O exame de Alfa-2-Antiplasmina mede a atividade da principal proteína responsável por frear a dissolução de coágulos no sangue. É essencial para investigar distúrbios hemorrágicos graves ou monitorar tratamentos que dissolvem trombos.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
A Alfa-2-Antiplasmina é uma proteína produzida pelo fígado que atua como o principal inibidor da plasmina (enzima que dissolve os coágulos sanguíneos). O exame avalia a capacidade desta proteína de controlar a fibrinólise (processo de destruição do coágulo), garantindo que o sangue não se torne “líquido demais” ou que coágulos necessários não desapareçam antes do tempo.
O exame serve para avaliar o equilíbrio do sistema de coagulação e tem como principais objetivos investigar sangramentos anormais, detectando a deficiência dessa proteína, além de auxiliar na avaliação de doenças hepáticas, pois como essa substância é produzida no fígado, sua queda pode indicar insuficiência hepática grave.
Também é utilizado para diagnosticar e acompanhar casos de CID (Coagulação Intravascular Disseminada), monitorando o consumo exagerado de fatores de coagulação em quadros sistêmicos graves, e para monitorar terapias trombolíticas, avaliando o impacto de medicamentos usados para “desmanchar” coágulos em situações como infarto ou AVC.
Este exame é indicado em situações específicas, como em pacientes com histórico de sangramentos graves e prolongados, mesmo quando exames comuns — como TAP e PTTa — apresentam resultados normais, na investigação de sangramentos pós-cirúrgicos inexplicáveis, na avaliação de pessoas com doenças crônicas no fígado e também em casos de suspeita de hiperfibrinólise, quando o organismo passa a dissolver coágulos de forma descontrolada.
O exame é realizado por meio de uma coleta de sangue simples. Após a coleta, o sangue é encaminhado ao laboratório para análise, sendo avaliado por métodos específicos.
Os resultados são geralmente expressos em porcentagem de atividade. Os números podem variar levemente entre laboratórios, mas os padrões de normalidade costumam estar entre os percentuais abaixo.
Este exame costuma ser solicitado por hematologistas; hepatologistas, para avaliar a síntese proteica em pacientes com cirrose ou falência hepática; e médicos intensivistas, em casos de quadros graves de choque e coagulopatias sistêmicas.
Não é necessário jejum ou qualquer outro preparo específico.
O prazo pode variar de acordo com a unidade. Por favor, entre em contato com sua unidade de preferência para confirmar o prazo.
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