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Resumo do conteúdo

  • Parestesia é uma sensação anormal na pele, como formigamento ou dormência, que ocorre sem estímulo externo. Pode ser temporária ou sinal de doença neurológica.
  • Formigamento persistente, fraqueza ou sintomas em um lado do corpo exigem avaliação médica urgente.

O que é parestesia?

Parestesia é a sensação de formigamento ou dormência nas mãos, pés, pernas e braços, além de outras partes do corpo, como boca, orelhas e rosto.

Na maioria dos casos, a parestesia é temporária, com a pessoa voltando a sentir normalmente as regiões do corpo sem necessidade de intervenção médica. No entanto, a parestesia crônica pode ser permanente e requer cuidados e atenção médica.

O tratamento da parestesia é feito pelo neurologista de acordo com sua causa, podendo envolver fisioterapia, medicamentos e controle de doenças associadas.

Quais são os sintomas de parestesia?

Os principais sintomas de parestesia são:

  • Sensação de formigamento, agulhadas ou picadas;
  • Dormência ou sensação de “anestesia”;
  • Diminuição ou perda da sensibilidade;
  • Sensação de ardência, queimação ou frio;
  • Coceira ou impressão de algo andando na pele;
  • Sensação de choque elétrico;
  • Dificuldade de movimentar o membro dormente.

Os sintomas podem variar dependendo da região afetada e da causa, e costumam passar rapidamente, mas se ocorrem com frequência ou pioram com o tempo, é importante buscar uma avaliação médica.

Agende uma consulta com um neurologista da Rede D’Or para avaliação especializada.

Parestesia na boca

A parestesia na boca envolve língua, lábios ou gengiva com sensibilidade alterada ou dormente. Pode ocorrer após procedimentos odontológicos que afetam os nervos da face.

Em muitos casos melhora com o tempo, mas se persistir precisa de avaliação médica.

Quando procurar um médico?

É importante procurar um médico quando a parestesia:

  • Dura vários dias ou semanas;
  • Aparece sem motivo aparente;
  • Vem com fraqueza, dor ou perda de força;
  • Afeta fala, visão ou coordenação;
  • Surge após trauma ou cirurgia.

A avaliação precoce ajuda a identificar causas neurológicas, metabólicas ou vasculares.

Se o formigamento vier acompanhado de perda súbita de força em apenas um lado do corpo, pode ser um AVC, exigindo emergência imediata no pronto-socorro.

Qual especialista trata a parestesia?

Os especialistas na parestesia são os neurologistas, tanto para adultos quanto para crianças (neuropediatras).

Dependendo da localização, como no caso do formigamento na mão, um ortopedista especialista em cirurgia da mão também pode ser consultado. Se for parestesia na boca, o cirurgião bucomaxilofacial é o profissional indicado.

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Como é feito o diagnóstico da parestesia?

O diagnóstico da parestesia é feito por meio da avaliação dos sintomas e de quando surgiram, além do histórico de saúde e de uso de remédios.

O médico realiza um exame físico e neurológico completo, para checar a sensibilidade, a força dos músculos e os reflexos.

Quais exames detectam a parestesia?

Os principais exames para parestesia são:

  • Exames de sangue, para verificar diabetes, infecções ou falta de vitaminas;
  • Eletroneuromiografia (ENMG), que avalia a atividade elétrica dos músculos e nervos;
  • Ressonância magnética, para detectar lesões cerebrais ou na medula.

Esses exames ajudam a identificar a origem da dormência e a descartar doenças semelhantes, como neuropatias periféricas ou esclerose múltipla.

Os exames para parestesia podem ser realizados nas unidades da Rede D’Or com equipamentos modernos e equipe especializada.

Qual a diferença entre parestesia e neuropatia?

Parestesia é um sintoma, caracterizado por sensações como formigamento, dormência ou agulhadas na pele. Já a neuropatia é uma doença ou lesão que afeta os nervos e pode causar vários sintomas, incluindo a própria parestesia, além de dor e fraqueza.

A neuropatia pode ser uma das causas da parestesia, mas nem toda parestesia indica neuropatia.

O que causa a parestesia?

As principais causas de parestesia são:

  • Ficar na mesma posição por muito tempo;
  • Diabetes mal controlada (neuropatia diabética);
  • Hérnia de disco;
  • Neuropatia periférica ou radiculopatia;
  • Síndrome do túnel do carpo;
  • Deficiência de vitaminas, especialmente a B12;
  • Cirurgias, traumas ou tumores;
  • Doenças que reduzem a circulação, como aterosclerose ou fenômeno de Raynaud;
  • Esclerose múltipla e outras doenças neurológicas;
  • Acidente vascular cerebral (AVC) ou encefalite.

Fatores como o consumo excessivo de álcool, exposição a toxinas e movimentos repetitivos no trabalho também aumentam o risco de lesões nos nervos e desenvolvimento de parestesia.

Quais são os tipos de parestesia?

Os principais tipos de parestesia são:

1. Parestesia aguda

A parestesia aguda é temporária e costuma surgir após compressão breve de um nervo, como ao dormir sobre o braço ou cruzar as pernas por muito tempo.

A sensibilidade retorna quando a pressão cessa.

2. Parestesia crônica

A parestesia crônica pode persistir por semanas ou ser permanente e geralmente surge por doenças que afetam os nervos, como diabetes ou lesão na medula.

Pode vir com dor, fraqueza ou perda de sensibilidade e exige investigação médica.

Quais são os tratamentos para parestesia?

Os principais tratamentos para parestesia são:

  • Medicamentos para dor neuropática;
  • Suplementação de vitaminas B, em casos de deficiência;
  • Fisioterapia e exercícios para melhora da sensibilidade;
  • Correção de posturas e hábitos diários;
  • Controle do diabetes e da pressão arterial;
  • Cirurgia para compressões graves nos nervos.

O tratamento da parestesia depende do que está desencadeando a sensação de dormência e formigamento e deve ser orientado por um neurologista.

A parestesia tem cura?

A parestesia tem cura quando a causa é reversível, como compressão temporária de nervo ou deficiência nutricional.

Em doenças crônicas, o objetivo é controlar sintomas e evitar progressão. Segundo a Sociedade Brasileira de Neurologia, o sucesso do tratamento depende diretamente de identificar o que está agredindo o nervo.

Como prevenir a parestesia?

Para prevenir a parestesia, é recomendado:

  • Manter uma postura correta ao sentar e trabalhar;
  • Evitar roupas e acessórios excessivamente apertados;
  • Fazer pausas para alongamento durante o dia;
  • Controlar diabetes e pressão alta;
  • Manter uma alimentação rica em vitaminas do complexo B;
  • Reduzir o consumo de álcool e tabaco.

Essas medidas reduzem o risco de lesões nervosas e compressões que podem resultar em parestesia.

Conte sempre com a Rede D’Or. Agende sua consulta pelo telefone 3003-3230 ou online.

Quais as complicações da parestesia?

As principais complicações da parestesia são:

  • Perda permanente de sensibilidade em áreas afetadas;
  • Ferimentos em regiões dormentes por falta de percepção de dor;
  • Dificuldade para andar ou segurar objetos;
  • Perda do equilíbrio e quedas frequentes;
  • Ansiedade ou depressão, na parestesia crônica.

Quando não tratada, a parestesia pode afetar a qualidade de vida e causar limitações no dia a dia.

Por isso, identificar a causa da parestesia rapidamente ajuda a evitar que essas complicações se tornem permanentes.

Marque uma consulta com o NEUROLOGISTA perto de você! Se você identifica esses sintomas, procure um especialista. O diagnóstico precoce é o melhor caminho para manter sua saúde em dia. Agende uma consulta