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Este exame não necessita de agendamento.

Sinônimos

  • Telopeptídeo N-terminal de Colagenio Como Tipo I e II

Resumo do conteúdo:

  • Exame CTX e NTX mede reabsorção óssea e ajuda a avaliar perda de massa óssea e resposta a tratamentos.
  • Indicado para osteoporose, doenças ósseas e acompanhamento metabólico com coleta de sangue ou urina.

O que é o exame CTX e NTX?

O exame CTX e NTX é um teste laboratorial que mede fragmentos liberados durante a degradação do osso, chamados telopeptídeos do colágeno tipo I, ajudando a monitorar o tratamento da osteoporose e outras doenças ósseas.

NTX (telopeptídeo N-terminal) e CTX (telopeptídeo C-terminal) são marcadores bioquímicos que indicam a taxa de reabsorção óssea, o que permite avaliar o equilíbrio entre a formação e a destruição óssea no organismo.

Esse exame é indicado quando há suspeita ou acompanhamento de alterações ósseas, como osteoporose, perda óssea acelerada ou doenças que afetam o esqueleto. O resultado deve ser avaliado pelo médico junto com outros exames, como a densitometria óssea.

Para que serve o exame CTX e NTX?

O exame serve como um marcador bioquímico, permitindo entender se há aumento da perda de massa óssea no organismo.

Também auxilia no acompanhamento de tratamentos de doenças ósseas e na observação da resposta a terapias que atuam no metabolismo ósseo.

Quando o exame CTX e NTX é indicado?

O exame pode ser solicitado em diferentes situações clínicas ligadas à saúde óssea e ao metabolismo mineral:

  • monitorar a resposta ao tratamento da osteoporose e da osteopenia;
  • avaliar a adesão ao uso de bisfosfonatos e outros remédios;
  • investigar perda óssea mesmo com tratamento adequado;
  • avaliar doenças, como doença de Paget, metástases ósseas ou mieloma múltiplo;
  • investigar alterações hormonais que afetam o osso;
  • avaliar o risco de fraturas em mulheres na pós-menopausa.

O exame ajuda a entender melhor o metabolismo ósseo e orientar a investigação clínica.

No entanto, não deve ser utilizado isoladamente para prever o risco de fratura ou para diagnosticar osteoporose, devendo ser analisado junto com outros exames e avaliação clínica.

O que avalia o exame CTX e NTX?

O exame CTX e NTX avalia a reabsorção óssea, que é o processo natural de renovação dos ossos. Essa renovação acontece pela ação de células chamadas osteoclastos, responsáveis por degradar partes do tecido ósseo antigo.

Durante esse processo, ocorre a quebra do colágeno tipo I, principal proteína da estrutura óssea, liberando fragmentos conhecidos como CTX (telopeptídeo C-terminal) e NTX (telopeptídeo N-terminal) na corrente sanguínea.

A análise desses fragmentos ajuda a identificar se a perda óssea está aumentada, reduzida ou dentro do esperado.

Como é feito o exame CTX e NTX?

O exame é realizado por meio de coleta de sangue em veia do braço, de forma rápida e simples. Já o exame NTX também pode ser feito com a coleta de urina.

A amostra é enviada ao laboratório para análise por técnicas como imunoensaio, ELISA ou quimioluminescência, que identificam e medem os fragmentos do colágeno tipo I.

O CTX sérico é o marcador preferencial para monitorar a resposta aos medicamentos antirreabsortivos, como bisfosfonatos.

Quais os valores de referência do exame CTX e NTX?

Os valores podem variar conforme tipo de amostra, método do laboratório, idade e características individuais:

Tipo de exame Valores de referência aproximados*
CTX sérico – Mulheres pré-menopausa: 0,05 a 0,67 ng/mL

– Mulheres pós-menopausa: 0,09 a 1,05 ng/mL

– Homens: 0,05 a 0,83 ng/mL

NTX sérico Valores variam conforme sexo, idade e método laboratorial
NTX urinário Mulheres pré-menopausa: 12 a 60 nmol BCE/mmol creatinina

Valores muito acima ou abaixo do esperado podem indicar alterações na remodelação óssea.

É fundamental que o resultado seja interpretado pelo médico, considerando outros exames, idade, histórico de saúde e tratamentos realizados.

Dúvidas no seu exame? Consulte um especialista da Rede D’Or próximo a você.

CTX e NTX alto: o que pode ser?

Níveis elevados indicam aumento da perda óssea e maior atividade de reabsorção no tecido ósseo, o que pode ser causado por:

Além disso, durante a gravidez, especialmente nos últimos meses, o NTX e o CTX podem aumentar, sendo considerado normal durante a gestação.

A interpretação correta dos valores, junto com a avaliação clínica e exames complementares, ajuda a entender como está o ritmo de renovação e perda da massa óssea.

CTX alto é sempre grave?

Nem sempre. Pode ocorrer em situações transitórias, como após fratura ou variações hormonais.

CTX e NTX baixo: o que pode ser?

Níveis baixos de CTX e NTX geralmente são o objetivo de quem está tratando doenças ósseas. As principais situações que podem causar valores baixos são:

  • uso eficaz de medicamentos para osteoporose;
  • tratamento prolongado com corticoides;
  • falha no preparo, como realizar o exame sem jejum;
  • condições raras, como hipoparatireoidismo e osteopetrose.

Valores baixos durante o tratamento indicam que o remédio está sendo eficaz para reduzir a perda de massa óssea e fortalecer a estrutura.

Onde fazer o exame CTX e NTX?

O exame pode ser realizado em laboratórios e hospitais com estrutura para análises especializadas, como unidades da Rede D’Or.

Contamos com laboratórios de referência que oferecem agilidade e precisão nos resultados.

Qual médico pode solicitar o exame CTX e NTX?

O exame pode ser solicitado por médicos que investigam saúde óssea e metabolismo mineral, como endocrinologistas, reumatologistas, ortopedistas, oncologistas ou geriatras.

A escolha do especialista depende dos sintomas, idade e doenças associadas.

Quais outros exames podem ser solicitados?

Para uma avaliação mais completa, outros exames podem ser pedidos em conjunto:

  • densitometria óssea (DEXA) para avaliar massa óssea;
  • propeptídeo N-terminal do procolágeno tipo I (PINP) como marcador de formação óssea;
  • fosfatase alcalina óssea específica e osteocalcina;
  • dosagem de vitamina D e cálcio para metabolismo mineral;
  • paratormônio (PTH) e creatinina;
  • função renal e tireoidiana.

A combinação desses exames ajuda a entender melhor a saúde óssea.

Cuide da sua saúde com especialistas da Rede D’Or

Se houver dúvidas sobre o exame CTX ou NTX, procure avaliação especializada. A Rede D’Or conta com equipes preparadas para diagnóstico e acompanhamento.

Agende sua consulta e tenha orientação segura para cuidar da saúde óssea com confiança.

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Preparativos para o exame

O preparo correto é importante porque os níveis de telopeptídeos CTX e NTX podem variar ao longo do dia e sofrer influência da alimentação, exercícios físicos e suplementos.

1. CTX e NTX sérico

O preparo para o exame de CTX e NTX no sangue inclui:

  • fazer jejum de 8 a 12 horas;
  • realizar a coleta pela manhã, preferencialmente entre 8h e 10h;
  • evitar exercícios físicos intensos antes do exame;
  • informar o uso de medicamentos e suplementos;
  • suspender o uso de suplementos de biotina (vitamina B7) alguns dias antes da coleta, conforme orientação médica.

Esses cuidados ajudam a reduzir interferências causadas pela variação natural do organismo ao longo do dia.

2. NTX urinário

O NTX urinário pode ser analisado em amostra isolada de urina ou em coleta de 24 horas, conforme solicitação médica.

Na maioria dos casos, é utilizada a segunda urina da manhã para melhorar a padronização do resultado, que é expresso em relação à creatinina urinária.

Prazo de entrega

O prazo pode variar de acordo com a unidade. Por favor, entre em contato conosco pelo telefone (11) 5018-4000 para confirmar o prazo.

Cobertura

Para informações sobre cobertura, acesse a nossa página de Planos e Convênios.

Preços e pagamentos

Pagamento particular

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O Richet Medicina & Diagnóstico, fundado em 1947, faz parte da Rede D’Or, conta com diversas unidades de atendimento ambulatorial e processa as amostras de testes mais complexos coletadas nos hospitais e centros médicos da Rede D’Or. O Richet possui Acreditação do PALC (Programa de Acreditação para Laboratórios Clínicos) da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) e também é acreditado pelo CAP (College of American Pathologists).

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