A calprotectina fecal é um exame laboratorial que quantifica a presença dessa proteína nas fezes, liberada por leucócitos durante processos inflamatórios no trato gastrointestinal. Esse teste é especialmente indicado para diferenciar doenças inflamatórias intestinais de distúrbios funcionais, como a síndrome do intestino irritável.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
É um teste não invasivo que mede a quantidade de calprotectina presente nas fezes. A calprotectina é uma proteína liberada pelos neutrófilos, células de defesa do corpo, quando há inflamação no trato gastrointestinal. Ela serve como um biomarcador para detectar inflamação intestinal, sendo utilizada no diagnóstico e monitoramento de doenças inflamatórias intestinais (DIIs), como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa.
Para diagnosticar e monitorar doenças inflamatórias intestinais. Ele ajuda a identificar a presença de inflamação no intestino, determinar a gravidade da condição e avaliar a resposta ao tratamento. Além disso, pode ser usado para diferenciar entre DIIs e outras condições gastrointestinais, como a síndrome do intestino irritável.
É realizado coletando uma amostra de fezes em um frasco específico. A amostra deve ser entregue ao laboratório em até duas horas após a coleta. O exame não requer preparo específico, mas é recomendável evitar a coleta durante o período menstrual ou após procedimentos como colonoscopia.
Quando há suspeita de doenças inflamatórias intestinais, em pacientes que apresentam sintomas como dor abdominal, diarreia com sangue, febre e perda de peso. O exame também é utilizado para monitorar a eficácia do tratamento e prevenir recaídas.
O exame de calprotectina fecal não exige um preparo específico. No entanto, é recomendável evitar a coleta durante o período menstrual e aguardar alguns dias após procedimentos como colonoscopia ou uso de contraste radiológico via oral.
Os valores de referência podem variar de acordo com o laboratório e metodologia utilizada.
Inferiores a 80 µg/g: não indicam inflamação no trato gastrointestinal;
Entre 80 e 200 µg/g: podem sugerir inflamação leve;
Superiores a 200 µg/g: indicam inflamação moderada a grave.
A interpretação dos resultados deve ser feita por um médico, levando em consideração outros fatores clínicos e exames complementares.
Gastroenterologistas, clínicos gerais e outros especialistas que lidam com doenças gastrointestinais.
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