O exame Rubéola IgG Avidez avalia a força de ligação dos anticorpos IgG contra o vírus da rubéola, ajudando a determinar se a infecção é recente ou antiga. É um teste essencial em gestantes, pois diferencia infecções primárias de imunidade preexistente, prevenindo diagnósticos equivocados e auxiliando na conduta clínica.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
O exame Rubéola IgG Avidez mede a afinidade dos anticorpos IgG produzidos pelo organismo contra o vírus da rubéola. Anticorpos de baixa avidez indicam infecção recente, enquanto os de alta avidez sugerem infecção antiga ou imunidade adquirida por vacinação. Esse teste é uma ferramenta complementar ao diagnóstico sorológico tradicional.
Serve para diferenciar infecções recentes de passadas, especialmente em casos em que tanto IgM quanto IgG estão positivos. É amplamente utilizado no acompanhamento de gestantes com suspeita de infecção pelo vírus da rubéola, pois uma infecção recente durante o início da gravidez pode causar a Síndrome da Rubéola Congênita no feto.
O exame é realizado por meio de uma amostra de sangue venoso. No laboratório, utiliza-se a técnica de imunoensaio, na qual o soro é submetido a reagentes que testam a força de ligação dos anticorpos IgG ao antígeno viral. O índice de avidez é calculado e expresso em porcentagem, indicando a maturidade da resposta imune.
É indicado quando há dúvida entre infecção recente e antiga, em especial em gestantes com IgM positivo ou sorologia inconclusiva. Também pode ser solicitado em mulheres em idade fértil antes da concepção, para verificar imunidade prévia e risco de infecção durante a gravidez.
O principal fator de alteração é a fase da infecção: durante a infecção primária, os anticorpos apresentam baixa avidez; após algumas semanas ou meses, a avidez aumenta, refletindo maturação imunológica. Condições que afetam o sistema imune, como imunossupressão, podem interferir na produção e maturação dos anticorpos.
Os valores podem variar entre laboratórios, mas geralmente são interpretados conforme exemplos abaixo.
O exame é geralmente solicitado por ginecologistas, obstetras, infectologistas e clínicos gerais. É um exame crucial no acompanhamento pré-natal, auxiliando na avaliação do risco fetal e na orientação de condutas preventivas.
Não há preparo específico. O cliente deve apenas informar o uso de medicamentos imunossupressores, histórico vacinal e possíveis sintomas gripais recentes, que podem influenciar a interpretação clínica dos resultados.
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