O exame Cádmio, urina – amostra isolada é utilizado para avaliar a exposição recente ou crônica ao metal pesado cádmio, um contaminante ambiental e ocupacional tóxico para rins, ossos e sistema nervoso. O teste auxilia no diagnóstico de intoxicações e no monitoramento biológico de trabalhadores expostos.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
Este exame mede a concentração de cádmio presente na urina a partir de uma amostra isolada, refletindo principalmente a carga corporal recente do metal. O cádmio é um elemento químico tóxico, não essencial ao organismo humano, encontrado em processos industriais (como fundição, baterias e pigmentos) e também em alimentos cultivados em solos contaminados. Sua principal via de absorção é respiratória, embora também possa ser ingerido em pequenas quantidades.
O exame tem como objetivo detectar a presença e estimar o grau de exposição ao cádmio. Ele é indicado tanto em contextos ocupacionais (como monitoramento de trabalhadores da indústria metalúrgica, galvanoplastia e produção de baterias) quanto clínicos, quando há suspeita de intoxicação.
Além disso, o teste é útil para avaliar a função renal em indivíduos expostos, pois o cádmio tende a se acumular nos túbulos renais, podendo causar proteinúria e redução da filtração glomerular.
A análise é feita a partir de uma amostra isolada de urina, coletada preferencialmente no início do turno de trabalho ou após o período de exposição.
O material é processado em laboratório por técnicas de espectrometria de absorção atômica (AAS) ou espectrometria de massa com plasma indutivamente acoplado (ICP-MS), métodos de alta sensibilidade para quantificar metais em baixas concentrações.
Os resultados são expressos geralmente em microgramas de cádmio por litro (µg/L) ou corrigidos pela creatinina urinária (µg/g creatinina), permitindo melhor padronização dos valores.
O exame é indicado nas seguintes situações:
A interpretação deve considerar o contexto ocupacional, histórico clínico, função renal e outros biomarcadores, como beta-2-microglobulina urinária.
Não é necessário jejum. Recomenda-se evitar, nas 24 horas anteriores à coleta, o consumo de alimentos ricos em cádmio (como vísceras e frutos do mar) e informar o uso de medicamentos que possam interferir na excreção urinária. A urina deve ser coletada em frasco estéril, preferencialmente no início da manhã, evitando contaminação por recipientes metálicos.
Os valores de referência podem variar conforme o método utilizado. Confira abaixo a média geral.
Valores acima desses limites indicam exposição excessiva e requerem avaliação clínica e ambiental.
O exame pode ser solicitado por clínicos gerais, nefrologistas, toxicologistas e médicos do trabalho. O especialista em medicina ocupacional é o mais indicado para interpretar os resultados no contexto de exposição laboral, correlacionando-os aos sintomas clínicos e parâmetros de função renal. Já o toxicologista é responsável pela avaliação de intoxicações ambientais e pelo manejo terapêutico dos casos mais graves.
Não é necessário jejum. Recomenda-se evitar, nas 24 horas anteriores à coleta, o consumo de alimentos ricos em cádmio (como vísceras e frutos do mar) e informar o uso de medicamentos que possam interferir na excreção urinária. A urina deve ser coletada em frasco estéril, preferencialmente no início da manhã, evitando contaminação por recipientes metálicos.
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