Cirurgia de Epilepsia

Cirurgia de Epilepsia

A epilepsia é uma doença que provoca crises epiléticas, chamadas parciais (quando acometem um dos hemisférios cerebrais), ou total (quando acomete ambos).

Cirurgia para epilepsia

A epilepsia é uma doença que provoca crises epiléticas, chamadas parciais (quando acometem um dos hemisférios cerebrais), ou total (quando acomete ambos). Em geral, as crises duram alguns minutos ou segundos e desaparecem espontaneamente, podendo se repetir de tempos em tempos.

Em alguns casos, medicamentos são suficientes para controlar as crises de epilepsia e garantir a qualidade de vida ao paciente. No entanto, em alguns casos, a única opção é a cirurgia de epilepsia, com remoção ou desconexão de uma região do cérebro, para controlar de forma total ou parcial as crises.

Para a realização da cirurgia de epilepsia é necessário realizar uma série de exames laboratoriais para definir qual área precisa ser alterada ou para saber se o procedimento não afetará áreas saudáveis.

Atualmente, existem alguns tipos de cirurgia para epilepsia, entre elas:

  • Hemisferectomia: retira praticamente todo o hemisfério cerebral que causa as convulsões.
  • Ressecção focal: retirada de parte do cérebro onde estão centralizadas as convulsões.
  • Corpus calosotomia: realinha a parte do cérebro prejudicado para interromper o caminho percorrido pela convulsão.
  • Terapia térmica intersticial do laser (LITT): procedimento minimamente invasivo, que usa calor para retirar a região do cérebro onde se concentram as convulsões.

O seu médico de confiança saberá o melhor procedimento para cada caso conforme os resultados de exames neurológicos e complementares. De qualquer forma, a cirurgia para epilepsia é realizada por uma equipe multidisciplinar experiente, liderada por um neurologista especializado em epilepsia.

 

Agora a dúvida: a cirurgia de epilepsia é perigosa?

Todo procedimento cirúrgico envolve risco. Os riscos da cirurgia de epilepsia incluem danos neurológicos não intencionais, como hemorragia ou infecção, além de riscos em relação à remoção do tecido cerebral, que pode ser conduzido de forma errônea.

As sequelas desta cirurgia são raras. Nos casos onde ocorre, as mais comuns são:

  • Déficits cognitivos leves (perda de memória);
  • Problemas de visão;
  • Problemas psicológicos, como depressão.

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