Rede D'Or
Clique ao lado para ativar

Resumo do conteúdo:

  • O sangramento na gravidez pode ter causas benignas ou indicar complicações. Toda perda de sangue deve ser avaliada por um obstetra.
  • Sangramento intenso, dor forte, febre ou tontura exigem atendimento imediato para proteger a saúde da gestante e do bebê.

O que é sangramento na gravidez?

Sangramento na gravidez é qualquer perda de sangue pela vagina durante a gestação. Embora possa ocorrer, principalmente no início da gravidez, nenhum sangramento deve ser considerado normal sem avaliação médica.

As alterações hormonais e o aumento da vascularização do colo do útero podem favorecer pequenos sangramentos, mas a perda de sangue também pode indicar condições que precisam de avaliação, como aborto espontâneo, gravidez ectópica ou alterações na placenta.

Por isso, todo sangramento durante a gravidez deve ser avaliado por um obstetra, que poderá identificar a causa e indicar a conduta mais adequada para proteger a saúde da gestante e do bebê.

O que causa sangramento na gravidez?

O sangramento na gravidez pode ter diferentes causas, que variam conforme a fase da gestação. Algumas são esperadas e não oferecem riscos importantes, enquanto outras exigem investigação rápida.

Sangramento no 1º trimestre de gravidez

No início da gestação, as causas mais comuns incluem:

  1. Sangramento de implantação (nidação);
  2. Sensibilidade no colo do útero, que pode sangrar após relações ou exames;
  3. Ameaça de aborto ou aborto espontâneo;
  4. Gravidez ectópica;
  5. Hematoma subcoriônico, identificado no ultrassom;
  6. Doença trofoblástica gestacional (gravidez molar).

Mesmo quando o sangramento é pequeno, a avaliação médica ajuda a diferenciar situações sem gravidade de condições que precisam de tratamento. Veja todas as causas do sangramento no início da gravidez.

Sangramento no 2º e 3º trimestres de gravidez

As principais causas de sangramento na metade e final da gestação são:

  1. Placenta prévia ou placenta acreta;
  2. Descolamento prematuro da placenta;
  3. Insuficiência do colo do útero (dilatação indolor do colo antes do termo);
  4. Infecções ou lesões no colo do útero;
  5. Trabalho de parto prematuro;
  6. Eliminação do tampão mucoso, especialmente no final da gestação.

Como os sangramentos nessa fase podem estar relacionados a alterações obstétricas importantes, é essencial buscar avaliação médica.

É normal ter sangramento na gravidez?

Alguns sangramentos podem ocorrer durante a gestação e nem sempre indicam complicações.

Porém, nenhuma perda de sangue deve ser considerada normal sem avaliação médica, pois pode estar relacionada a alterações benignas ou condições que exigem acompanhamento, como gravidez ectópica, aborto espontâneo ou alterações na placenta.

Como é o sangramento na gravidez?

O sangramento pode variar bastante de uma gestação para outra. Os sinais mais comuns incluem:

  • Pequenas manchas rosadas ou amarronzadas;
  • Sangramento leve, moderado ou intenso;
  • Sangue vermelho vivo, vermelho escuro ou marrom;
  • Sangramento de aspecto fluido ou com coágulos;
  • Eliminação de pequenos fragmentos de tecido ou muco.

Além da perda de sangue, podem surgir sintomas como cólicas, dor abdominal ou pélvica, dor lombar ou tontura.

A quantidade de sangue nem sempre indica a gravidade da causa, por isso qualquer sangramento deve ser avaliado pelo obstetra. Agende uma consulta com um obstetra da Rede D’Or para avaliação especializada.

Marque uma consulta

Sangramento na gravidez dura quantos dias?

A duração do sangramento depende da causa. Pequenas perdas podem durar poucas horas, enquanto outros tipos de sangramento podem persistir por mais tempo e precisam de investigação.

Evite usar medicamentos por conta própria ou realizar repouso absoluto sem orientação médica. A conduta depende da causa identificada pelo obstetra.

Quando ir ao hospital?

Todo sangramento durante a gravidez merece avaliação, mas alguns sinais de alerta indicam necessidade de atendimento imediato. Procure assistência rapidamente quando houver:

  • Sangramento intenso ou que aumenta rapidamente;
  • Sangue vermelho vivo em grande volume;
  • Dor abdominal forte, cólicas intensas ou dor em apenas um lado do abdômen;
  • Tontura, desmaio, fraqueza intensa ou dificuldade para permanecer em pé;
  • Febre, saída de coágulos ou diminuição dos movimentos do bebê;
  • Sangramento após trauma ou acompanhado de contrações antes do momento esperado.

Quanto mais cedo a causa for identificada, maiores são as chances de definir a melhor conduta para proteger a saúde da gestante e do bebê.

Em caso de sangramento durante a gravidez, procure atendimento de urgência ou entre em contato com o obstetra. A Rede D’Or conta com unidades de pronto-socorro obstétrico preparadas para atendimento 24 horas.

O que fazer em caso de sangramento na gravidez?

Ao perceber qualquer sangramento durante a gravidez, a gestante deve entrar em contato com o obstetra ou procurar atendimento médico para avaliação da causa.

Enquanto aguarda orientação, é recomendado utilizar absorvente externo para observar a quantidade do sangramento, evitar relações sexuais, não introduzir objetos ou medicamentos na vagina e não usar medicamentos por conta própria.

Em casos de sinais de alerta, a recomendação é procurar uma emergência obstétrica imediatamente.

Como é feito o diagnóstico do sangramento na gravidez?

O diagnóstico é feito por meio do exame ginecológico e do histórico do sangramento. Informações como cor, quantidade e sintomas associados ajudam na investigação.

Exames como ultrassonografia obstétrica, dosagem do hormônio da gravidez (beta-hCG), tipagem sanguínea em gestantes Rh negativo ou cardiotocografia são usados para confirmar a localização da gestação, avaliar a vitalidade fetal e identificar possíveis complicações.

Quais são os tratamentos para sangramento na gravidez?

O tratamento depende diretamente da causa identificada. Quando o sangramento é leve e sem risco, pode haver apenas acompanhamento.

As principais formas de tratamento incluem:

  • Acompanhamento médico quando o sangramento é leve e não há complicações;
  • Medicamentos, conforme a causa;
  • Tratamento das infecções e controle de hemorragias placentárias;
  • Cirurgia para gravidez ectópica;
  • Internação e monitoramento nos casos mais graves.

A conduta varia conforme a causa do sangramento, a idade gestacional e as condições de saúde da gestante e do bebê.

Perguntas frequentes sobre sangramento na gravidez

Algumas dúvidas comuns sobre sangramento na gravidez são:

Qual a diferença entre sangramento de implantação e menstruação?

O sangramento relacionado à implantação embrionária pode apresentar pequena quantidade de sangue e ocorrer no início da gestação. Já a menstruação ocorre como parte do ciclo menstrual e não acontece durante uma gravidez confirmada.

Sangramento na gravidez sempre significa aborto?

Embora o aborto espontâneo seja uma possível causa de sangramento, muitas gestantes apresentam pequenas perdas de sangue e evoluem com uma gravidez saudável. A avaliação médica é necessária para identificar a origem do sangramento.

Sangramento vermelho vivo na gravidez é sempre grave?

O sangramento vermelho vivo pode indicar sangue recente e ativo. Nem sempre é grave, mas chama mais atenção.

Quando vem acompanhado de dor, coágulos ou aumento do volume, pode indicar situações como aborto ou descolamento da placenta e precisa de avaliação médica rápida.

Toda gestante com sangramento precisa de ultrassom?

A ultrassonografia é frequentemente utilizada na investigação do sangramento na gravidez, pois ajuda a avaliar a localização da gestação, a vitalidade fetal e possíveis alterações. A necessidade do exame depende da avaliação médica e da fase da gestação.

Quais soluções a Rede D’Or oferece?

Na Rede D’Or você pode contar com diversos exames de diagnóstico para identificar a causa do sangramento na gravidez com precisão, além de profissionais especializados para indicar a melhor forma de tratamento e recomendar os medicamentos essenciais para a sua recuperação, se for preciso.

A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, Ceará, Paraná, Maranhão, de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Mato Grosso do Sul, da Bahia, Paraíba e no Distrito Federal.

O grupo é composto atualmente por hospitais próprios e clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, banco de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.

Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG), e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).

A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, concedido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

Conte com a Rede D’Or sempre que precisar!

Marque uma consulta com o OBSTETRA perto de você! Se você identifica esses sintomas, procure um especialista. O diagnóstico precoce é o melhor caminho para manter sua saúde em dia. Agende uma consulta