O exame de proteína S funcional avalia a capacidade anticoagulante do sangue. Entenda o exame proteína S funcional, valores normais, preparo e quando alterações podem indicar risco de trombose.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
O exame de proteína S funcional é um teste laboratorial que avalia a atividade dessa proteína no sangue, ajudando na investigação de trombose ou suspeita de trombofilia.
A proteína S é produzida principalmente no fígado e ajuda a controlar a coagulação, atuando junto à proteína C para evitar a formação excessiva de coágulos. Entenda os riscos dos coágulos de sangue.
Os resultados mostram o percentual de atividade da proteína S. Valores fora da faixa esperada podem sugerir deficiência ou alteração funcional, com impacto no equilíbrio da coagulação.
O exame de proteína S funcional é indicado para:
Esse exame não fecha diagnóstico sozinho, devendo ser avaliado junto com o histórico clínico, sintomas e outros testes.
A proteína S é uma proteína dependente da vitamina K. Atua como cofator da proteína C ativada, auxiliando na inibição dos fatores Va e VIIIa da coagulação. Essa ação reduz a formação excessiva de coágulos.
Para se preparar para o exame de proteína S funcional, é recomendado:
Em muitos laboratórios não há necessidade de jejum. Em alguns casos, pode ser solicitado jejum leve.
Seguir as orientações do laboratório garante um exame mais seguro e confiável.
O exame é feito por meio da coleta de sangue venoso, geralmente de uma veia do braço.
A amostra é enviada ao laboratório, que utiliza métodos coagulométricos e cromogênicos, que medem a atividade funcional anticoagulante da proteína S.
Após análise, o resultado é liberado em forma de percentual de atividade.
Os valores de referência da proteína S funcional são:
| Resultado | Classificação | O que significa |
| 60% a 150% | Normal | Atividade adequada |
| Abaixo de 60% | Baixo | Possível deficiência |
| Acima de 150% | Alto | Geralmente sem relevância clínica |
Os valores podem variar um pouco conforme o laboratório e o método usado.
A interpretação do exame deve ser feita pelo médico junto com a avaliação clínica e outros exames.
Dúvidas no seu exame? Consulte um especialista da Rede D’Or próximo a você.
Proteína S funcional baixa significa que a proteína está atuando menos do que o esperado no controle da coagulação. Isso pode aumentar o risco de trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar.
As principais causas são:
O resultado baixo deve ser interpretado com cuidado pelo médico, porque vários fatores podem baixar a proteína S sem representar doença definitiva.
Desta forma, o diagnóstico de deficiência deve ser confirmado com repetição do exame fora de situações transitórias.
Não existe um medicamento ou suplemento para repor diretamente ou estimular a produção da proteína S. O foco do tratamento é controlar o risco de trombose.
Isso pode incluir o uso de medicamentos anticoagulantes, ajustes na alimentação e mudanças no estilo de vida. Se a causa for outra doença, tratar a condição principal pode ajudar a normalizar os níveis.
Encontrar a atividade da proteína S acima do normal é pouco comum e, na maioria das vezes, não traz riscos à saúde.
O excesso dessa proteína geralmente não requer tratamento, pois não está associado ao aumento de doenças.
Você pode realizar o exame de proteína S funcional com toda a segurança e precisão nas unidades da Rede D’Or. Oferecemos tecnologia de ponta e profissionais preparados para garantir um atendimento humanizado e resultados confiáveis para sua saúde.
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O hematologista é o especialista que mais solicita este exame, pois cuida das doenças do sangue e da coagulação.
No entanto, cardiologistas, angiologistas e ginecologistas ou obstetras também costumam solicitar o teste, especialmente em investigações de risco cardíaco, varizes graves ou problemas na gestação.
Quando há suspeita de alteração na coagulação, outros exames conhecidos como “painel de trombofilia” podem ser solicitados junto com a proteína S funcional:
Esses exames avaliam diferentes partes da coagulação e ajudam a identificar causas de trombofilia. Em conjunto, oferecem uma visão mais completa do risco de trombose.
A proteína S funcional avalia se a proteína está atuando corretamente na coagulação, medindo sua capacidade anticoagulante, enquanto a proteína S livre mede a fração ativa da proteína S disponível no sangue, responsável por exercer sua função anticoagulante.
Já o antígeno de proteína S mede a quantidade total da proteína no sangue, sem avaliar sua atividade.
Geralmente, o primeiro exame solicitado é a proteína S funcional e, se o resultado vier alterado, a proteína S livre e antígeno podem complementar a investigação.
Se você recebeu indicação para investigar a proteína S ou quer entender melhor o seu resultado, marque uma consulta com um especialista da Rede D’Or.
O cuidado adequado faz diferença quando o assunto é trombose.
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O jejum não é obrigatório, mas alguns laboratórios recomendam. É importante informar sobre qualquer medicamento utilizado, especialmente anticoagulantes orais e heparinas.
O prazo pode variar de acordo com a unidade. Por favor, entre em contato com sua unidade de preferência para confirmar o prazo.
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