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Sinônimos

  • Forma Polimerica da Prolactina Macroprolactina
  • Macroprolactina Por Precipitacao Por Peg
  • Pesquisa de Macroprolactina
  • Pesquisa Macroprolactina

Resumo do conteúdo

  • Macroprolactina é uma forma inativa da prolactina que pode elevar o hormônio no exame sem causar sintomas clínicos.
  • O exame ajuda a diferenciar hiperprolactinemia verdadeira de alterações laboratoriais benignas.

O que é o exame de Macroprolactina?

O exame de macroprolactina é um teste laboratorial que identifica a forma inativa da prolactina no sangue, chamada macroprolactina.

A macroprolactina é uma molécula maior da prolactina, formada quando o hormônio se liga a imunoglobulinas do corpo. Essa forma costuma ser inativa, ou seja, não afeta o organismo.

Esse exame é fundamental para diferenciar casos de hiperprolactinemia verdadeira daqueles em que o aumento da prolactina não representa um distúrbio clínico relevante.

Para que serve o exame de Macroprolactina?

O exame de macroprolactina serve para:

  • Investigar prolactina alta no exame de sangue;
  • Diferenciar hiperprolactinemia verdadeira da causada pela macroprolactina;
  • Evitar exames e tratamentos desnecessários, quando o aumento da prolactina no sangue não afeta a saúde;
  • Avaliar suspeita de alterações hormonais;
  • Ajudar na investigação de infertilidade ou alterações menstruais.

O teste costuma ser solicitado quando a prolactina está elevada, mas a pessoa não apresenta sintomas clínicos.

Qual a diferença entre macroprolactina e prolactina?

A principal diferença está no tamanho e na ação no corpo.

A prolactina é uma molécula pequena e ativa no corpo e, em excesso, causa sintomas como produção de leite ou ausência de menstruação.

Já a macroprolactina é uma molécula grande, que circula no sangue ligada a anticorpos (imunoglobulinas do tipo IgG) e tem pouca ou nenhuma atividade no organismo.

Por isso, pessoas com macroprolactina alta geralmente não têm sintomas, enquanto a prolactina alta costuma causar sintomas claros.

Como deve ser o preparo para o exame de macroprolactina?

Para se preparar para a dosagem de macroprolactina, é recomendado:

  • Ficar em repouso por 30 minutos antes da coleta de sangue;
  • Evitar situações de estresse ou esforço físico intenso no dia do exame;
  • Informar ao laboratório os medicamentos de uso habitual, principalmente hormônios.

O jejum normalmente não é obrigatório, mas é importante seguir a orientação do laboratório.

Como é feito o exame de Macroprolactina?

A dosagem de macroprolactina é feita com a coleta de sangue de uma veia do braço.

A amostra é enviada ao laboratório para análise, ajudando a identificar se parte da prolactina presente no sangue corresponde à macroprolactina.

Em muitos laboratórios, o processo envolve uma técnica chamada precipitação com polietilenoglicol (PEG). Esse método permite separar a macroprolactina da prolactina ativa para avaliar o resultado com mais precisão.

Quais os valores de referência do exame de Macroprolactina?

Os valores de referência da macroprolactina são:

Resultado Porcentagem de Recuperação da prolactina (após PEG) O que significa
Macroprolactina negativa Maior que 60% Pouca ou nenhuma macroprolactina presente.
Inconclusivo Entre 30% e 60% “Zona cinzenta”, requer análise médica detalhada.
Macroprolactina positiva Menor que 30% Presença significativa de macroprolactina.

O exame considera a porcentagem de recuperação da prolactina após o processamento da amostra com polietilenoglicol (PEG).

Os valores (pontos de corte) podem variar entre laboratórios, pois dependem do método utilizado na análise.

Por isso, a interpretação do exame deve ser feita pelo médico, junto com os sintomas e outros exames.

Como entender o resultado da macroprolactina?

O teste é baseado na recuperação de prolactina após um processo laboratorial chamado precipitação com polietilenoglicol (PEG). Esse método ajuda a separar a macroprolactina da prolactina biologicamente ativa presente no sangue.

De forma geral, a interpretação do exame é:

  • Se muita prolactina continua presente após o tratamento (recuperação maior que 60%), significa que a maior parte era prolactina ativa (macroprolactina negativa);
  • Se pouca prolactina permanece (menos de 30%), significa que grande parte foi removida pelo PEG (macroprolactina positiva).

Quanto menor a recuperação da prolactina após o tratamento com PEG, maior a probabilidade de que o aumento observado no exame seja causado pela macroprolactina, que geralmente tem pouca atividade no organismo.

Dúvidas no seu exame? Consulte um especialista da Rede D’Or próximo a você.

Macroprolactina negativa: o que significa?

Quando o exame indica macroprolactina negativa, significa que a prolactina ativa é a principal forma circulante. As possíveis situações incluem:

  • Hiperprolactinemia verdadeira (prolactina ativa aumentada);
  • Uso de medicamentos que elevam a prolactina;
  • Doenças da hipófise que precisam de investigação médica.

O resultado negativo descarta a macroprolactina como causa da elevação de prolactina no sangue, exigindo nova investigação para os sintomas apresentados.

Macroprolactina alta: o que pode ser?

A presença de níveis elevados de macroprolactina, com sintomas ausentes ou leves, geralmente indica que a hiperprolactinemia é causada pela forma inativa do hormônio. Nesses casos, o quadro tende a ser benigno e não requer tratamento.

No entanto, se houver sintomas como alterações menstruais, infertilidade ou galactorreia (produção de leite pelas mamas fora do período de amamentação), é necessário investigar outras causas.

A macroprolactina pode causar infertilidade?

Geralmente não. Como ela é uma forma inativa do hormônio, na maioria dos casos não interfere na fertilidade. Porém, se a prolactina ativa também estiver elevada, o médico pode precisar investigar outras causas.

Onde fazer o exame de macroprolactina?

Você pode realizar o seu exame de macroprolactina em uma das unidades da Rede D’Or, que conta com tecnologia de ponta e profissionais preparados para garantir um resultado preciso.

Não deixe sua saúde para depois. Escolha a segurança de quem é referência em diagnóstico.

Qual médico pode solicitar o exame de macroprolactina?

Os médicos que mais pedem esse exame são os endocrinologistas e os ginecologistas, pois o hormônio está ligado à fertilidade e à função hormonal.

Em alguns casos, clínicos gerais também podem solicitar o teste durante check-ups ou quando há dúvida sobre a causa da prolactina alta.

Quais outros exames podem ser solicitados?

Junto com o exame de macroprolactina, o médico pode pedir outros testes para investigar as causas da prolactina alta:

A combinação desses exames permite uma avaliação mais completa e identificar a causa da prolactina alta.

Qual é o valor do exame de macroprolactina?

O valor do exame de macroprolactina pode variar de acordo com o laboratório, cidade ou região e cobertura do plano de saúde. Em muitos casos, o exame pode ser coberto por convênios médicos quando há solicitação médica.

Para saber o valor exato e fazer o exame com segurança, entre em contato com a Rede D’Or pelo telefone 3003-3230 ou agende online no site oficial.

Cuide da sua saúde com especialistas da Rede D’Or!

Se o seu exame de prolactina deu alterado e você precisa de uma investigação detalhada sobre a macroprolactina, conte com a Rede D’Or. Nossos especialistas estão prontos para oferecer um atendimento humanizado e diagnósticos precisos.

Preparativos para o exame

Antes da coleta da amostra para o exame de Macroprolactina, é necessário realizar um repouso de 30 minutos em ambiente tranquilo. Não é obrigatório jejum, porém é fundamental seguir essa e outras orientações para garantir a confiabilidade dos resultados.

Prazo de entrega

O prazo pode variar de acordo com a unidade. Por favor, entre em contato com sua unidade de preferência para confirmar o prazo.

Cobertura

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O Richet Medicina & Diagnóstico, fundado em 1947, faz parte da Rede D’Or, conta com diversas unidades de atendimento ambulatorial e processa as amostras de testes mais complexos coletadas nos hospitais e centros médicos da Rede D’Or. O Richet possui Acreditação do PALC (Programa de Acreditação para Laboratórios Clínicos) da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) e também é acreditado pelo CAP (College of American Pathologists).

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