O exame de Amilase Pancreática, Líquido Pancreático mede a quantidade da enzima amilase no líquido produzido pelo pâncreas. Ele é usado para identificar inflamações, lesões ou complicações, como pancreatite, pseudocistos e fístulas, e ajuda a confirmar se líquidos coletados no abdômen têm origem pancreática.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
É um teste que mede a quantidade da enzima amilase presente no líquido produzido pelo pâncreas. A amilase é uma enzima responsável pela digestão dos carboidratos e normalmente está presente no sangue e nas secreções pancreáticas.
Quando há inflamação ou lesão no pâncreas, essa enzima pode ser liberada em grandes quantidades, inclusive em líquidos corporais anormais, como coleções abdominais ou derrames. A análise desse líquido ajuda a confirmar se ele tem origem pancreática e a avaliar o grau de comprometimento do órgão.
O exame tem como principal objetivo avaliar o funcionamento do pâncreas e identificar doenças pancreáticas, como pancreatite aguda ou crônica, pseudocistos pancreáticos ou fístulas. Ele ajuda a determinar se um líquido coletado no abdômen ou em outra região do corpo é realmente de origem pancreática. Ele serve também para monitorar complicações após cirurgias ou traumas que envolvam o pâncreas.
O exame costuma ser indicado quando há suspeita de alterações no pâncreas, especialmente em pacientes com:
A amostra é coletada a partir do líquido pancreático obtido durante procedimentos médicos específicos, como drenagens, punções ou endoscopias, sempre realizados sob supervisão médica. O líquido é então encaminhado para o laboratório, onde a dosagem da amilase é feita por métodos enzimáticos. O exame em si é laboratorial, mas depende de uma coleta que geralmente ocorre em ambiente hospitalar ou ambulatorial especializado.
Os valores de referência podem variar conforme o método utilizado e o tipo de amostra. Em geral, líquidos com níveis de amilase significativamente mais altos do que os encontrados no sangue indicam origem pancreática. Diferentes laboratórios podem adotar faixas próprias de referência, por isso o resultado deve sempre ser interpretado pelo médico solicitante.
A interpretação final deve sempre ser feita pelo médico solicitante, levando em conta outros exames laboratoriais e de imagem, além do contexto clínico do paciente.
Valores elevados de amilase no líquido pancreático costumam indicar liberação excessiva da enzima devido à inflamação, lesão ou extravasamento de secreções pancreáticas. Isso pode ocorrer em casos de pancreatite aguda, pseudocisto pancreático, trauma abdominal ou fístula pancreática. O aumento deve ser avaliado em conjunto com exames de imagem e outros marcadores laboratoriais.
O exame costuma ser solicitado por gastroenterologistas, cirurgiões do aparelho digestivo, radiologistas intervencionistas e clínicos gerais envolvidos na investigação de doenças pancreáticas. Ele é usado tanto para diagnóstico quanto para acompanhamento de pacientes com alterações no pâncreas.
Não há necessidade de jejum ou qualquer preparo especial para o exame.
O prazo pode variar de acordo com a unidade. Por favor, entre em contato com sua unidade de preferência para confirmar o prazo.
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