O painel de ISTs em amostra de urina é um exame laboratorial que utiliza metodologias moleculares, principalmente PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), para detectar material genético de patógenos causadores de infecções sexualmente transmissíveis. Por ser uma coleta simples e não invasiva, a urina representa uma alternativa segura e eficaz na triagem de pacientes, permitindo a detecção precoce e simultânea de múltiplos agentes. Esse exame é essencial para o diagnóstico, monitoramento terapêutico e controle epidemiológico das ISTs.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
É um teste diagnóstico multiparamétrico que avalia a presença de DNA ou RNA de diversos microrganismos associados a ISTs. A urina, especialmente a primeira fração do jato urinário, contém células do epitélio uretral descamadas, nas quais os agentes infecciosos podem estar presentes, possibilitando a análise molecular de alta sensibilidade.
A coleta consiste na obtenção de uma amostra da primeira urina do dia, ou pelo menos a primeira fração urinária após duas horas sem urinar. O material é enviado ao laboratório, onde técnicas moleculares como PCR em tempo real identificam os patógenos-alvo. A urina é preferida pela praticidade, mas em alguns casos o médico pode associar coleta de secreção vaginal, uretral ou cervical.
Dependendo do painel utilizado, o teste pode incluir a detecção de:
A abrangência pode variar conforme o laboratório e a tecnologia empregada.
O resultado é qualitativo, sendo reportado como detectado ou não detectado.
A interpretação clínica deve considerar o histórico do paciente, sintomas, fatores de risco e possibilidade de coinfecções.
O exame pode ser solicitado por infectologistas, ginecologistas, urologistas, proctologistas, dermatologistas e clínicos gerais. Em contextos de saúde pública, também pode ser indicado por equipes multiprofissionais no rastreamento de populações vulneráveis.
Recomenda-se não urinar por, no mínimo, duas horas antes da coleta, para garantir maior concentração de células infectadas na primeira fração urinária. Não é necessário jejum. Em alguns casos, o médico pode orientar a suspensão temporária de antibióticos que interfiram no resultado.
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