlar essa produção hormonal desregulada, é possível aliviar os sintomas clássicos do hipertireoidismo, como perda de peso rápida, taquicardia, tremores, sudorese excessiva, nervosismo, intolerância ao calor e insônia.
O tratamento também previne complicações graves, como crises tireotóxicas e problemas cardíacos, além de contribuir para uma melhor qualidade de vida.
Existem diferentes estratégias terapêuticas para tratar o hipertireoidismo por Plummer. A escolha depende de fatores como o quadro clínico geral do paciente e o tamanho do nódulo ou bócio. As principais opções incluem:
O tratamento com iodo radioativo é realizado por via oral, geralmente em dose única, em ambiente ambulatorial. Após ser ingerido, o iodo é absorvido e se acumula no tecido tireoidiano hiperfuncionante, o que promove sua destruição progressiva e reduz a produção hormonal.
A cirurgia, por sua vez, é feita sob anestesia geral e envolve a retirada parcial da glândula, com a preservação do restante do tecido saudável. Já o uso de medicamentos é feito por via oral, com acompanhamento clínico regular para ajustar as doses e monitorar os efeitos colaterais. Em todos os casos, o tratamento é individualizado e acompanhado por exames laboratoriais e de imagem.
O princípio do tratamento é eliminar ou suprimir a função dos nódulos que estão produzindo hormônio em excesso. O iodo radioativo atua de forma seletiva, isto é, afeta apenas as células hiperativas, o que reduz a atividade do nódulo sem prejudicar significativamente o restante da tireoide.
Já a cirurgia remove fisicamente o nódulo ou parte da glândula, com objetivo de eliminar a fonte do problema. Os medicamentos antitireoidianos inibem a síntese dos hormônios tireoidianos, enquanto os beta-bloqueadores atuam apenas no controle dos sintomas, sem interferir na produção hormonal.
Sim, de modo geral, é necessária uma preparação específica antes de iniciar o tratamento. No caso do iodo radioativo, pode ser solicitado que o paciente suspenda temporariamente medicamentos antitireoidianos para melhorar a captação do iodo pelo nódulo. Também é indicado evitar alimentos ricos em iodo por alguns dias.
Para a cirurgia, o preparo inclui avaliação clínica completa, exames laboratoriais, controle da função tireoidiana e, muitas vezes, uso prévio de medicamentos para estabilizar os níveis hormonais.
O preparo adequado é essencial para garantir a segurança e eficácia do tratamento. Por isso, todas as orientações médicas devem ser seguidas à risca.
O profissional responsável por conduzir e prescrever o tratamento é geralmente o endocrinologista. Se houver procedimento cirúrgico, o cirurgião de cabeça e pescoço também pode ser envolvido. Já o médico nuclear atua na administração e acompanhamento da terapia com iodo radioativo.
O tratamento ideal é definido por uma equipe multidisciplinar, que pode incluir ainda cardiologistas, dependendo das necessidades do paciente.
Sim, de modo geral, é necessária uma preparação específica antes de iniciar o tratamento. No caso do iodo radioativo, pode ser solicitado que o paciente suspenda temporariamente medicamentos antitireoidianos para melhorar a captação do iodo pelo nódulo. Também é indicado evitar alimentos ricos em iodo por alguns dias.
Para a cirurgia, o preparo inclui avaliação clínica completa, exames laboratoriais, controle da função tireoidiana e, muitas vezes, uso prévio de medicamentos para estabilizar os níveis hormonais.
O preparo adequado é essencial para garantir a segurança e eficácia do tratamento. Por isso, todas as orientações médicas devem ser seguidas à risca.
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