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Resumo do conteúdo:

  • Influenza B é uma gripe viral que causa febre alta, tosse, dor no corpo e cansaço intenso, tratada com repouso, hidratação e, se necessário, antivirais.
  • Para prevenir Influenza B, vacine-se anualmente, lave as mãos, evite contato com doentes e procure médico se os sintomas forem graves ou persistentes..

O que é Influenza B?

A Influenza B é uma infecção respiratória viral causada pelo vírus influenza do tipo B. Essa condição provoca inflamação das vias aéreas superiores e inferiores, levando a sintomas como febre, tosse, dor no corpo e cansaço intenso, que costumam surgir de forma repentina.

Esse vírus é transmitido principalmente pelo ar e pelo contato com secreções respiratórias, como gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar.

O tratamento da Influenza B é feito pelo clínico geral ou infectologista, e envolve repouso, hidratação e, em casos mais graves, medicamentos antivirais.

Quais são os sintomas de Influenza B?

Os principais sintomas de Influenza B são:

  • Febre alta (geralmente acima de 38 °C);
  • Dor de garganta e tosse seca;
  • Dores fortes no corpo e nos músculos;
  • Dor de cabeça constante;
  • Cansaço extremo e fraqueza;
  • Espirros, coriza ou nariz entupido;
  • Calafrios e suores frios.

Os sintomas da gripe tipo B geralmente surgem de forma súbita e podem ser intensos, impactando significativamente a rotina, o trabalho e o desempenho escolar, especialmente nos primeiros dias da infecção.

Se você apresenta sintomas intensos ou que não melhoram, agende uma consulta com um clínico geral da Rede D’Or para avaliação especializada.

Sintomas de Influenza B em crianças

Em crianças, a Influenza B pode apresentar manifestações diferentes das observadas em adultos.

Além dos sintomas respiratórios, são relativamente comuns queixas gastrointestinais, como náuseas, vômitos, diarreia e diminuição do apetite.

Sintomas de Influenza B em idosos

Em idosos e pessoas com doenças crônicas, a Influenza B pode causar sintomas mais fortes, prostração (fraqueza extrema) e confusão mental, e aumentar o risco de complicações, como pneumonia.

Se tenho sintomas de Influenza B, qual médico devo procurar?

Os especialistas na Influenza B são os clínicos gerais e infectologistas. No caso de crianças, o acompanhamento costuma ser feito pelo pediatra.

Em quadros respiratórios mais importantes, o pneumologista também pode participar do cuidado.

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Como é feito o diagnóstico da Influenza B?

O diagnóstico da Influenza B é feito por meio da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico.

Em muitos casos, o diagnóstico é clínico. No entanto, em situações específicas, como pessoas com fatores de risco, quadros graves ou necessidade de confirmação diagnóstica, exames laboratoriais podem ser solicitados.

Os principais exames são teste rápido de Influenza A e B ou testes moleculares, como o RT-PCR.

Influenza B: como acontece a transmissão?

A transmissão da Influenza B ocorre de forma parecida com a gripe comum:

  • Inalação de gotículas de saliva ou secreções respiratórias, quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala;
  • Tocar em superfícies contaminadas e depois tocar a boca, nariz ou olhos, já que o vírus pode depositar-se em superfícies.

O vírus Influenza B entra no corpo pelas vias respiratórias e se multiplica nas células do nariz, garganta e pulmões, provocando inflamação e os sintomas.

Influenza B é contagiosa?

Sim. A Influenza B é contagiosa e pode ser transmitida com facilidade de uma pessoa para outra.

Ter contato próximo com pessoas gripadas ou estar em ambientes fechados e mal ventilados, aumenta o risco de transmissão do vírus.

Quais os fatores de risco para Influenza B?

Os principais fatores que aumentam o risco de complicações graves da influenza B são:

  • Idade, especialmente crianças menores de 5 anos e idosos acima de 65;
  • Gravidez e período pós-parto;
  • Doenças crônicas, como asma, diabetes, anemia falciforme ou problemas no coração, rins ou fígado;
  • Sistema imunológico enfraquecido;
  • Obesidade mórbida (IMC acima de 40);
  • Não estar vacinado contra a gripe.

Pessoas que fazem parte desses grupos precisam de maior atenção, pois a Influenza B pode evoluir com mais facilidade para quadros graves e exigir acompanhamento médico mais cuidadoso.

Qual é pior: Influenza A ou B?

Tanto a Influenza A como B podem ser graves, especialmente nos grupos de maior risco de complicações.

A Influenza A costuma causar surtos maiores, mas a Influenza B também pode ser grave, principalmente em crianças e jovens.

Quais são os tipos de Influenza B?

O vírus Influenza tipo B é dividido em duas linhagens, que são:

1. Influenza B Victoria

O vírus Influenza B Victoria é uma das linhagens mais comuns e afeta principalmente crianças e adolescentes, causando sintomas típicos de gripe.

Essa linhagem está incluída nas vacinas mais atuais.

A maioria das pessoas se recupera bem quando recebe cuidados adequados e repouso.

2. Influenza B Yamagata

A linhagem Yamagata circulou mais em anos anteriores. Os sintomas são semelhantes aos da Victoria, como febre, tosse e dores no corpo.

Atualmente, a linhagem Yamagata tem sido pouco detectada em vigilâncias epidemiológicas recentes, mas historicamente foi relevante.

Quais são os tratamentos para Influenza B?

O tratamento da Influenza B é feito pelo clínico geral, pediatra ou infectologista, com o objetivo de aliviar os sintomas, reduzir o desconforto e evitar complicações.

1. Medicamentos para Influenza B

Os principais medicamentos para Influenza B que podem ser indicados pelo médico são:

  • Antivirais, como oseltamivir (Tamiflu), especialmente quando iniciados nas primeiras 48 horas dos sintomas ou em pessoas com maior risco de complicações;
  • Antitérmicos e analgésicos, para dor e febre;
  • Medicamentos para aliviar sintomas respiratórios.

Esses medicamentos devem ser usados somente com indicação médica, especialmente por  gestantes, lactantes, bebês, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

2. Autocuidados para Influenza B

Os autocuidados para a Influenza B incluem:

  • Fazer isolamento para evitar a transmissão do vírus;
  • Beber bastante água para evitar desidratação;
  • Descansar para ajudar o corpo a se recuperar;
  • Lavar o nariz com soro, para limpar as vias aéreas e facilitar a respiração;
  • Manter alimentação leve;
  • Evitar esforço físico durante a febre.

Na grande maioria dos casos, essas medidas são suficientes para a recuperação, pois o corpo combate o vírus naturalmente em alguns dias.

Em pessoas com risco de complicações, os autocuidados podem ajudar, mas não substituem o tratamento médico.

3. Internação hospitalar

A internação hospitalar é indicada quando há sinais de gravidade, como falta de ar, queda da oxigenação, desidratação importante ou febre persistente que não responde ao tratamento habitual.

Nesses casos, o acompanhamento hospitalar permite monitoramento contínuo e intervenção precoce.

Quantos dias de isolamento para Influenza B?

Em geral, recomenda-se isolamento por 5 a 7 dias, ou até pelo menos 24 horas sem febre, sem uso de antitérmicos, para evitar transmitir o vírus a outras pessoas.

Em crianças, esse tempo pode ser um pouco maior, pois elas liberam o vírus por mais tempo.

Influenza B tem cura?

Sim. A Influenza B tem cura e costuma desaparecer sozinha em até 10 dias, com repouso e cuidados adequados.

Como prevenir a Influenza B?

Para prevenir a Influenza B, é recomendado:

  • Tomar a vacina da gripe todos os anos;
  • Evitar contato próximo com pessoas gripadas;
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar;
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão;
  • Usar álcool em gel nas mãos quando estiver na rua;
  • Evitar locais fechados com muitas pessoas, especialmente durante o inverno;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres;
  • Usar máscara em períodos de maior circulação do vírus.

Essas medidas ajudam a reduzir o risco de contágio.

Conte sempre com a Rede D’Or. Agende sua consulta pelo telefone 3003-3230 ou online.

Vacina contra Influenza B

A vacina da gripe é a melhor forma de proteção contra a Influenza B.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)  e o Ministério da Saúde reforçam que a vacinação anual é a principal estratégia de prevenção contra a Influenza A e B, especialmente em grupos de risco, reduzindo hospitalizações e complicações graves.

Quais as complicações da Influenza B?

As principais complicações da Influenza B são:

  • Pneumonia bacteriana secundária ou por outros vírus;
  • Bronquite, sinusite ou otite;
  • Síndrome respiratória aguda grave (SRAG);
  • Desidratação;
  • Piora de doenças crônicas.

Essas complicações são mais comuns em crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças pré-existentes ou imunidade baixa, podendo exigir atendimento hospitalar.

Quais soluções a Rede D’Or oferece?

Na Rede D’Or você pode contar com diversos exames de diagnóstico para identificar a Influenza B com precisão, além de profissionais especializados para indicar a melhor forma de tratamento e recomendar os medicamentos essenciais para a sua recuperação, se for preciso.

A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, Ceará, Paraná, Maranhão, de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Mato Grosso do Sul, da Bahia, Paraíba e no Distrito Federal.

O grupo é composto atualmente por hospitais próprios e clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, banco de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.

Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG), e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).

A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, concedido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

Conte com a Rede D’Or sempre que precisar!

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