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Resumo do conteúdo:

  • O bócio é o aumento da tireoide e pode causar inchaço no pescoço, dificuldade para engolir e alterações hormonais.
  • O tratamento depende da causa e pode incluir acompanhamento, medicamentos ou cirurgia.

O que é bócio?

O bócio é o aumento anormal da glândula tireoide, podendo causar sintomas como aumento visível na região do pescoço (“papo”), dificuldade para engolir e rouquidão.

A condição é causada principalmente pela deficiência de iodo ou por doenças autoimunes e afeta com mais frequência mulheres e pessoas acima de 40 anos.

O tratamento depende da causa, do tamanho da tireoide e da presença de sintomas. Em muitos casos, o acompanhamento médico é suficiente, enquanto outros podem exigir medicamentos ou cirurgia.

Quais são os sintomas de bócio?

Os principais sintomas de bócio são:

  • Aumento ou inchaço na parte da frente do pescoço;
  • Dificuldade para engolir, respirar ou sensação de pressão na garganta;
  • Rouquidão, tosse persistente ou alteração da voz;
  • Cansaço, pele seca, sensibilidade ao frio ou ganho de peso, quando há hipotireoidismo;
  • Perda de peso, agitação, tremores ou intolerância ao calor, quando há hipertireoidismo.

Muitas pessoas não apresentam sintomas, principalmente quando o aumento da tireoide é pequeno. Quando surgem, costumam estar relacionados ao crescimento da glândula ou a alterações na produção dos hormônios tireoidianos.

Se você apresenta sintomas de bócio, agende uma consulta com um endocrinologista da Rede D’Or para avaliação especializada.

O bócio é câncer?

Não, bócio não é câncer. O termo refere-se apenas ao aumento de tamanho da tireoide. Apesar disso, uma pequena porcentagem dos nódulos presentes no bócio multinodular pode conter células cancerígenas, sendo necessária a investigação diagnóstica.

O que causa bócio?

As principais causas de bócio são:

  • Deficiência de iodo na alimentação diária;
  • Doenças autoimunes, como tireoidite de Hashimoto e doença de Graves;
  • Alterações hormonais na puberdade, gestação ou menopausa;
  • Uso prolongado de medicamentos como lítio ou amiodarona;
  • Consumo excessivo de alimentos bociogênicos, como mandioca e repolho.

Embora a deficiência de iodo seja a principal causa mundial do bócio, no Brasil ela é menos comum devido à iodação do sal de cozinha.

Outras causas são histórico familiar de doença da tireoide, exposição à radiação no pescoço ou tórax, hábito de fumar ou nódulos ou tumores na tireoide.

Qual médico trata o bócio?

O endocrinologista é o especialista responsável pelo diagnóstico, acompanhamento e tratamento do bócio e de outras doenças da tireoide. A avaliação também pode ser iniciada por um clínico geral, que solicita os primeiros exames e encaminha ao especialista.

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Como é feito o diagnóstico do bócio?

O diagnóstico do bócio é feito pela avaliação da história clínica e do exame físico da tireoide. A palpação do pescoço permite avaliar o tamanho, a consistência e a presença de nódulos na glândula.

Para confirmar o diagnóstico e descobrir a causa do bócio, podem ser solicitados exames como ultrassonografia da tireoide, dosagem de TSH e T4 livre, punção aspirativa por agulha fina (PAAF), tomografia computadorizada ou cintilografia.

Quais são os tipos de bócio?

O bócio pode ser classificado de acordo com a forma da glândula, com o funcionamento dos hormônios ou pela causa.

1. Bócio uninodular e multinodular

O bócio uninodular acontece quando há o surgimento de apenas um nódulo na tireoide. Já o multinodular ocorre quando existem dois ou mais nódulos na glândula.

2. Bócio tóxico e não tóxico

O bócio tóxico está associado ao excesso de produção de hormônios da tireoide (hipertireoidismo) e o bócio não tóxico surge quando a glândula aumenta de tamanho, mas mantém níveis normais de hormônios.

3. Bócio endêmico

O bócio endêmico ocorre em regiões com deficiência de iodo na dieta, que pode ser reduzida com medidas comunitárias como utilizar sal iodado.

Quais são os tratamentos para o bócio?

As principais abordagens para o tratamento do bócio são:

  • Acompanhamento médico e monitoramento com exames periódicos;
  • Uso de medicamentos para controlar o hipertireoidismo ou tratar o hipotireoidismo;
  • Suplementação de iodo, apenas quando há deficiência comprovada;
  • Terapia com iodo radioativo para reduzir o volume da tireoide, em situações específicas;
  • Cirurgia para remover parte ou toda a tireoide quando há compressão ou suspeita de câncer.

O tratamento do bócio depende da causa, do tamanho da tireoide, da presença de sintomas e dos resultados dos exames. Em alguns casos, não é necessário iniciar tratamento imediato, sendo indicado apenas o acompanhamento periódico.

Bócio tem cura?

Sim, o bócio tem cura ou controle definitivo na grande maioria dos casos. O resultado depende da identificação correta da causa e do cumprimento das medidas indicadas pelo médico.

Como prevenir o bócio?

As principais medidas para prevenir o bócio incluem:

  • Consumir sal iodado na quantidade diária recomendada;
  • Realizar exames de rotina para acompanhar a saúde hormonal;
  • Evitar o uso de medicamentos sem orientação profissional;
  • Manter uma alimentação variada e rica em nutrientes essenciais;
  • Buscar avaliação médica ao perceber qualquer alteração no pescoço.

Nem todos os casos de bócio podem ser prevenidos, principalmente aqueles relacionados a fatores genéticos ou doenças autoimunes. Manter hábitos saudáveis e estar atento à nutrição ajuda a proteger o funcionamento adequado da tireoide.

Quais soluções a Rede D’Or oferece?

Na Rede D’Or você pode contar com diversos exames de diagnóstico para identificar o bócio com precisão, além de profissionais especializados para indicar a melhor forma de tratamento e recomendar os medicamentos essenciais para a sua recuperação, se for preciso.

A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, Ceará, Paraná, Maranhão, de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Mato Grosso do Sul, da Bahia, Paraíba e no Distrito Federal.

O grupo é composto atualmente por hospitais próprios e clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, banco de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.

Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG), e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).

A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, concedido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

Conte com a Rede D’Or sempre que precisar!

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